<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490</id><updated>2012-01-29T18:00:25.907-08:00</updated><category term='Colaboradores'/><category term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><category term='Exames que detectam deficiências'/><category term='Inclusão e Classe Hospitalar'/><category term='Inclusão: livros para estudo e trabalho em sala de aula'/><category term='Bullying contra alunos com deficiência'/><category term='Livros sobre diversidade p/ crianças (conscientização)'/><category term='Ações inclusivas'/><category term='Z.Frases para reflexão/diversidade'/><category term='Moda sobre rodas'/><category term='A- Identificando Necessidades Educativas Especiais'/><category term='Inclusão e TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade)'/><category term='Inclusão e Deficiência Visual'/><category term='Inclusão e Multipla Deficiência'/><category term='Inclusão e Escolas Indígenas'/><category term='Z.Mensagens relacionadas a deficiência'/><category term='Z.Datas relacionadas a deficiências'/><category term='Legislação sobre Inclusão'/><category term='Z.Filmes relacionados a necessidades especiais'/><category term='Recursos para Educação Inclusiva'/><category term='Inclusão e Altas habilidades/ superdotação'/><category term='Inclusão e Deficiência Auditiva'/><category term='Inclusão e Dislexia'/><category term='Educadores Especiais'/><category term='Inclusão: material para pesquisa MEC'/><category term='Inclusão e Deficiência Física'/><title type='text'>DEFICIÊNCIA e INCLUSÃO SOCIAL</title><subtitle type='html'>"O QUE IMPORTA NÃO É AQUILO QUE FIZERAM DE TI, MAS O QUE VAI FAZER COM O QUE FIZERAM DE TI" (Sartre)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6815539532516240386</id><published>2012-01-12T11:54:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T12:08:45.728-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Moda sobre rodas'/><title type='text'>MODA SOBRE RODAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zU5qCShzgzI/Tw87H9YzqHI/AAAAAAAABS0/EIaLP-FAUmo/s1600/Caroline-Marques-e-Pamela-Suellen-na-passarela-externa1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 155px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696837061570701426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-zU5qCShzgzI/Tw87H9YzqHI/AAAAAAAABS0/EIaLP-FAUmo/s200/Caroline-Marques-e-Pamela-Suellen-na-passarela-externa1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A matéria abaixo foi indicada pelo Rene, e retirada do site &lt;a href="http://www.deficienteciente.com.br/"&gt;Deficiente Ciente&lt;/a&gt;. Confira.&lt;br /&gt;O cenário, uma mistura urbana, composição da diversidade arquitetônica, público e estilo. Estamos falando do centro de SP. Essa foi à escolha da Casa dos Criadores para realização da terceira edição do Fashion Mob Brasil 2011, que aconteceu no domingo, dia 11 de dezembro. Na terra da garoa, a chuva deu uma trégua abrindo um sol, quente e escaldante, para o maior desfile ao ar livre, uma passarela de 1,5 Km, começando na Praça do Patriarca com término no Boulevard São João. O Objetivo era mostrar que a moda está ficando democrática, abrindo espaço para os mais diversos tipos de beleza, servindo como vitrine e mostrando a criatividade dos estilistas de todo o país. Revelando novos talentos da moda brasileira e também abrindo espaço para manifestação como o movimento “Homofobia – Fora de Moda”. A música não pode faltar em um desfile Fashion, um trio elétrico puxou esse desfile por quase duas horas.&lt;br /&gt;Algumas coleções se aproximavam muito das tendências apresentadas nas passarelas. Transparência, color blocking, high low e estampas étnicas também se fizeram presentes no Fashion Mob 2011.&lt;/div&gt;Veja mais: &lt;a href="http://www.deficienteciente.com.br/2011/12/moda-sobre-rodas.html"&gt;http://www.deficienteciente.com.br/2011/12/moda-sobre-rodas.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6815539532516240386?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6815539532516240386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2012/01/moda-sobre-rodas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6815539532516240386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6815539532516240386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2012/01/moda-sobre-rodas.html' title='MODA SOBRE RODAS'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zU5qCShzgzI/Tw87H9YzqHI/AAAAAAAABS0/EIaLP-FAUmo/s72-c/Caroline-Marques-e-Pamela-Suellen-na-passarela-externa1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-2225189884293923465</id><published>2011-11-07T13:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T13:12:56.918-08:00</updated><title type='text'>PRIMEIRAS OLIMPÍADAS DO BRAILLE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5SdEzUAHB8w/TrhH-G0CI-I/AAAAAAAABSM/5106f_6LfXY/s1600/Olimpiadas%2Bdo%2BBraille.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; FLOAT: left; HEIGHT: 115px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672362862979458018" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-5SdEzUAHB8w/TrhH-G0CI-I/AAAAAAAABSM/5106f_6LfXY/s200/Olimpiadas%2Bdo%2BBraille.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, Instituição Particular de Solidariedade Social de âmbito nacional, que tem como fins estatutários a melhoria da qualidade de vida, a igualdade de oportunidades e a inclusão social dos cidadãos com deficiência visual portugueses, encontra-se a promover um concurso de Braille, denominado 1as Olimpíadas do Braille.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este concurso pretende estimular e valorizar o correcto domínio do sistema Braille e criar, entre os seus utilizadores habituais e conhecedores - que por necessidade profissional ou interesse pessoal a ele se dedicam - um espírito de determinação para a sua aprendizagem e utilização constante. O concurso realizar-se-á no próximo dia 3 de Dezembro - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência – e terá lugar no Auditório da Estação de Metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O prazo de inscrições decorrerá entre os dias 2 e 18 de Novembro. Para esse efeito, solicitamos aos interessados o preenchimento do formulário, disponível no website da ACAPO.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FONTE: Acessibilidade em Museus&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-2225189884293923465?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/2225189884293923465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/11/primeiras-olimpiadas-do-braille.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2225189884293923465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2225189884293923465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/11/primeiras-olimpiadas-do-braille.html' title='PRIMEIRAS OLIMPÍADAS DO BRAILLE'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5SdEzUAHB8w/TrhH-G0CI-I/AAAAAAAABSM/5106f_6LfXY/s72-c/Olimpiadas%2Bdo%2BBraille.png' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-2518857088882416382</id><published>2011-08-15T18:08:00.001-07:00</published><updated>2011-08-15T18:12:57.448-07:00</updated><title type='text'>AOS PAIS QUE APRENDERAM COM A(R) DOR AS PERDAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-L7mQuTmWqlU/TknDn-5jU6I/AAAAAAAABRs/iNSWGf1PROA/s1600/Chaves%2Bda%2Bcasa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; FLOAT: left; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641255099924960162" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-L7mQuTmWqlU/TknDn-5jU6I/AAAAAAAABRs/iNSWGf1PROA/s200/Chaves%2Bda%2Bcasa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6-Xxp8q9qq0/TkdGQIzt4XI/AAAAAAAAAM8/CP9sVrqOeiY/s1600/AS%2BCHAVES%2BDA%2BCASA%2B1.bmp"&gt;&lt;/a&gt;Imagem Publicada - a foto colorida da capa do filme AS CHAVES DA CASA (com título em francês: Les Clefs de la Maison), com os atores Kim Rossi Stuart e Andrea Rossi, interpretando os papéis de pai e filho, com os rostos próximos. É a história de um filho com paralisia cerebral (Andrea Rossi), com 15 anos, que faz com que o pai tenha uma grande transformação e mudanças em seus preconceitos e culpabilizações. O pai (Kim Rossi Stuart) tem um encontro dramático com uma mãe de outra pessoa com deficiência, interpretada por Charlotte Rampling, que lhe faz superar suas velhas dores afetivas ligadas ao filho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Minhas dores já se tornaram minhas velhas companheiras, me ensinam. Já disse, outro dia, que ainda vou escrever sobre as fagulhas e as agulhas das dores. Mas as minhas dores, hoje, são primordialmente físicas. As dores que eu vivencio, hoje, não se comparam as que guardo como pai. E, para os pais que aprenderam a viver e conviver com as suas dores mais recônditas, muitas vezes escondidas ou negadas, é que escrevo nesse chamado, também comercial, Dia dos Pais. Há pais que não ficam, nem ficarão, mesmo no carinho e amor de suas famílias, longe de suas dores..."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Veja depoimento na íntegra: &lt;a href="http://infoativodefnet.blogspot.com/2011/08/aos-pais-que-aprenderam-com-ar-dor-as.html?showComment=1313456699375#c3671617105965533681"&gt;http://infoativodefnet.blogspot.com/2011/08/aos-pais-que-aprenderam-com-ar-dor-as.html?showComment=1313456699375#c3671617105965533681&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-2518857088882416382?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/2518857088882416382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/08/aos-pais-que-aprenderam-com-ar-dor-as.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2518857088882416382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2518857088882416382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/08/aos-pais-que-aprenderam-com-ar-dor-as.html' title='AOS PAIS QUE APRENDERAM COM A(R) DOR AS PERDAS'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-L7mQuTmWqlU/TknDn-5jU6I/AAAAAAAABRs/iNSWGf1PROA/s72-c/Chaves%2Bda%2Bcasa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8383511082838356148</id><published>2011-05-15T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T09:08:10.396-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Programa do Cão-Guia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--nnNbd9TWng/Tc_6ASQDJgI/AAAAAAAABPI/E-06Tghab8I/s1600/Programa%2Bcao%2Bguia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606974943905654274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/--nnNbd9TWng/Tc_6ASQDJgI/AAAAAAAABPI/E-06Tghab8I/s200/Programa%2Bcao%2Bguia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Foi iniciado, em Abril de 2011, o Programa do Cão-Guia e a construção do primeiro Centro de Referência para o Cão-Guia no País, em um prédio sustentável, na Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, com capacidade para até 92 animais. Além da criação e treinamento de cães-guia para pessoas com deficiência visual, o programa definirá os parâmetros em relação ao uso do cão-guia e os métodos de treinamento.&lt;br /&gt;De acordo com a secretaria, os filhotes dos cães que farão parte do treinamento serão entregues, em um primeiro momento, a uma família adotiva, selecionada pelo programa, e que cuidará do cão durante um ano, com vacinas e alimentação fornecidas pelo governo. Os filhotes serão visitados periodicamente por um membro do Centro para verificar o desenvolvimento do animal.&lt;br /&gt;Após o treinamento, os cães serão encaminhados gratuitamente às pessoas com deficiência visual, que também serão previamente selecionadas e treinadas no Centro de Referência. Segundo o governo do Estado, estima-se que no Brasil haja cerca de 16 milhões de pessoa com deficiência visual, dos quais aproximadamente 2,6 milhões em São Paulo.&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/governo+de+sp+fornecera+caoguia+para+deficiente+visual/n1300091845528.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8383511082838356148?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8383511082838356148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/05/programa-do-cao-guia.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8383511082838356148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8383511082838356148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/05/programa-do-cao-guia.html' title='Programa do Cão-Guia'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--nnNbd9TWng/Tc_6ASQDJgI/AAAAAAAABPI/E-06Tghab8I/s72-c/Programa%2Bcao%2Bguia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5218247684050270429</id><published>2011-03-10T16:54:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T17:11:08.379-08:00</updated><title type='text'>Versão virtual do Memorial da Inclusão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wnkfwmF1gyU/TXl0H3SsMQI/AAAAAAAABMI/wfO8r50DdZg/s1600/logo_memorial.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 260px; DISPLAY: block; HEIGHT: 130px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582620891552690434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-wnkfwmF1gyU/TXl0H3SsMQI/AAAAAAAABMI/wfO8r50DdZg/s320/logo_memorial.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência acaba de lançar a versão virtual do Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência. O lançamento se deu no dia 24/02/2011. Site: &lt;a href="http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/index.shtml"&gt;http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/index.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência foi inaugurado há pouco mais de um ano com o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências, principalmente em um dos períodos mais importantes da história sócio-cultural e política do movimento de luta das pessoas com deficiência, que ocorreu no início dos anos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A versão virtual do Memorial da Inclusão vem com o propósito de derrubar as barreiras de comunicação. Graças às tecnologias de comunicação temos acesso a informação que transforma cada indivíduo em cidadão", destacou a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Dra. Linamara Rizzo Battistella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão virtual do Memorial da Inclusão é integralmente acessível aos leitores de tela, softwares que viabilizam acesso de imagens, símbolos e ilustrações por pessoas com deficiência visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Memorial da Inclusão&lt;/strong&gt;: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10 - bairro Barra Funda - São Paulo - SP, de segunda a sexta, das 10h às 17h. Visitas monitoradas para grupos com mais de dez pessoas, agendar no email: memorial.sedpcd@sp.gov.br ou telefone (11) 5212.3727.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Memorial Virtual&lt;/strong&gt;: http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/index.shtml&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Boletim Sentidos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5218247684050270429?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5218247684050270429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/03/versao-virtual-do-memorial-da-inclusao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5218247684050270429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5218247684050270429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2011/03/versao-virtual-do-memorial-da-inclusao.html' title='Versão virtual do Memorial da Inclusão'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wnkfwmF1gyU/TXl0H3SsMQI/AAAAAAAABMI/wfO8r50DdZg/s72-c/logo_memorial.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-1528419373865203488</id><published>2010-10-12T10:07:00.000-07:00</published><updated>2011-01-15T07:05:27.967-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educadores Especiais'/><title type='text'>Educadores Especiais</title><content type='html'>Educadores como você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carla anda de cadeira de rodas. George é cego. Rodrigo e Patrícia são surdos. Débora tem síndrome de Down. Além de possuírem algum tipo de deficiência, eles têm mais coisas em comum: cresceram numa época em que inclusão ainda era uma palavra que não significava a total integração à escola e à sociedade de pessoas com necessidades educacionais especiais. Mesmo assim, os cinco lutaram contra preconceitos, conquistaram espaço no mercado de trabalho e hoje são EDUCADORES COMO VOCÊ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Voltar a sonhar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXW8ptTBI/AAAAAAAABLI/9wyrYrTEgvU/s1600/professora+Def..bmp"&gt;&lt;img style="WIDTH: 141px; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527209063184419858" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXW8ptTBI/AAAAAAAABLI/9wyrYrTEgvU/s200/professora+Def..bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carla Costa Kind da Silva, professora&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;A dor que a professora Carla Costa Kind da Silva sentiu nas costas numa noite de1994 foi tão intensa que ela desmaiou. Quando acordou, no centro de tratamento intensivo de um hospital do Rio de Janeiro, ela não mexia nem o pescoço. Segundo os médicos, uma inflamação na medula tinha deixado Carla paralisada para sempre. "Senti que era o fim de meus sonhos." Aos 23 anos, Carla estava noiva havia três meses, tinha mais um ano para se formar em Ciências Sociais e planejava fazer mestrado... Sem perspectiva de melhora, ela propôs o fim do noivado, mas o bombeiro Sérgio Sousa da Silva não quis nem ouvir seus argumentos e tomou uma decisão radical. Mudou-se para a casa dela e começou a estudar acupuntura, shiatsu, ioga, fitoterapia e fisioterapia para ajudá-la no tratamento. Tão misteriosa quanto o aparecimento da doença tem sido sua recuperação. Contra todas as previsões, em seis meses ela movimentava os braços e hoje consegue ficar em pé sobre uma das pernas. Aceitar as limitações não foi fácil. No início, ela não queria sair de casa por vergonha da cadeira de rodas, mas a família decidiu "arrastá-la". Sábia decisão. Dali em diante, sua postura mudou. Carla retomou os estudos e lutou para voltar a lecionar. Há seis anos, casou-se com Sérgio - de véu e grinalda - e teve o prazer de entrar na igreja andando, amparada pelos pais. Há dois anos, deu à luz André Luiz, deixando muita gente espantada. Assim como cuida do filho, Carla dá conta da turma de Educação Infantil do CIEP Yuri Gagarin, onde nem tudo está adaptado à sua condição. A rampa de entrada é íngreme e perigosa, mas na sala há espaço para circular com a cadeira de rodas. Hoje, aos 35 anos, ela faz valer seus direitos, exerce com prazer a profissão que escolheu e encara a vida com alegria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pela luz dos olhos dele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXx2UrbSI/AAAAAAAABLY/iaIadXuBPLs/s1600/professor+Def..bmp"&gt;&lt;img style="WIDTH: 152px; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527209525342072098" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXx2UrbSI/AAAAAAAABLY/iaIadXuBPLs/s200/professor+Def..bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;George Gomes de Oliveira, estudante&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao visitar uma escola, no final de 2004, o então estudante de História George Gomes de Oliveira ouviu de um aluno: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Você não enxerga nada? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Nada, nadinha... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- E vai dar aula pra gente no ano que vem? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pode ser. Por quê? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Vixe! Já pensou se você entrar na sala e todos nós sairmos de mansinho? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu não enxergo um palmo à frente do nariz. Aliás, nem o nariz eu enxergo. Mas sei dar aula direitinho! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;esse mesmo bom humor, o professor Georges e apresentou no ano passado às 12 turmas da EE Francisco de Paula Antunes, em Brasília de Minas, a 450 quilômetros de Belo Horizonte. Ele perdeu a visão do olho direito aos 6 anos, ao cair de um cavalo. Aos 12, a retina esquerda também o deixou na mão. Desanimado, parou de estudar. O garoto voltou à escola só aos 19 anos, quando fez supletivo e aprendeu braile. Seu sonho era fazer Processamento de Dados. "Queria usar softwaresque obedecessem a comandos de voz." Aprovado na seleção, não pôde fazer o curso, pois a escola técnica não estava preparada para receber cegos. Que decepção! No Ensino Médio, conheceu um professor de História que, para driblar a gagueira, entrava na sala declamando a matéria. "Essa estratégia fantástica me fez pensar em lecionar." Um outro professor, de Física, sugeriu que ele gravasse as aulas. Um santo conselho. Hoje seu acervo tem mais de 350 fitas, incluídas as da faculdade. Passar no vestibular da Universidade Estadual de Montes Claros foi moleza. "Só percebemos que George era cego no quinto dia de aula", lembra Leandro Mendes, colega de graduação e de profissão. Professor conservador, em sua própria avaliação, George, 33 anos, decora o conteúdo por tópicos depois de ouvi-los nas fitas. Em classe, dita para uma aluna, que passa tudo no quadro - para onde ele aponta durante as explicações, como se estivesse destacando alguma informação. Só nos dias de prova Leandro vem ajudá-lo. "É para ver se ninguém está colando." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Eu gosto de ensinar"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSX_aimnRI/AAAAAAAABLg/wJ2rrRV-xNE/s1600/professores+Def,..bmp"&gt;&lt;img style="WIDTH: 158px; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527209758402452754" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSX_aimnRI/AAAAAAAABLg/wJ2rrRV-xNE/s200/professores+Def,..bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Patrícia Alessandra Luciano Campos e Rodrigo CésarBaltazar Campos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Patrícia Alessandra Luciano Campos, 31 anos, é pura tranqüilidade. O marido, Rodrigo César Baltazar Campos, 35, é agitado e grande contador de histórias. Os dois são surdos e ainda eram adolescentes quando se conheceram. Hoje vivem num espaçoso apartamento em Florianópolis com o filho, Lucas. O garoto, de 6 anos, é muito apegado aos pais, apesar de eles se comunicarem em uma língua diferente. Lucas ouve perfeitamente. Para que desenvolvesse a fala, contou com o estímulo dos avós e da babá e foi para a escola logo depois do primeiro aniversário. Ele ainda não conhece muito bem a Língua Brasileira de Sinais (libras), mas vai aprender. Afinal, a mãe é professora da matéria. "Foi ela quem me ensinou libras", recorda Rodrigo, que, quando garoto, enfrentou muitos problemas na escola. Língua de sinais, naquele tempo, nem pensar! A dificuldade em Língua Portuguesa o levou a ser reprovado várias vezes. Patrícia também enfrentou desafios. Os pais dela, assim como os de Rodrigo, queriam que Patrícia só fosse oralizada (aprendesse a falar). Ela até consegue falar um pouco e, quando não se faz entender, usa mímica, aponta ou escreve. Mas, rebelde como qualquer adolescente, aprendeu libras escondido. Em março, o casal se formou em Pedagogia e sabe bem o valor de uma escola preparada para lidar com as diferenças. Além da linguagem de sinais, Patrícia ensina Língua Portuguesa para os alunos surdos da Escola Básica Donícia Maria da Costa. Rodrigo trabalha na administração da empresa da família e começou este ano a dar aulas de Matemática na sala de apoio da mesma escola. "Meu maior orgulho foi ver uma aluna da 7a série tirar10 na prova. Ela só tinha notas vermelhas", conta. Na foto, Rodrigo diz com as mãos: "Eu gosto". E Patrícia, completa: "De ensinar". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Questão de estímulo&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXkBC4G-I/AAAAAAAABLQ/yVUxQ2y1G74/s1600/professora+Def...bmp"&gt;&lt;img style="WIDTH: 152px; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527209287702027234" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXkBC4G-I/AAAAAAAABLQ/yVUxQ2y1G74/s200/professora+Def...bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Débora Araújo Seabra de Moura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;"Tenho síndrome de Down e não quero ser discriminada. Vim cursar o Magistério e vou até o fim." Assim Débora Araújo Seabra de Moura se apresentou aos colegas na EE Luís Antônio, em Natal. Apesar da atitude firme, enfrentou professores que a consideravam incapaz e colegas que abusavam de sua bondade. Débora escreveu uma carta para a diretora relatando o tratamento de que era vítima. Ao se formar, mandou convite para todos os antigos mestres. Os pais, a advogada Margarida e o psicanalista José Robério, comemoraram mais essa etapa de luta por espaços e estimulação que começou quando a filha nasceu. A equipe da Escola Doméstica - onde ela cursou parte do Ensino Fundamental - ofereceu classes para a jovem estagiar. "Queríamos ajudá-la... Que paternalismo! É ela quem nos ensina, e muito", diz a vice-diretora, Cristine Rosado. Débora, 25 anos, é professora auxiliar de uma turma com 27 crianças, de 3 e 4 anos. Trabalha como voluntária porque, se for registrada, perde o direito a pensão em caso de morte dos responsáveis (os pais lutam para mudar a lei). Débora faz o planejamento das aulas com a professora titular e, com uma orientadora pedagógica, em casa, pesquisa e traça metas individuais. Ela mantém um diário em que anota tudo o que acontece na escola. "Tenho um aluno agressivo. Se ele continuar assim, vai ficar sem amigos", escreveu no ano passado. Ela conversou com o menino e com os pais dele. No final do ano, o garoto havia mudado. "Fiquei emocionada quando ele me disse que eu era ótima professora." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Revista Nova Escola: Inclusão Social e Profissional/ Educadores como você&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-1528419373865203488?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/1528419373865203488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/10/parabens-professores.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1528419373865203488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1528419373865203488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/10/parabens-professores.html' title='Educadores Especiais'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TLSXW8ptTBI/AAAAAAAABLI/9wyrYrTEgvU/s72-c/professora+Def..bmp' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-169057282542777480</id><published>2010-08-30T16:56:00.000-07:00</published><updated>2010-10-09T11:54:01.556-07:00</updated><title type='text'>Homenagem a Dorina Nowill</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/THxF9xdgaBI/AAAAAAAABKg/ZQkUyk6bUgM/s1600/Homagem+Dorina+Nowill.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511356971546077202" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/THxF9xdgaBI/AAAAAAAABKg/ZQkUyk6bUgM/s400/Homagem+Dorina+Nowill.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/THxFoae_0OI/AAAAAAAABKY/7p7_YFdvnag/s1600/Homagem+Dorina+Nowill.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mauricio de Sousa homenageia Dorina Nowill&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Criadora de famosa fundação para cegos inspirou a personagem Dorinha da Turma da Mônica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No domingo (29/08/2010), a pedagoga Dorina Gouvêa Nowill morreu aos 91 anos, em São Paulo, devido a uma parada cardíaca. Com o objetivo de tornar acessível aos cegos materiais de estudo escritos em braile, Dorina criou uma fundação que leva o seu nome e ficou famosa por isso.Em 2004, inspirou Mauricio de Sousa na criação da personagem Dorinha, como um símbolo da conscientização das crianças quanto à deficiência visual.Com a sua morte, o famoso quadrinista fez uma declaração em sua homenagem:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Por aqui, sentiremos sua falta, é claro. Mas quando bater aquela saudade basta lembrar da energia que ela sempre transmitiu a quem estivesse ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: R7 entretenimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Ficam a saudade e os exemplos como guias para a continuidade do trabalho iniciado e desenvolvido por Dorina em mais de seis décadas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.fundacaodorina.org.br/"&gt;http://www.fundacaodorina.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-169057282542777480?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/169057282542777480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/08/homenagem-dorina-nowill.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/169057282542777480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/169057282542777480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/08/homenagem-dorina-nowill.html' title='Homenagem a Dorina Nowill'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/THxF9xdgaBI/AAAAAAAABKg/ZQkUyk6bUgM/s72-c/Homagem+Dorina+Nowill.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-475173179230423352</id><published>2010-08-03T17:25:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T17:32:52.108-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Visual'/><title type='text'>Chegou a hora de acabar com o Braile?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TFi08nFtbrI/AAAAAAAABKI/ooS_L6d79-w/s1600/Braille+m%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501345898211143346" style="WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 74px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TFi08nFtbrI/AAAAAAAABKI/ooS_L6d79-w/s320/Braille+m%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muita tecnologia surgiu para ajudar os cegos. E para questionar o uso de um sistema que até hoje reinava sozinho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Comentário SACI: Reportagem da edição número 281, de agosto de 2010 da Revista Super Interessante.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Frederic K. Schroeder&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A tecnologia dedicada a ajudar deficientes visuais tem evoluído muito. Novas ferramentas vêm ampliando o acesso de cegos à informação escrita: audiolivros, softwares que leem em voz alta o e-mail que acabou de chegar, serviços telefônicos que leem o jornal pela manhã. Sem dúvida, uma mão na roda, que dá mais opções aos cegos.&lt;br /&gt;Essas novidades conquistaram o espaço. E, confiando nelas, os cegos estão deixando de ler. Estão apenas ouvindo. Há deficientes visuais que já aderiram completamente à tecnologia. Alguns professores de escolas para cegos também não veem mais espaço para o braile. Tanto que quase 90% das crianças cegas americanas estão crescendo sem aprender a ler e escrever. Isso é um sinal de progresso? Devemos celebrar o declínio do braile?&lt;br /&gt;É verdade, a tecnologia permite a absorção rápida de muita informação. O problema é que essas novas ferramentas oferecem um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braile, que permite uma leitura ativa. Com ele, o cérebro recebe as informações de forma diferente: além do conteúdo, absorve também as letras, a pontuação, a estrutura do texto.&lt;br /&gt;A falta desse conhecimento pode prejudicar a formação de alguém. Aconteceu comigo. Perdi parte da visão aos 7 anos de idade. Aos 16, fiquei completamente cego. Não fui alfabetizado em braile quando criança, e tive de aprender a ler e escrever sozinho depois de cego. O aprendizado tardio prejudicou minha educação e minha confiança. Quando entrei na universidade, não podia soletrar. Sabia pouco sobre pontuação e regras gramaticais. Fiz um doutorado em administração da educação, mas a alfabetização limitada foi sempre uma barreira.&lt;br /&gt;Hoje uso muita tecnologia de áudio. Com ela, posso ler o texto no computador em um ritmo de 250 palavras por minuto. Com o braile, leio 50 palavras por minuto. Mas a tecnologia é complicada para reuniões e palestras. Se preciso ler um discurso que escrevi, buscar notas no meio de uma apresentação, consultar tabelas, só o braile evita que eu desvie a atenção do conteúdo principal.&lt;br /&gt;É como para as pessoas que têm visão: rádio e TV são métodos úteis de conseguir informação, mas não substituem a leitura. Não quero dizer que a tecnologia de áudio não é importante na vida dos cegos. Ela é. Mas deficientes visuais necessitam de uma maneira eficiente de ler e escrever, como todo mundo. Isso significa que precisamos garantir o acesso a todo tipo de tecnologia que apareça e seja capaz de auxiliar. Sem esquecer também de trabalhar para manter o braile vivo.&lt;br /&gt;Fonte: Rede Saci&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-475173179230423352?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/475173179230423352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/08/chegou-hora-de-acabar-com-o-braile.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/475173179230423352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/475173179230423352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/08/chegou-hora-de-acabar-com-o-braile.html' title='Chegou a hora de acabar com o Braile?'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TFi08nFtbrI/AAAAAAAABKI/ooS_L6d79-w/s72-c/Braille+m%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8761601421248927031</id><published>2010-07-20T06:53:00.001-07:00</published><updated>2010-07-20T06:56:36.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Projeto de Arquitetura Universal</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TEWqnjGz6bI/AAAAAAAABJo/fCKMGQ5SzYE/s1600/Desenho+universal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495986516690987442" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TEWqnjGz6bI/AAAAAAAABJo/fCKMGQ5SzYE/s320/Desenho+universal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até o dia 25 de julho acontece no D&amp;amp;D Shopping, em São Paulo, a 1ª Mostra Casa e Corporativo Acessíveis 2010 - Projeto&amp;amp;Estilo.&lt;br /&gt;A iniciativa, fruto da parceria entre a Editora Ciranda Cultural e Instituto Brasil Acessível, tem como objetivo intensificar a cultura e o trabalho de inclusão social, aumentando a acessibilidade para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, garantindo a integração dos usuários por meio de projetos da Arquitetura Universal que priorizam o design, a beleza e a tecnologia de ponta.&lt;br /&gt;No local foi montada uma casa de estrutura metálica e vidro com 12 ambientes residenciais acessíveis, projetados por diversos arquitetos focados na inclusão. Os projetos pretendem atrair não apenas pessoas com deficiência, mas empresas interessadas nesse importante mercado. Estima-se que haja cerca de 5 milhões de pessoas com deficiência no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;O objetivo é divulgar o conceito de Arquitetura Universal e permitir a todos os visitantes da Mostra que usufruam dos espaços de circulação e dos ambientes inclusivos criados por profissionais renomados, ressaltando o compromisso social do evento e tornando essa experiência inesquecível. É uma postura desafiadora e inédita no paísInovação e design são as premissas do evento que promete transformar o conceito de arquitetura no Brasil.Fonte: www.&lt;a href="http://www.inclusodepneesnaescola.blogspot.com/"&gt;inclusodepneesnaescola.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8761601421248927031?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8761601421248927031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/07/projeto-de-arquitetura-universal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8761601421248927031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8761601421248927031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/07/projeto-de-arquitetura-universal.html' title='Projeto de Arquitetura Universal'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TEWqnjGz6bI/AAAAAAAABJo/fCKMGQ5SzYE/s72-c/Desenho+universal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5376663253551846492</id><published>2010-04-20T14:47:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T15:01:08.847-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Visual'/><title type='text'>FOTÓGRAFO PROFISSIONAL CEGO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S84hGhP3YlI/AAAAAAAAA_w/KgfeX_DbaSA/s1600/Fotografo+cego.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462339793934836306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S84hGhP3YlI/AAAAAAAAA_w/KgfeX_DbaSA/s320/Fotografo+cego.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Um deficiente pode fazer qualquer coisa. Prova disso é que as fotos da nova campanha da Associação Desportiva para Deficientes (ADD) foram tiradas por um cego. Assista esse filme!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.add.org.br/novaCampanhaAdd/"&gt;http://www.add.org.br/novaCampanhaAdd/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista o filme do YouTube que mostra sua experiência como fotógrafo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/ADDBrasil#p/u/5/TKy_C82gKFs"&gt;http://www.youtube.com/user/ADDBrasil#p/u/5/TKy_C82gKFs&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“O fato de a fotografia estar enquadrada ou não, isso é o que menos importa, pois é através da foto que o cego passa sua visão de mundo para as outras pessoas”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5376663253551846492?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5376663253551846492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/04/fotografo-profissional-cego.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5376663253551846492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5376663253551846492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/04/fotografo-profissional-cego.html' title='FOTÓGRAFO PROFISSIONAL CEGO'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S84hGhP3YlI/AAAAAAAAA_w/KgfeX_DbaSA/s72-c/Fotografo+cego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3330284094268923996</id><published>2010-03-06T15:28:00.000-08:00</published><updated>2010-04-02T16:25:43.439-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão: material para pesquisa MEC'/><title type='text'>Inclusão: Material para pesquisa MEC</title><content type='html'>&lt;strong&gt;DOCUMENTOS DO MEC e SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS (1998)&lt;br /&gt;Estratégias para a Educação de alunos com Necessidades Educacionais Especiais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.musica.ufrn.br/licenciatura/pcn.pdf"&gt;http://www.musica.ufrn.br/licenciatura/pcn.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA EDUCAÇÃO INFANTIL (2000)&lt;br /&gt;Estratégias e Orientações para a Educação de crianças com Necessidades Educaionais Especiais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/eduinf_esp_ref.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/eduinf_esp_ref.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA (2001)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABERES E PRÁTICAS DA INCLUSÃO (2003)&lt;br /&gt;Estratégias para a educação de alunos com necessidades especiais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/formador.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/formador.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABERES E PRÁTICAS DA INCLUSÃO (2006)&lt;br /&gt;Avaliação para identificação das Necessidades Educacionais Especiais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/avaliacao.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/avaliacao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABERES E PRÁTICAS DA INCLUSÃO / EDUCAÇÃO INFANTIL (2006)&lt;br /&gt;Divididos nas seguintes cartilhas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-Introdução&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/introducao.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/introducao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Dificuldades Acentuadas de Aprendizagem ou Limitações no Processo de Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dificuldadesdeaprendizagem.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dificuldadesdeaprendizagem.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Dificuldades Acentuadas de Aprendizagem (deficiência múltipla)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciamultipla.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciamultipla.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Dificuldades de Comunicação e Sinalização (deficiência física)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciafisica.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciafisica.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Dificuldade de Comunicação e Sinalização (surdocegueira/múltipla deficiência sensorial)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdosegueira.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdosegueira.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Dificuldade de Comunicação e Sinalização (surdez)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdez.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdez.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Dificuldade de Comunicação e Sinalização (deficiência visual)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Altas habilidades/ Superdotação&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA VISUAL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA FÍSICA&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA AUDITIVA &lt;a href="http://www.fecra.edu.br/admin/arquivos/Atendimento_Educacional_Especializado.pdf" target="_blank"&gt;http://www.fecra.edu.br/admin/arquivos/Atendimento_Educacional_Especializado.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA MENTAL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=============================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adaptações de acesso ao currículo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAPTAÇÕES CURRICULARES (o que é?)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bancodeescola.com/verbete5.htm"&gt;http://www.bancodeescola.com/verbete5.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAPTAÇÕES CURRICULARES DE GRANDE PORTE&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAPTAÇÕES CURRICULARES DE PEQUENO PORTE&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000449.pdf" target="_blank"&gt;http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000449.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=============================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPECÍFICOS DEFICIÊNCIA VISUAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientação e Mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual (2003)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ori_mobi.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ori_mobi.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção e o conceito de número e o pré-soroban (2006)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/pre_soroban.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/pre_soroban.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grafia Braille para a Língua Portuguesa (2006)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/grafiaport.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/grafiaport.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3330284094268923996?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3330284094268923996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/03/campanha-iguais-na-diferenca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3330284094268923996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3330284094268923996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/03/campanha-iguais-na-diferenca.html' title='Inclusão: Material para pesquisa MEC'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5912757351797560741</id><published>2010-02-04T13:35:00.000-08:00</published><updated>2010-03-30T03:19:48.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Altas habilidades/ superdotação'/><title type='text'>Inclusão e Altas habilidades/superdotação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2s-kLOvJvI/AAAAAAAAA4k/SCwkgjYmS_M/s1600-h/altas+habilidades.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434506166563448562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 102px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2s-kLOvJvI/AAAAAAAAA4k/SCwkgjYmS_M/s320/altas+habilidades.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Altas habilidades/superdotação na Educação Infantil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;É importante ressaltar que crianças superdotadas em idade pré-escolar constituem um grupo heterogêneo em termos de interesses, níveis de habilidades, desenvolvimento emocional, social e físico (Cline &amp;amp; Schwartz, 1999). Nesse sentido, podemos nos deparar com uma criança avançada do ponto de vista intelectual, mas imatura emocionalmente.&lt;br /&gt;O professor deve estar atento a essa possível falta de sincronia entre desenvolvimento intelectual e afetivo ou físico. Por exemplo, uma criança superdotada pode apresentar leitura precoce, porém ter dificuldade em manipular um lápis, pois suas habilidades motoras não estão totalmente desenvolvidas.&lt;br /&gt;Além disso, a habilidade superior demonstrada por essa criança pode ser&lt;br /&gt;resultado de uma estimulação intensa por parte das pessoas significativas de seu ambiente.&lt;br /&gt;Ao atingir a idade escolar, o desenvolvimento dessa criança pode se normalizar e ela passar&lt;br /&gt;a apresentar um desempenho semelhante aos alunos de sua idade. Por isso, nem sempre&lt;br /&gt;uma criança precoce poderá ser caracterizada como superdotada. É essencial, portanto,&lt;br /&gt;acompanhar o desempenho dessa criança, registrando habilidades e interesses demonstrados&lt;br /&gt;ao longo dos primeiros anos de escolarização, oferecendo várias oportunidades estimuladoras&lt;br /&gt;e enriquecedoras ao seu potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dentre as características mais comumente encontradas em crianças superdotadas em idade pré-escolar destacam-se (Cline &amp;amp; Schwartz, 1999; Lewis &amp;amp; Louis, 1991):&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• Alto grau de curiosidade&lt;br /&gt;• Boa memória&lt;br /&gt;• Atenção concentrada&lt;br /&gt;• Persistência&lt;br /&gt;• Independência e autonomia&lt;br /&gt;• Interesse por áreas e tópicos diversos&lt;br /&gt;• Aprendizagem rápida&lt;br /&gt;• Criatividade e imaginação&lt;br /&gt;• Iniciativa&lt;br /&gt;• Liderança&lt;br /&gt;• Vocabulário avançado para a sua idade cronológica&lt;br /&gt;• Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de idéias)&lt;br /&gt;• Habilidade para considerar pontos de vistas de outras pessoas&lt;br /&gt;• Facilidade de interagir com crianças mais velhas ou com adultos&lt;br /&gt;• Habilidade para lidar com idéias abstratas&lt;br /&gt;• Habilidade para perceber discrepâncias entre idéias e pontos de vista&lt;br /&gt;• Interesse por livros e outras fontes de conhecimento&lt;br /&gt;• Alto nível de energia&lt;br /&gt;• Preferência por situações/objetos novos&lt;br /&gt;• Senso de humor&lt;br /&gt;• Originalidade para resolver problemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Metodologia e estratégias pedagógicas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Estratégias de atendimento ao aluno com altas habilidades/superdotado envolvem,&lt;br /&gt;muitas vezes, diferençar ou modificar o currículo regular de modo a adequar o processo de&lt;br /&gt;aprendizagem às necessidades e características desse aprendiz. Diferentes estratégias podem&lt;br /&gt;ser empregadas nas classes comuns para diferenciação e modificação do currículo regular,&lt;br /&gt;contribuindo, inclusive, para estimular potencialidades de toda a turma. A seguir, são&lt;br /&gt;apresentados alguns exemplos de estratégias metodológicas e pedagógicas. Elas se aplicam&lt;br /&gt;tanto à educação infantil quanto ao ensino fundamental.&lt;br /&gt;• A aprendizagem deve ser centrada no aluno. Leve em consideração os interesses e&lt;br /&gt;habilidades dos alunos.&lt;br /&gt;• Implemente atividades de enriquecimento em sala de aula, como, por exemplo,&lt;br /&gt;dramatizações, produção de histórias etc.&lt;br /&gt;• Investigue os interesses, os estilos de aprendizagem1 e de expressão dos seus alunos&lt;br /&gt;ou observe-os de forma a identificar seus interesses, pontos fortes e talentos.&lt;br /&gt;• Analise e modifique o currículo existente de forma a identificar e eliminar&lt;br /&gt;redundâncias e incrementar unidades que sejam desafiadoras para os alunos.&lt;br /&gt;• Retire ou reduza do currículo a ser desenvolvido conteúdo que os alunos já dominam&lt;br /&gt;ou que pode ser adquirido em um ritmo compatível com suas habilidades. O uso&lt;br /&gt;dessa estratégia educacional elimina conteúdo curricular repetitivo, cria um ambiente&lt;br /&gt;de aprendizagem desafiador, reduz sentimentos de apatia e desinteresse dos alunos&lt;br /&gt;superdotados com relação às atividades desenvolvidas em sala de aula, e possibilita&lt;br /&gt;a esses alunos utilizar o tempo economizado para se dedicar às atividades de seu&lt;br /&gt;interesse. É importante que seja feita uma avaliação criteriosa do nível de&lt;br /&gt;conhecimento do aluno acerca do conteúdo antes de se implementar essa estratégia.&lt;br /&gt;• Desenvolva atividades com diferentes produtos finais, de modo que as necessidades&lt;br /&gt;individuais possam ser atendidas.&lt;br /&gt;• Permita que os alunos comuniquem conhecimento ou experiências prévias.&lt;br /&gt;• Use várias estratégias de ensino (atividades em grupo, dramatização, brincadeiras&lt;br /&gt;etc) de forma a assegurar o envolvimento do aluno em sala de aula.&lt;br /&gt;• Convide pessoas da comunidade ou especialistas para falar para os alunos de forma&lt;br /&gt;a despertar o interesse dos mesmos sobre o conteúdo estudado e promover o&lt;br /&gt;desenvolvimento de habilidades.&lt;br /&gt;• Envolva os alunos em atividades de solução de problemas que os levem a transferir&lt;br /&gt;os objetivos de aprendizagem a situações em que a criatividade e outras habilidades&lt;br /&gt;superiores de pensamento (por exemplo, análise, avaliação, síntese) sejam&lt;br /&gt;empregadas.&lt;br /&gt;• Estimule os alunos a encontrar respostas para suas próprias questões por meio de&lt;br /&gt;projetos individuais (ex.: registro de atividades e descobertas em álbuns, cartazes,&lt;br /&gt;filmagens, gravações, desenhos, colagens) e atividades de exploração.&lt;br /&gt;• Envolva os pais no processo de aprendizagem de seus filhos (tutoria, acompanhamento&lt;br /&gt;no dever de casa).&lt;br /&gt;• Dê ao aluno oportunidade de escolha, levando em consideração seus interesses e&lt;br /&gt;1habilidades.&lt;br /&gt;• Dê oportunidades ao aluno de obter conhecimento pessoal acerca de suas&lt;br /&gt;habilidades, interesses e estilos de aprendizagem, oferecendo experiências de&lt;br /&gt;aprendizagem variadas.&lt;br /&gt;• Relacione os objetivos do conteúdo às experiências dos alunos.&lt;br /&gt;• Ofereça aos alunos informações que sejam importantes, interessantes,&lt;br /&gt;contextualizadas, significativas e conectadas entre si, levando em consideração os&lt;br /&gt;interesses e habilidades das crianças.&lt;br /&gt;• Oriente o aluno a buscar informações adicionais sobre tópicos de seu interesse,&lt;br /&gt;sugerindo fontes de informações diversificadas (livros, indivíduos, revistas, internet&lt;br /&gt;etc).&lt;br /&gt;• Estimule o aluno a avaliar seu desempenho em uma atividade ou tarefa.&lt;br /&gt;• Valorize produtos e idéias criativas.&lt;br /&gt;• Situe os alunos nos grupos com os quais melhor possa trabalhar. Dê oportunidade&lt;br /&gt;aos alunos de desenvolverem atividades com outros de mesmo nível de habilidade.&lt;br /&gt;• Ofereça ao aluno oportunidade de visitar e observar locais variados (ex.: parques,&lt;br /&gt;jardim zoológico, jardim botânico, teatros, comércio, galerias de arte, museus, lojinha&lt;br /&gt;de animais domésticos, feira, praça etc).&lt;br /&gt;• Evite rotular o aluno de superdotado. Trate as diferenças individuais como um fato&lt;br /&gt;natural. Lembre-se de que nem sempre o aluno superdotado terá um desempenho&lt;br /&gt;excelente em todas as áreas ou atividades.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Atendimento suplementar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Conforme as Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica (Brasil&lt;br /&gt;2001d), devem ser oferecidos serviços de apoio pedagógico especializado aos alunos com&lt;br /&gt;necessidades educacionais especiais. No caso do superdotado, sugere-se o atendimento&lt;br /&gt;suplementar para aprofundar e/ou enriquecer o currículo escolar. Este atendimento é realizado&lt;br /&gt;em salas de recursos, localizadas em escolas da rede regular de ensino, em horário contrário&lt;br /&gt;ao da sala de aula comum. A sala de recursos atende alunos oriundos da própria escola e de&lt;br /&gt;escolas próximas que não possuem tal serviço. O atendimento suplementar a alunos&lt;br /&gt;superdotados da educação infantil inicia-se por volta dos quatro anos de idade e tem como&lt;br /&gt;objetivo oferecer oportunidades para que eles explorem áreas de interesse, aprofundem&lt;br /&gt;conhecimentos já adquiridos e desenvolvam habilidades relacionadas à criatividade, resolução&lt;br /&gt;de problemas e raciocínio lógico. Além disso, esse atendimento contribui para o&lt;br /&gt;desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, como cooperação e autoconceito, e&lt;br /&gt;propicia ao aluno oportunidades para eles vivenciarem o processo de aprendizagem com&lt;br /&gt;motivação. É importante ressaltar que não é simples realizar, com precisão, um diagnóstico&lt;br /&gt;de superdotação para crianças da educação infantil, considerando-se que elas estão em fase&lt;br /&gt;inicial de desenvolvimento e que podem, ainda, ser muito estimuladas pela família. Nesse&lt;br /&gt;sentido, o atendimento em salas de recursos possibilita ao professor observar e acompanhar&lt;br /&gt;o desempenho do aluno e verificar se o mesmo pode ser caracterizado como uma criança com altas habilidades/superdotada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Saberes e Práticas da Inclusão - Altas habilidades/superdotação na Educação Infantil&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;PS&lt;/strong&gt;. Vale a pena consultar este material na íntegra; trouxe alguns recortes do documento apenas para título de conhecimento do assunto, mas é um tema que &lt;strong&gt;deve&lt;/strong&gt; ser aprofundado por todos nós enquanto educadores.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;-----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;nteligência em todos&lt;br /&gt;os seus alunos e não só queles que possuem um alto QI ou que tiram as melhores notas; desenvolver mportamentos uperdotados em todos aqueles que têm potencial; nutrir o potencial da criança, rotulando o serviço e não o aluno; e desenvolver uma grande variedade de alternativas ou opções para atender as necessidades de todos os estudantes"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Treffinger &amp;amp; Renzulli, 186).&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;pssoque marcaram a história por suas contribuições ao conhecimento e à cultura&lt;br /&gt;não slembradas pelas notas que obtiveram na escola ou pela quantidade de informações que conuim memorizar, mas sim pela qualidade de suas produções criativas, expressas em , ensaios, filmes, descobertas&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;científicas, etc." &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;(Renzulli &amp;amp; Reis, 1985, p. 5).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2tqrWGLMVI/AAAAAAAAA4s/tbsbFo1z6UM/s1600-h/Einstein.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434554668251033938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 114px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2tqrWGLMVI/AAAAAAAAA4s/tbsbFo1z6UM/s320/Einstein.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;QUE NOS MOSTRA A HISTÓRIA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;􀁠 O professor de música de Beethoven uma vez disse que, como compositor, ele era “sem&lt;br /&gt;esperança”.&lt;br /&gt;􀁠 Isaac Newton - que descobriu o cálculo, desenvolveu a teoria da gravitação universal,&lt;br /&gt;originou as três leis do movimento - tirava notas baixas na escola.&lt;br /&gt;􀁠 Albert Einstein tinha dificuldades de ler e soletrar e foi reprovado em matemática.&lt;br /&gt;􀁠 John Kennedy recebia em seus boletins constantes observações de “baixo rendimento” e tinha dificuldade em soletrar.&lt;br /&gt;􀁠 Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal porque ele “não tinha boas idéias e&lt;br /&gt;rabiscava demais”&lt;br /&gt;􀁠 Dr. Robert Jarvick foi rejeitado por 15 escolas americanas de medicina. Ele inventou o&lt;br /&gt;coração artificial.&lt;br /&gt;􀁠 Thomas Edison, que além da lâmpada elétrica inventou a locomotiva elétrica, o fonógrafo&lt;br /&gt;(que virou o gravador), o telégrafo e o projetor de cinema, foi um mau aluno, pouco assíduo e&lt;br /&gt;desinteressado. Saiu da escola e foi alfabetizado pela mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formulário para a identificação da superdotação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Reserve alguns minutos para listar os nomes dos alunos que venham primeiramente à sua mente quando você lê as&lt;br /&gt;descrições abaixo. Utilize esta lista como uma “associação livre” e de forma rápida. Não é necessário preencher todas&lt;br /&gt;as linhas. É provável que você encontre mais do que um aluno em cada descrição.&lt;br /&gt;01 Aprende fácil e rapidamente&lt;br /&gt;02 Original, imaginativo, criativo, não-convencional&lt;br /&gt;03 Amplamente informado; informado em áreas não comuns&lt;br /&gt;04 Pensa de forma incomum para resolver problemas&lt;br /&gt;05 Persistente, independente, auto-direcionado (faz coisa sem que seja mandado)&lt;br /&gt;06 Persuasivo, capaz de influenciar os outros&lt;br /&gt;07 Mostra senso comum; pode não tolerar tolices&lt;br /&gt;08 Inquisitivo, cético, curioso sobre o como e porque das coisas&lt;br /&gt;09 Adapta-se a uma variedade de situações e novos ambientes&lt;br /&gt;10 Esperto ao fazer coisas com materiais comuns&lt;br /&gt;11 Habilidades nas artes (música, dança, desenho etc.)&lt;br /&gt;12 Entende a importância da natureza (tempo, lua, sol, estrelas, solo, etc.)&lt;br /&gt;13 Vocabulário excepcional, verbalmente fluente&lt;br /&gt;14 Aprende facilmente novas línguas&lt;br /&gt;15 Trabalhador independente, mostra iniciativa&lt;br /&gt;16 Bom julgamento, lógico&lt;br /&gt;17 Flexível, aberto&lt;br /&gt;18 Versátil, muitos interesses, interesses além da idade cronológica&lt;br /&gt;19 Mostra insights e percepções incomuns&lt;br /&gt;20 Demonstra alto nível de sensibilidade, empatia com relação aos outros&lt;br /&gt;21 Apresenta excelente senso de humor&lt;br /&gt;22 Resiste à rotina e repetição&lt;br /&gt;23 Expressa idéias e reações, freqüentemente de forma argumentativa&lt;br /&gt;24 Sensível à verdade e à honra&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Galbraith e Delisle (1996, p. 14)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PS. Veja na íntegra este documento, contém informações importantes, aqui é só uma amostra do conteúdo... clique no endereço abaixo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004719.pdf"&gt;http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004719.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;ABAHSD Associação Brasileira para Altas habilidades/ Superdotados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;fundada em 19/11/1991, como seccional da Associação Brasileira para Superdotados é uma entidade da sociedade civil sem fins lucrativos que congrega pessoas interessadas em questões de inteligência, criatividade e superdotação.&lt;br /&gt;Tem por finalidade a inclusão social de pessoas com altas habilidades/superdotadas e o estímulo de suas potencialidades, de modo a favorecer-lhes a auto-realização.&lt;br /&gt;MISSÃO - Promover o pleno desenvolvimento do talento das pessoas com altas habilidades/superdotadas.&lt;br /&gt;LEMA - Talento não se desperdiça, estimula-se.&lt;br /&gt;OBJETIVOS FUNDAMENTAIS&lt;br /&gt;- Sensibilizar para a importância de se criar condições favoráveis ao desenvolvimento e aproveitamento do talento, da inteligência e da criatividade;&lt;br /&gt;- Contribuir para a formação e aperfeiçoamento de recursos humanos destinados à pesquisa, à identificação e ao atendimento de superdotados.&lt;br /&gt;- Colaborar com as entidades públicas e privadas responsáveis por formular e promover a política de atendimento e inclusão social das pessoas com altas habilidades/superdotadas.&lt;br /&gt;- Congregar pessoas físicas e jurídicas interessadas em questões de inteligência, criatividade e superdotação a fim de estabelecer intercâmbio de conhecimentos e experiências, coordenando seus esforços, estudos e ações.&lt;br /&gt;- Realizar estudos científicos e pesquisas sobre as pessoas com altas habilidades/superdotadas, particularmente quanto a sua identificação e atendimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ut.com.br/altashabilidades/index.htm"&gt;http://www.ut.com.br/altashabilidades/index.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;ConBraSD - Conselho Brasileiro para Superdotação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A área das altas habilidades/superdotação é relativamente nova no Brasil, e está cercada por muitos mitos que acentuam o desconhecimento deste tema em nossa comunidade.&lt;br /&gt;Embora se reconheça que os superdotados sejam peças-chave para o desenvolvimento dos países, os esforços feitos no sentido de promover a atualização deste potencial no nosso país ainda são tímidos e ineficientes, atingindo apenas uma pequena parcela da população.&lt;br /&gt;Reconhecendo esta necessidade e carência, criou-se o Conselho Brasileiro para Superdotação (ConBraSD), sociedade não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 29 de março de 2003 em Brasília - DF.&lt;br /&gt;Sua finalidade é a integração dos indivíduos mais capazes e o estímulo de suas potencialidades, de modo a favorecer-lhes a auto-realização e propiciar condições a fim de que se tornem fator de aceleração para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.conbrasd.com.br/"&gt;http://www.conbrasd.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO ANTENDER ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;anças superdotadas também precisam detendimento especializado. Saiba como agir com esse público&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar com alunos com altas habilidades requer, antes de tudo, derrubar dois mitos. Primeiro: esses estudantes, também chamados de superdotados, não são gênios com capacidades raras em tudo - só apresentam mais facilidade do que a maioria em determinadas áreas. Segundo: o fato de eles terem raciocínio rápido não diminui o trabalho do professor. Ao contrário, eles precisam de mais estímulo para manter o interesse pela escola e desenvolver seu talento - se não, podem até se evadir. A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que pelo menos 5% da população tem algum tipo de alta habilidade. No Brasil, até o ano passado, haviam sido identificados 2,5 mil jovens e crianças assim. Para dar um atendimento mais qualificado a esse público, o Ministério da Educação (MEC) criou em 2005 Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação em todos os estados. Apesar de ainda pouco estruturados, esses órgãos que têm o papel de auxiliar as escolas quando elas reconhecem alunos com esse perfil em suas salas de aula.&lt;br /&gt;Instituições não governamentais também apoiam professores e familiares que procuram ajuda para desenvolver talentos. Alguns exemplos são o &lt;a href="http://www.irs.org.br/" target="_blank"&gt;Instituto Rogério Sternberg&lt;/a&gt;, no Rio de Janeiro, e o &lt;a href="http://www.prograd.ufpr.br/napne.html" target="_blank"&gt;Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade Federal do Paraná&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os superdotados não são iguais e se dividem em vários perfis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas ressaltam que nem sempre esses alunos são os mais comportados e explicam que as altas habilidades são divididas em seis grandes blocos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Capacidade Intelectual Geral Crianças e jovens assim têm grande rapidez no pensamento, compreensão e memória elevadas, alta capacidade de desenvolver o pensamento abstrato, muita curiosidade intelectual e um excepcional poder de observação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aptidão Acadêmica Específica Nesse caso, a diferença está em: concentração e motivação por uma ou mais disciplinas, capacidade de produção acadêmica, alta pontuação em testes e desempenho excepcional na escola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pensamento Criativo Aqui se destacam originalidade de pensamento, imaginação, capacidade de resolver problemas ou perceber tópicos de forma diferente e inovadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Capacidade de Liderança Alunos com sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, capacidade de resolver situações sociais complexas, poder de persuasão e de influência no grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talento Especial para Artes Alto desempenho em artes plásticas, musicais, dramáticas, literárias ou cênicas, facilidade para expressar ideias visualmente, sensibilidade ao ritmo musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Capacidade Psicomotora A marca desses estudantes é o desempenho superior em esportes e atividades físicas, velocidade, agilidade de movimentos, força, resistência, controle e coordenação motora fina e grossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a reportagem na íntegra:&lt;br /&gt;Fonte: Revista nova Escola / &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/224.shtml" t="Índice da Edição 224" jquery1265405284609="34"&gt;Edição 224&lt;/a&gt; Agosto 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;====================================&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre superdotação / altas habilidades, clique no portal do MEC&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;====================================&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filmes que falam sobre Altas Habilidades/ Superdotação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentes que brilham&lt;br /&gt;Lances inocentes&lt;br /&gt;Gênio Indomável&lt;br /&gt;Uma mente Brilhante&lt;br /&gt;Sociedade dos Poetas Mortos&lt;br /&gt;Surpreenda-me se for capaz&lt;br /&gt;Encontrando Forrester&lt;br /&gt;Amadeus&lt;br /&gt;BrilhanteHackers-Piratas de Computador&lt;br /&gt;Código para o Inferno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5912757351797560741?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5912757351797560741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/02/inclusao-e-altas-habilidadessuperdotaca.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5912757351797560741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5912757351797560741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/02/inclusao-e-altas-habilidadessuperdotaca.html' title='Inclusão e Altas habilidades/superdotação'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2s-kLOvJvI/AAAAAAAAA4k/SCwkgjYmS_M/s72-c/altas+habilidades.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6267395408494902661</id><published>2010-02-03T13:25:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T13:31:44.535-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Auditiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Símbolo Internacional da Surdez</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2nqCbVKEtI/AAAAAAAAA4M/Z3PZflCzzQ8/s1600-h/Simbolo+da+surdez.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434131752816349906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 102px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2nqCbVKEtI/AAAAAAAAA4M/Z3PZflCzzQ8/s320/Simbolo+da+surdez.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;LEI N. 8.160, DE 8 DE JANEIRO DE 1991&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a caracterização de símbolo que permita a identificação de pessoas portadoras de deficiência auditiva.&lt;br /&gt;O Presidente da República:&lt;br /&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Artigo 1º - É obrigatória a colocação, de forma visível, do "Símbolo Internacional de Surdez" em todos os locais que possibilitem acesso, circulação e utilização por pessoas portadoras de deficiência auditiva, e em todos os serviços que forem postos à sua disposição ou que possibilitem o seu uso.&lt;br /&gt;Artigo 2º - O "Símbolo Internacional de Surdez" deverá ser colocado, obrigatoriamente, em local visível ao público, não sendo permitida nenhuma modificação ou adição ao desenho reproduzido no anexo a esta Lei.&lt;br /&gt;Artigo 3º - É proibida a utilização do "Símbolo Internacional de Surdez" para finalidade outra que não seja a de identificar, assinalar ou indicar local ou serviço habilitado ao uso de pessoas portadoras de deficiência auditiva.&lt;br /&gt;Parágrafo único - O disposto no caput deste artigo não se aplica à reprodução do símbolo em publicações e outros meios de comunicação relevantes para os interesses do deficiente auditivo, a exemplo de adesivos específicos para veículos por ele conduzidos.&lt;br /&gt;Artigo 4º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias, a contar de sua vigência.&lt;br /&gt;Artigo 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;Artigo 6º - Revogam-se as disposições em contrário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A película, que deve ser colada no vidro traseiro do carro, informa aos demais motoristas que o condutor não pode ouvir sons, como a buzina de veículos e sirenes de viaturas policiais e ambulâncias.O adesivo também pode ser usado nos vidros dianteiros, no intuito de mostrar a policiais e autoridades de trânsito que o condutor não pode ouvir, evitando, assim, possíveis desentendimentos.&lt;br /&gt;De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem no Brasil aproximadamente 5,7 milhões de brasileiros com algum grau de deficiência auditiva.DivulgaçãoSegundo a subgerente de condutores do Detran/ES, Giovana Camata, atendendo a uma solicitação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), cartazes e panfletos informativos sobre o símbolo estão sendo distribuídos para todas as Circunscrições Regional de Trânsito (Ciretrans) do Estado, além dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) e clínicas credenciadas.O objetivo é mostrar a todos os condutores a importância do respeito aos motoristas com deficiência auditiva no trânsito. Os cartazes e panfletos têm o seguinte slogan: "Para quem não consegue ouvir, este símbolo é a voz da razão. O respeito é a segurança de todos". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É preciso que os condutores saibam que este símbolo indica um motorista surdo ao volante. Para avisá-los de algo no trânsito, não adianta buzinar. O melhor é fazer sinais gestuais. Se as pessoas não entenderem o símbolo, ou não o respeitarem, podem ocorrer sérios inconvenientes, ressaltou Giovana.Os deficientes auditivos interessados em obter os adesivos devem procurar a Subgerência de Condutores, na sede do Detran/ES, em Vitória, o Ciretran ou o Posto de Atendimento Veicular (PAV) do seu município e apresentar o requerimento do adesivo (disponível nos mesmos), junto com laudo médico que ateste a deficiência, ou cópia autenticada. Após o procedimento, o condutor receberá a película em sua residência.&lt;br /&gt;Fonte: http://blogvozesdosilencio.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6267395408494902661?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6267395408494902661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/02/simbolo-internacional-da-surdez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6267395408494902661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6267395408494902661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/02/simbolo-internacional-da-surdez.html' title='Símbolo Internacional da Surdez'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S2nqCbVKEtI/AAAAAAAAA4M/Z3PZflCzzQ8/s72-c/Simbolo+da+surdez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5923169609695788626</id><published>2010-01-24T15:03:00.000-08:00</published><updated>2011-04-14T18:39:01.664-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Z.Mensagens relacionadas a deficiência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><title type='text'>A perfeição de Deus</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FZ-L8bmagRA/TaUCfuF1neI/AAAAAAAABNA/zaNjKS-E0_w/s1600/margarida.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TOOS32LqASE/TaUCZFO9GsI/AAAAAAAABM4/gao_J3pMp-4/s1600/margarida.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9u-oANpBIaA/TaUB5hvzU1I/AAAAAAAABMw/XX4STP7OI5c/s1600/Flores%2Bcaindo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S1zTR9XhcPI/AAAAAAAAA3s/OZ9F7tN1V5s/s1600-h/Perfei%C3%A7%C3%A3o+de+Deus.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; FLOAT: left; HEIGHT: 109px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430447556186435826" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S1zTR9XhcPI/AAAAAAAAA3s/OZ9F7tN1V5s/s320/Perfei%C3%A7%C3%A3o+de+Deus.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;No bairro do Brooklin, em Nova Iorque, Chush é uma escola dedicada ao ensino de crianças deficientes. Algumas crianças permanecem lá por toda a vida escolar,enquanto outras podem ser educadas em escolas normais. Em um jantar beneficente da escola, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos presentes.Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, ele disse: - "Onde está a perfeição em meu filho Shaya? Tudo o que Deus faz, é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como as outras crianças.Meu filho não pode lembrar-se de fatos ou números,como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus?" Todos ficaram chocados com aquela pergunta, com o sofrimento do pai. E ele continuou: - Eu acredito que quando Deus traz uma criança assim ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem a esta criança. Ele contou, logo após, a seguinte história sobre o seu filho Shaya: - Uma tarde, Shaya e eu caminhávamos por um parque onde alguns meninos que ele conhecia estavam jogando beisebol, e meu filho perguntou-me: - será que eles me deixarão jogar? - Eu sabia que meu filho não era atleta e que a maioria dos meninos não o queria no time. Mas entendi que se meu filho fosse aceito para jogar, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei se Shaya poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, procurando por aprovação dos seus companheirosde time. Mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade em suas próprias mãos e disse: - Nós estamos perdendo por seis rodadase o jogo já está na oitava rodada. Eu acho que ele pode juntar-se ao nosso time e nós tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.- Fiquei feliz quando Shaya abriu um grande sorriso. Pediram a ele para colocar uma luva e ir ao campo para jogar. No final da 8ª rodada o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo portrês. No final da 9ª rodada novamente alguns pontos foram marcados e agora, com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar. O time deixaria meu filho de fato bater nessa circunstância e jogar fora a chance de talvez ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o taco de beisebol a meu filho. Todos sabiam que era quase impossível, porque Shaya nem mesmo sabia segurar o taco. Porém,quando Shaya tomou posição, o lançador moveu-se alguns passos para arremessar a bola suavemente, de maneira que meu filho pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente o taco e perdeu. Um dos companheiros do time de meu filho foi até ele e juntos seguraram o taco e encararam o lançador. Este deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e seu companheiro de time balançaram o taco e juntos eles rebateram a lenta bola do adversário. O lançador apanhou-a e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base. Shaya estaria fora e com isto o jogo terminaria. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Todo o mundo começou a gritar: -Shaya, corra para a primeira base! Corra para a primeira! Nunca em sua vida ele havia corrido... Ele saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustados. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita ficou de posse da bola. Poderia ter lançado a bola ao segundo homem de base, o que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas, o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador e assim lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem de base. Todo o mundo gritou: -Corra para a segunda base! Corra para a segunda! Shaya correu para a segunda base enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, deu uma curta parada e o "adversário" colocou-o na direção da terceira base e todos gritaram: -Corra para a terceira! Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando: -Shaya, corra para a base principal! Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse ganhado o jogo para o time dele e vencido um campeonato. -Nesse dia - disse o pai docemente, e com lágrimas caindo sobre sua face - esses 18 meninos alcançaram a perfeição de Deus! Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto de meu filho! Algumas pessoas ainda se preocupam com as outras! Vamos ter a esperança de que todos podemos fazer a vida um pouco melhor para aqueles que nos cercam, e somente assim conseguiremos chegar à Perfeição de Deus!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;=========================&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;UM RECADO DE DEUS&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NDiIY0nJabQ/TaUDbxmyYYI/AAAAAAAABNI/LX1tktIoDCE/s1600/amor%2Bperfeito.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NDiIY0nJabQ/TaUDbxmyYYI/AAAAAAAABNI/LX1tktIoDCE/s1600/amor%2Bperfeito.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; FLOAT: left; HEIGHT: 154px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594881887785083266" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-NDiIY0nJabQ/TaUDbxmyYYI/AAAAAAAABNI/LX1tktIoDCE/s200/amor%2Bperfeito.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Um recado de Deus Aqueles que dispõem da visão perfeita, com certeza não podem avaliar a preciosidade que é ter noção de espaço, distâncias, cores - tudo o que os olhos oferecem todos os dias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por isso, ouvir o depoimento de uma senhora nova-iorquina, cega, que mora sozinha, é oportuno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Durante todo o inverno ela ficou dentro de casa a maior parte do tempo. Naquele dia de final de abril, a friagem amenizou e ela sentiu o perfume forte e estimulante da primavera. Seus ouvidos escutaram o canto insistente de um passarinho do lado de fora da janela. É como se a pequena ave a estivesse convidando a sair de casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Preparou-se, tomou a bengala e saiu. Voltou o rosto para o sol, deu-lhe um sorriso de boas-vindas, agradecida pelo seu calor e a promessa do verão. Caminhando tranqüila pela rua sem saída, escutou a voz da vizinha a lhe perguntar se não desejava uma carona. "Não", respondeu ela. As minhas pernas descansaram o inverno inteiro. As juntas estão precisando ser lubrificadas e um passeio a pé me fará bem. Ao chegar na esquina ela esperou, como era seu costume, que alguém se aproximasse e permitisse que ela o acompanhasse, quando o sinal ficasse verde. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os segundos pareceram uma eternidade. E ninguém aparecia. Nenhuma oferta de ajuda. Ela podia ouvir muito bem o ruído nervoso dos carros passando com rapidez, como se tivessem que conduzir os seus ocupantes a algum lugar, muito, muito depressa. Por um momento se sentiu só, desprotegida. Resolveu cantarolar uma melodia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Do fundo da memória, recordou-se de uma canção de boas-vindas à primavera, que havia aprendido na escola quando era criança. De repente, ela ouviu uma voz masculina forte e bem modulada:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Você me parece um ser humano muito alegre. Posso ter o prazer de sua companhia para atravessar a rua?" Ela fez que sim com a cabeça, sorriu e murmurou ao mesmo tempo um "sim". Delicadamente, ele segurou o braço dela. Enquanto atravessavam devagar, conversaram sobre o tempo e como era bom, afinal, estar vivo num dia daqueles. Como andavam no mesmo passo, era difícil se saber quem era o guia e quem era o guiado. Mal haviam chegado ao outro lado da rua, ouviram as buzinas impacientes dos automóveis. Devia ser a mudança de sinal. Ela se voltou para o cavalheiro, abriu a boca para agradecer pela ajuda e pela companhia. Antes que pudesse dizer uma palavra, ele já estava falando: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Não sei se você percebe como é gratificante encontrar uma pessoa tão bem disposta para acompanhar um cego como eu, na travessia de uma rua." ...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*** Às vezes, quando nos sentimos sós no universo, Deus nos manda uma imagem semelhante para diminuir nossa sensação de isolamento e disparidade. É sempre reconfortante conseguir perceber que, sejam quais forem as dificuldades e limitações que estejamos atravessando, sobre a terra existem outras tantas dezenas ou centenas de criaturas que, como nós, passam por situações semelhantes. E, o mais importante, lutam e vencem. É a mensagem viva de bom ânimo da divindade para as nossas próprias vidas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;========================&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;CARTA DE UM EXCEPCIONAL&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MAMÃE Num raro momento de felicidade, recobrei a consciência e por alguns instantes libertei-me do corpo. Livre dos embaraços físicos, pedi a Deus a oportunidade de comunicar-me com você. Sei o quanto sofre ao ver-me no corpo excepcional onde me abrigo como filho do teu coração, por isso quis falar-lhe: Saiba maezinha querida, antes de receber-me carinhosamente em seu ventre, eu era um náufrago nos mares espirituais do sofrimento, foi você a praia que me acolheu devolvendo-me a segurança. Não pense que se eu tivesse morrido ao nascer teria sido melhor para nós dois, é um engano cruel, pois o que mais importa para mim é viver , o seu amor é a força que pode prolongar-me a vida. O corpo disforme que hoje sustenta-me a vida,representa para mim um tesouro de bênçãos onde reeduco o meu espírito aprendendo a valorizar a vida que tantas vezes desprezei. Sei que sofres por eu não poder dar-lhe as alegrias de uma criança sadia, porém reconforta-me saber que para as mães como você, Deus reserva as alegrias celestiais. Ser mãe é missão natural das mulheres. Ser mãe de alguém como eu é missão que Deus só entrega a mulheres especiais como você. Vou retornar ao corpo, assim como uma ave que retorna ao ninho onde se abriga das tempestades, mas antes rogo a Deus que lhe abençoe, colocando nesta rogativa a força da gratidão de um filho que teve a felicidade de ter um Anjo como mãe. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5923169609695788626?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5923169609695788626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/01/perfeicao-de-deus.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5923169609695788626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5923169609695788626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2010/01/perfeicao-de-deus.html' title='A perfeição de Deus'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S1zTR9XhcPI/AAAAAAAAA3s/OZ9F7tN1V5s/s72-c/Perfei%C3%A7%C3%A3o+de+Deus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6070319003174023946</id><published>2009-12-17T14:11:00.000-08:00</published><updated>2010-07-10T14:58:24.461-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bullying contra alunos com deficiência'/><title type='text'>BULLYING CONTRA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SyqwWt1zvLI/AAAAAAAAA3E/uFq2DPcT6VM/s1600-h/bullyng.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416335406175337650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; CURSOR: hand; HEIGHT: 110px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SyqwWt1zvLI/AAAAAAAAA3E/uFq2DPcT6VM/s320/bullyng.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A violência moral e física contra estudantes com necessidades especiais é uma realidade velada. Saiba o que fazer para reverter essa situação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intencional definitivamente não pode ser encarado só como uma brincadeira natural da faixa etária ou como algo banal, a ser ignorado pelo professor. É muito mais sério do que parece. Trata-se de bullying. A situação se torna ainda mais grave quando o alvo é uma criança ou um jovem com algum tipo de deficiência - que nem sempre têm habilidade física ou emocional para lidar com as agressões. Tais atitudes costumam ser impulsionadas pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa. Em pesquisa recente sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência. Colocar em prática ações pedagógicas inclusivas para reverter essa estatística e minar comportamentos violentos e intolerantes é responsabilidade de toda a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conversar abertamente sobre a deficiência derruba barreiras&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando a professora Maria de Lourdes Neves da Silva, da EMEF Professora Eliza Rachel Macedo de Souza, na capital paulista, recebeu Gabriel**, a reação dos colegas da 1ª série foi excluir o menino - na época com 9 anos de idade - do convívio com a turma. "A fisionomia dele assustava as crianças. Resolvi explicar que o Gabriel sofreu má-formação ainda na barriga da mãe. Falamos sobre isso numa roda de conversa com todos (leia no quadro abaixo outros encaminhamentos para o problema). Eles ficaram curiosos e fizeram perguntas ao colega sobre o cotidiano dele. Depois de tudo esclarecido, os pequenos deixaram de sentir medo", conta. Hoje, com 13 anos, Gabriel continua na escola e estuda na turma da professora Maria do Carmo Fernandes da Silva. "A exclusão é uma forma de bullying e deve ser combatida com o trabalho de toda a equipe", afirma. De fato, um bom trabalho para reverter situações de violência passa pela abordagem clara e direta do que é a deficiência. De acordo com a psicóloga Sônia Casarin, diretora do S.O.S. Down - Serviço de Orientação sobre Síndrome de Down, em São Paulo, é normal os alunos reagirem negativamente diante de uma situação desconhecida. Cabe ao professor estabelecer limites para essas reações e buscar erradicá-las não pela imposição, mas por meio da conscientização e do esclarecimento. Não se trata de estabelecer vítimas e culpados quando o assunto é o bullying. Isso só reforça uma situação polarizada e não ajuda em nada a resolução dos conflitos. Melhor do que apenas culpar um aluno e vitimizar o outro é desatar os nós da tensão por meio do diálogo. Esse, aliás, deve extrapolar os limites da sala de aula, pois a violência moral nem sempre fica restrita a ela. O Anexo Eustáquio Júnio Matosinhos, ligado à EM Newton Amaral Franco, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, encontrou no diálogo coletivo a solução para uma situação provocada por pais de alunos. Este ano, a escola recebeu uma criança de 4 anos com deficiência intelectual e os pais dos coleguinhas de turma foram até a Secretaria de Educação pedir que o menino fosse transferido. A vice-diretora, Leila Dóris Pires, conta que a solução foi fazer uma reunião com todos eles. "Convidamos o diretor de inclusão da secretaria e um ativista social cadeirante para discutir a questão com esses pais. Muitos nem sabiam o que era esse conceito. A atitude deles foi motivada por total falta de informação e, depois da reunião, a postura mudou."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Seis soluções práticas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Conversar sobre a deficiência do aluno com todos na presença dele.&lt;br /&gt;- Adaptar a rotina para facilitar a aprendizagem sempre que necessário.&lt;br /&gt;- Chamar os pais e a comunidade para falar de bullying e inclusão.&lt;br /&gt;- Exibir filmes e adotar livros em que personagens com deficiência vivenciam contextos positivos.&lt;br /&gt;- Focar as habilidades e capacidades de aprendizagem do estudante para integrá-lo à turma.&lt;br /&gt;- Elaborar com a escola um projeto de ação e prevenção contra o bullying.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antecipar o que vai ser estudado dá mais segurança ao aluno&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender." Maria Aparecida de Sousa Silva Sá, professora do CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, PB. Foto: Leonardo Silva&lt;br /&gt;No CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, a 460 quilômetros de João Pessoa, a solução para vencer o bullying foi investir, sobretudo, na aprendizagem. Ao receber José, um garoto de 12 anos com necessidades educacionais especiais, a professora Maria Aparecida de Sousa Silva Sá passou a conviver com a hostilidade crescente da turma de 6ª série contra ele. "Chamavam o José de doido, o empurravam e o machucavam. Como ele era apegado à rotina, mentiam para ele, dizendo que a aula acabaria mais cedo. Isso o desestabilizava e o fazia chorar", lembra. Percebendo que era importante para o garoto saber como o dia seria encaminhado, a professora Maria Aparecida resolveu mudar: "Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender". Nas aulas seguintes, o aluno, que sempre foi quieto, começou a participar ativamente. Ao notar que ele era capaz de aprender, a turma passou a respeitá-lo. "Fiquei emocionada quando os garotos que o excluíam começaram a chamá-lo para fazer trabalhos em grupo", conta. Depois da intervenção, as agressões cessaram. "O caminho é focar as habilidades e a capacidade de aprender. Quando o aluno participa das aulas e das atividades, exercitando seu papel de aprendiz e contribuindo com o grupo, naturalmente ele é valorizado pela turma. E o bullying, quando não cessa, se reduz drasticamente", analisa Silvana Drago, responsável pela Diretoria de Orientação Técnica - Educação Especial, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Samara Oliboni, psicóloga e autora de tese de mestrado sobre bullying, diz que é preciso pensar a questão de forma integrada. "O professor deve analisar o meio em que a criança vive, refletir se o projeto pedagógico da escola é inclusivo e repensar até seu próprio comportamento para checar se ele não reforça o preconceito e, consequentemente, o bullying. Se ele olha a criança pelo viés da incapacidade, como pode querer que os alunos ajam de outra forma?", reflete. A violência começa em tirar do aluno com deficiência o direito de ser um participante do processo de aprendizagem. É tarefa dos educadores oferecer um ambiente propício para que todos, especialmente para os que têm deficiência, se desenvolvam. Com respeito e harmonia.&lt;br /&gt;** Os nomes dos alunos foram trocados para preservar a identidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Revista Nova Escola / Edição 228 /Dezembro de 2009 / Título original: Chega de Omissão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este vídeo é um trabalho de Ciências que fala sobre o Bullying, clique no endereço abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yDzZ4Eucv-0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=yDzZ4Eucv-0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTAL BULLYING - Centro de ajuda on line&lt;br /&gt;Lisboa / Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tânia Paias, mestre em saúde escolar, diz que a comunidade educativa sente falta de preparação para lidar com o fenómeno.&lt;br /&gt;Por outro lado, esta especialista chama a atenção para alguns comportamentos das crianças que se deve ter em atenção: “As rejeições de ir à escola, ter dores de cabeça, dores de barriga ou até outras questões como começarem a faltar coisas em casa. São alguns sinais de que algo não está a correr bem no espaço escolar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique no site e conheça mais sobre o portal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portalbullying.com.pt/"&gt;http://www.portalbullying.com.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Últimas Notícias sobre o tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPUTADOS APROVAM MEDIDAS CONTRA BULLYING EM ESCOLAS&lt;br /&gt;sexta-feira, 9 de julho de 2010&lt;br /&gt;Clipping Educacional - Agência Câmara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colégios terão de adotar ações preventivas. Projeto aprovado pela Comissão de A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira a obrigatoriedade de as escolas e os clubes de recreação adotarem medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate ao bullying.&lt;br /&gt;Termo sem tradução exata no português, o bullying é a prática de atos de violência física ou psíquica de modo intencional e repetitivo, exercida por indivíduo ou grupos de indivíduos, contra uma ou mais pessoas. O objetivo é constranger, intimidar, agredir, causar dor, angústia ou humilhação à vítima&lt;br /&gt;O texto aprovado é o substitutivo da deputada Maria do Rosário (PT-RS) ao Projeto de Lei 5369/09, do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), e a dois outros que tramitam anexados a ele: PLs 6481/09, do deputado Maurício Rands (PT-PE), e PL 6725/10, do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE).A proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8.069/90) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB - Lei 9.934/96), e define as seguintes formas de bullying: a exclusão de aluno do grupo social; a injúria, calúnia ou difamação; a perseguição; a discriminação; e o uso de sites, redes sociais ou comunicadores instantâneos para incitar a violência, adulterar fotos, fatos e dados pessoais - o chamado cyberbullying.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honra e orgulho&lt;br /&gt;A relatora, que aproveitou dispositivos dos três projetos originais, salientou que a intenção é combater a prática do bullying em todas as formas. "Essas circunstâncias acabam ferindo profundamente a honra e o orgulho da criança no seu desenvolvimento, com desdobramentos psicológicos muito graves", argumentou.&lt;br /&gt;Segundo Maria do Rosário, o texto aprovado não criminaliza condutas, mas busca garantir um melhor enquadramento do bullying como medida de proteção à criança e ao adolescente. Entre as medidas incluídas no substitutivo, há uma nova obrigação para os dirigentes de estabelecimentos de ensino e de recreação de comunicar ao Conselho Tutelar os casos de bullying e as providências adotadas para conter o abuso.&lt;br /&gt;A relatora tirou do texto aprovado o caráter autorizativo dos projetos originais, que previam a possibilidade de criação de um programa para combater a prática pelo Ministério da Educação. "Propostas que não geram nem direitos nem obrigações são inócuas", comentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;A proposta já foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e ainda será analisada, de forma conclusiva, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/"&gt;http://ultimosegundo.ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6070319003174023946?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6070319003174023946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/12/bulling-contra-alunos-com-deficiencia.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6070319003174023946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6070319003174023946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/12/bulling-contra-alunos-com-deficiencia.html' title='BULLYING CONTRA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SyqwWt1zvLI/AAAAAAAAA3E/uFq2DPcT6VM/s72-c/bullyng.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8632226282560553678</id><published>2009-12-10T17:46:00.000-08:00</published><updated>2010-10-07T17:40:18.269-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Visual'/><title type='text'>13 de Dezembro dia nacional do cego</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SyGnzr5eozI/AAAAAAAAA28/lt-Ep0ZtvMw/s1600-h/leitura+braile.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;O olho é o órgão responsável pela visão. Através dele podemos enxergar todas as coisas, ler, costurar, dirigir, assistir televisão, enfim, observar o mundo como ele é.&lt;br /&gt;Porém, a visão não é perfeita para algumas pessoas. Existem problemas como miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia dentre outros, que tornam o ato de enxergar imperfeito.&lt;br /&gt;Além desses problemas existem as pessoas que sofrem com a perda da visão, outras apresentam o problema desde o nascimento.&lt;br /&gt;Doenças como a rubéola podem causar problemas de visão nos bebês, caso a mãe seja contaminada no período de gestação.&lt;br /&gt;Existem também aqueles que são totalmente desprovidos de visão, os deficientes visuais ou cegos.&lt;br /&gt;Em razão desses problemas, foi criado um dia para essas pessoas, o dia 13 de dezembro, pelo presidente Jânio Quadros, que queria homenagear José Álvares de Azevedo, após este ter introduzido a leitura braile no Brasil.&lt;br /&gt;O jovem aprendeu esse método de leitura na França, onde havia estudado.&lt;br /&gt;No Brasil já existia o Imperial Instituto dos Jovens Cegos, que se localizava no Rio de Janeiro, criado por D. Pedro II. Hoje essa escola é mais conhecida como Instituto Benjamim Constant.&lt;br /&gt;Mas a data também é conhecida como o dia de santa Luzia, protetora da visão.&lt;br /&gt;A história da santa relata que a mesma fugiu de casa para não se casar com um homem que não gostava, pois na época os casamentos eram arranjados pelas famílias.&lt;br /&gt;O noivo de Luzia, revoltado, perseguiu a moça, entregando-a para as autoridades que a torturou, tendo os olhos arrancados. Porém, um milagre fez com que a moça recuperasse a visão, antes de sua morte, quando foi decapitada.&lt;br /&gt;Por esse motivo, tornou-se a santa protetora das pessoas com problemas de visão.&lt;br /&gt;Muitos anos se passaram e poucas coisas se modificaram para os deficientes visuais. O mundo não é adaptado para os mesmos, que são privados de várias coisas.&lt;br /&gt;Para termos noção do quanto a vida dos cegos é difícil, basta pensarmos sobre as coisas que fazemos em nosso dia a dia. Ao entrar em um elevador, muitos deles não possuem a linguagem em braile, feita com pontinhos que simbolizam as letras e os números. Como um cego pode andar em um elevador sem pedir auxílio? Os produtos vendidos nos supermercados também não trazem essa leitura, impedindo que o deficiente visual identifique-os. Dessa forma, é muito difícil que uma pessoa cega faça compras sozinha, sem depender de alguém para lhe ajudar.&lt;br /&gt;Mesmo com os recursos tecnológicos, ainda são grandes as dificuldades que eles sofrem. Ouvimos falar muito sobre a inclusão social, mas os deficientes visuais têm suas vidas privadas de muitas coisas que outras pessoas não sofrem. Precisamos repensar nossas atitudes e nossos valores quanto às diferenças físicas, pois todos merecem viver com dignidade, sendo tratados da mesma forma, tendo as mesmas oportunidades. Pense Nisso!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Por Jussara de Barros/Graduada em Pedagogia/Equipe Brasil Escola)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;..................................................................&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8632226282560553678?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8632226282560553678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/12/13-de-dezembro-dia-nacional-do-cego.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8632226282560553678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8632226282560553678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/12/13-de-dezembro-dia-nacional-do-cego.html' title='13 de Dezembro dia nacional do cego'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-501162593797153269</id><published>2009-11-26T05:02:00.000-08:00</published><updated>2010-10-02T17:48:55.980-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Curso de Musicografia Braille</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sw5-gF5QQMI/AAAAAAAAA2k/kOvranM5DjE/s1600/partitura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408399292321775810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 121px; CURSOR: hand; HEIGHT: 96px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sw5-gF5QQMI/AAAAAAAAA2k/kOvranM5DjE/s320/partitura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Curso Regular de Musicografia Braille em São Paulo &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo: Músicos, Educadores Musicais, estudantes de Música, pessoas com deficiência visual ou não.&lt;br /&gt;Objetivos: Conhecer a notação musical braille de acordo com o Manual Internacional de Musicografia Braille e as regras para transcrição de partituras.&lt;br /&gt;Responsável: Isabel Bertevelli.&lt;br /&gt;Local: Ordem dos Músicos do BrasilAv. Ipiranga, 318, Bloco A, 6º Andar, República - São Paulo / SP.&lt;br /&gt;Fone: (11) 3237-0777 - Fax: (11) 3237-3579.&lt;br /&gt;Dia - Horário: Segundas-feiras - 14 h às 16 h - Gratuito.&lt;br /&gt;Informações:&lt;br /&gt;Maria Cristina - &lt;a href="mailto:cristina@ombsp.com.br"&gt;cristina@ombsp.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Isabel Bertevelli &lt;a href="mailto:-isabertevelli@uol.com.br"&gt;-isabertevelli@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-501162593797153269?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/501162593797153269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/curso-de-musicografia-braille.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/501162593797153269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/501162593797153269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/curso-de-musicografia-braille.html' title='Curso de Musicografia Braille'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sw5-gF5QQMI/AAAAAAAAA2k/kOvranM5DjE/s72-c/partitura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-1311386124806417519</id><published>2009-11-17T18:07:00.000-08:00</published><updated>2009-11-17T18:22:03.523-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colaboradores'/><title type='text'>WINDOWS EYES</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Este tópico é colaboração de um aluno deficiente visual, 14 anos, cursando a 7a série do Ensino Fundamental&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O W&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SwNZbVM4TaI/AAAAAAAAA1s/NwEFLgDQ2w4/s1600/Windows+Eyes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405262303857233314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 111px; CURSOR: hand; HEIGHT: 111px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SwNZbVM4TaI/AAAAAAAAA1s/NwEFLgDQ2w4/s320/Windows+Eyes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;indows Eyes é um programa, um novo Windows.&lt;br /&gt;só que tem um porém: este programa é um Windows exclusivo para&lt;br /&gt;deficientes visuais.&lt;br /&gt;Um programa que se executa em modo narrator, lendo completamente a sua&lt;br /&gt;tela. Sei que no mercado, existem vários leitores: Dosvox, Virtual Vision e NVDA (Não vou citar aqui nenhum programa que seja craquiado ou pirata).&lt;br /&gt;O Virtual Vision pode ser adquirido (gratuito), basta ter conta no Bradesco ou no Banco Real. Já o NVDA e o Dosvox, pode ser feito download pela internet, no &lt;a href="http://www.cegueta.com/"&gt;http://www.cegueta.com/&lt;/a&gt; ou indo em downloads em leitores de tela. Mas, voltando a o assunto desta postagem: o Windows eyes, ou Windows narrator, é como o Windows XP, 2000 e&lt;br /&gt;outros; a grande diferença, é que ele supera todos estes leitores de tela do mercado, inclusive aquele programa estrangeiro, o Jaws for Windows. Seja que versão for do JAWS, o Windows narrator supera.&lt;br /&gt;Porém, como este programa é um Windows , os deficientes visuais deverão utilizá-lo num computador que não seja compartilhado com videntes, justamente por que não tem como desligar o modo narrator, e convenhamos, ninguém que enxerga vai querer esta voz buzinando no ouvido em quanto faz suas coisas no PC.&lt;br /&gt;Obs: Este Windows pode ser adquirido em qualquer instituição, como por exemplo o Laramara; a instalação deverá ser feita formatando o sistema, tirando o sistema operacional e colocando o Windows Eyes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinado: &lt;strong&gt;Ferrasso&lt;/strong&gt; (Apelido utilizado pelo aluno)&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-1311386124806417519?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/1311386124806417519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/windows-eyes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1311386124806417519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1311386124806417519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/windows-eyes.html' title='WINDOWS EYES'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SwNZbVM4TaI/AAAAAAAAA1s/NwEFLgDQ2w4/s72-c/Windows+Eyes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-923200866341751907</id><published>2009-11-12T01:49:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T03:49:09.678-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Como cegos diferenciam dinheiro?</title><content type='html'>As cédulas &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvcmmPeLTI/AAAAAAAAA1k/UtGQWfZraK4/s1600-h/dinheiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403154733619621170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvcmmPeLTI/AAAAAAAAA1k/UtGQWfZraK4/s320/dinheiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;de real apresentam diferenças perceptíveis no tato apenas quando estão novas. O Banco Central deve adotar modelo estrangeiro para que os cegos consigam identificar melhor os valores. O braile não é uma opção viável&lt;br /&gt;Laura Lopes&lt;br /&gt;Real As notas apresentam apenas marcas de relevo&lt;br /&gt;Em qualquer lugar do mundo é possível reconhecer o valor das notas de dinheiro. Seja na Índia, na China ou nos Estados Unidos, e nem precisa saber a língua nativa, nem mesmo ser alfabetizado. Só há uma exceção para essa regra: os deficientes audiovisuais. Como eles contam dinheiro? Aqui no Brasil, as moedas da segunda família (a segunda geração de moedas de real) possuem tamanhos e espessuras diferentes, algumas são serrilhadas nas bordas, justamente para serem diferenciadas por meio do tato. Já as cédulas têm marcas de relevo que se perdem com o uso. "Essas marcas são pouco perceptíveis, principalmente para os mais idosos. E, com o tempo, as notas vão perdendo o relevo", diz Regina Fátima Caldeira de Oliveira, deficiente visual e coordenadora da Revisão dos Livros Braille da Fundação Dorina Nowil, de São Paulo.&lt;br /&gt;Euro Cada valor tem um tamanho diferente, obedecendo à regra de quanto maior o valor, maior o tamanho. A nota também apresenta marcas táteis em relevo.&lt;br /&gt;A primeira solu&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvcCwxlTZI/AAAAAAAAA1U/fL8TCB4A-kk/s1600-h/dinheiro+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403154117971758482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvcCwxlTZI/AAAAAAAAA1U/fL8TCB4A-kk/s320/dinheiro+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ção que vem à cabeça é a inserção de caracteres em braile nas notas. Essa, no entanto, é uma saída pouco útil: o braile sairia com o desgaste das cédulas, assim como acontece com as marcas de relevo atuais. "Além disso, o braile é lido por muitas pessoas cegas, mas não por todas. A gente não quer braile nas notas", afirma Regina, que participou de reuniões com o Banco Central e a Casa da Moeda com entidades representativas dos deficientes visuais do país, para encontrar uma solução viável e prática para o problema. O BC comunga a opinião da Fundação Dorina. Segundo João Sidney, do chefe do departamento de Meio Circulante, "a tecnologia de impressão não tem sobrevida. Na terceira manipulação da nota, o braile já acaba". Apesar da concordância, pouca gente sabe que o braile não é o melhor caminho a seguir. No dia 27 de outubro, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encaminhou um ofício à Casa da Moeda solicitando informações sobre a viabilidade técnica para implantação desse sistema de leitura nas cédulas e moedas do país. A proposta, feita pelo conselheiro do Amazonas Edson de Oliveira, tem a melhor das boas intenções, em defesa dos direitos dos cegos, já q&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvbFjDKQ6I/AAAAAAAAA1E/Uc_cwfXoz7Q/s1600-h/dinheiro+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403153066315367330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvbFjDKQ6I/AAAAAAAAA1E/Uc_cwfXoz7Q/s320/dinheiro+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ue os mesmos não têm acesso à leitura das notas. Mas não funciona. "Há quem faça isso para melhorar e ajudar, mas devia falar com pessoas que lidam com o problema diriamente e que podem ter a melhor proposta", diz Regina.&lt;br /&gt;Austrália As notas têm tamanhos diferentes e são reconhecidas por meio de um gabarito&lt;br /&gt;Entre as propostas sugeridas nas reuniões entre as entidades e o governo, a que mais agrada Regina é o modelo adotado na Austrália e nos países que fazem parte da União Europeia (e usam o euro). Lá, as notas possuem tamanhos diferentes, crescendo à medida que o valor aumenta. O portador de deficiência visual recebe uma espécie de gabarito que indica o valor da nota, em braile. Ao colocar a nota dentro desse gabarito, sua ponta vai cair sobre o valor correspondente a ela. Serve mais para quem ainda não decorou o tamanho das notas ou não está acostumado àquela moeda.&lt;br /&gt;Canadá Além das notas terem furinhos arranjados de formas diferentes para cada valor (à dir.), um aparelhinho lê a nota e emite um sinal diferente para cada valor, por meio de voz, som ou vibração. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvbLnTELUI/AAAAAAAAA1M/mGxW-Z7WCBs/s1600-h/dinheiro+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403153170535034178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvbLnTELUI/AAAAAAAAA1M/mGxW-Z7WCBs/s320/dinheiro+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do BC, no entanto, o modelo canadense é que deve vigorar no Brasil. Segundo o chefe do departamento de Meio Circulante do Banco Central, não é necessário mexer no design ou tamanho do dinheiro. "O Canadá insere nas notas uma tinta invisível diferente para cada valor e distribui um aparelhinho subsidado que reconhece o magnetismo da tinta e emite um sinal para cada valor", afirma João Sidney. Trata-se de um aparelho pequeno, que pode ser levado no bolso e distribuído gratuitamente pelo Canadian National Institute for the Blind. Sobre o gabarito, adotado pelos australianos e europeus, Sidney diz que não é a melhor solução e, como o reconhecimento é feito pelo tato, pode levar a erros de interpretação. "Eu apostaria nessa tecnologia sonora", diz. Só não se sabe quando ela entrará em vigor.&lt;br /&gt;Fonte:revistaepoca.globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-923200866341751907?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/923200866341751907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/como-os-cegos-diferenciam-as-notas-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/923200866341751907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/923200866341751907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/11/como-os-cegos-diferenciam-as-notas-de.html' title='Como cegos diferenciam dinheiro?'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SvvcmmPeLTI/AAAAAAAAA1k/UtGQWfZraK4/s72-c/dinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-2533512056763951206</id><published>2009-10-18T17:33:00.000-07:00</published><updated>2009-11-03T03:35:35.177-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>DICAS E ADAPTAÇÕES PARA APLICAÇÃO DE MAQUIAGEM</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Stu05Jdl6rI/AAAAAAAAAx4/cEpm1q_2yFg/s1600-h/maquiagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394103872591882930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 96px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Stu05Jdl6rI/AAAAAAAAAx4/cEpm1q_2yFg/s320/maquiagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Usar maquiagem pode ser um assunto complicado se você for deficiente visual ou tem pouca visão. Talvez um amigo ou familiar bem intencionado já te desencorajou a usar cosméticos lhe dizendo que a aplicação de maquiagem é inapropriada ou desnecessária para uma pessoa que não pode ver – mas não é bem assim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maquiagem, quando aplicada de forma correta, pode melhorar a aparência e dar uma injeção de auto-estima.Use o seu senso de toque ao aplicar a maquiagem. Muitas mulheres que são deficientes visuais ou tem pouca visão são muito habilidosas ao aplicar a maquiagem usando o senso de toque e adição às esponjas e pincéis. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Usar os seus dedos lhes permite explorar os contornos da sua face, o desenho de seus lábios e a sua estrutura de ossos.Nesta sessão nós vamos te dar uma variedade de dicas e técnicas alternativas de aplicação de maquiagem que foram desenvolvidas e usadas com sucesso por mulheres de todas as idades que são cegas ou tem pouca visão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dicas e Adapações para aplicação de Maquiagem&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes que você comece, é aconselhável discutirmos algumas dicas genéricas de aplicações de maquiagem e algumas adaptações que podem ajudar se você é cega ou tem pouca visão:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Use bandanas ou arcos (tiaras) ao aplicar a maquiagem para colocar todo o seu cabelo fora do rosto. Isso é especialmente útil quando aplicar a base e maquiagens nos olhos;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mantenha um lenço ou papel toalha umidecidos próximos para remover maquiagem dos seus dedos;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Lave as suas mãos e dedos após cada passo no processo de aplicação de maquiagem para prevenir resíduos de maquiagem em outras áreas do rosto, roupas e acessórios;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Proteja a sua roupa colocando uma toalha em seu colo. Você pode também usar uma capa ou blusa grande ou um casaco de abotoar por cima para proteção adicional;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mantenha um pote ou pequeno vasilhame próximo para colocar os pincéis, tampas e partes. Isso pode prevenir que eles rolem para fora da sua área de trabalho;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Lembre-se que moda e maquiagem mudam com o tempo, assim como a moda em roupas mudam. Verifique periodicamente com amigos, família ou seu esteticista para ter certeza que seu visual ainda está na tendência da moda; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Guardar a sua maquiagem no refrigerador pode lhe dar uma temperatura diferente que pode facilitar a aplicação;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tenha certeza que a sua pele foi completamente limpa e seca antes de começar a aplicar maquiagem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maior parte das maquiagens tem a melhor aparência quando aplicada delicadamente e com um toque leve. Em geral, maquiagem mínima é usualmente a melhor opção inicialmente. Você pode sempre adicionar mais cor à sua face, mas é normalmente mais difícil remover o excesso de base, blush e sombra. Para ocasiões especiais, no entanto, uma maquiagem mais forte pode ser apropriada. Não hesite em perguntar por ajuda ou confirmação de sua família ou amigos.É uma dica segurar a sua mão contra o seu rosto ou com a sua outra mão quando aplicar cosméticos tipo máscara, delineador ou batom que requerem precisão e controle.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ao aplicar creme limpador, hidratante ou base&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tente seguir um padrão sistemático para garantir que você cobriu toda a sua face e pescoço:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Para cima e para fora do queixo para as orelhas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Do centro do nariz em direção às orelhas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Do topo do nariz para a testa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• movimentos circulares da testa para as bochechas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Gentilmente de abaixo dos olhos da área mais interna para a externa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Movimentos pequenos e circulares em volta dos lados do nariz&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Movimentos circulares no queixo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Acima na garganta cobrindo todo o pescoço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Contar o número de pinceladas (como nas sombras e blush) ou quantidade de base ou hidratante é uma boa maneira de ser consistente em sua rotina de aplicação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Por exemplo, uma moeda de 25 centavos na sua palma é usualmente suficiente para cobrir toda a sua face.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Certas aplicações como delinear as suas sobrancelhas pode exigir confirmação visual de um amigo ou familiar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Algumas pessoas preferem ter permanentemente tatoados o delineador e sobrancelhas. Se isso for importante para você, a escolha é sua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Tente seguir a mesma sequência sempre para manter uma lembrança do que já aplicou. A sequência sugerida é a seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Gel de Limpeza&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Hidratante&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Base&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Blush&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pó&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Sobrancelhas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Sombras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mascara&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Batom.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistainclusiva.wordpress.com/"&gt;http://revistainclusiva.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-2533512056763951206?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/2533512056763951206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/dicas-e-adaptacoes-para-aplicacao-de.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2533512056763951206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2533512056763951206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/dicas-e-adaptacoes-para-aplicacao-de.html' title='DICAS E ADAPTAÇÕES PARA APLICAÇÃO DE MAQUIAGEM'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Stu05Jdl6rI/AAAAAAAAAx4/cEpm1q_2yFg/s72-c/maquiagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-4012476053138477512</id><published>2009-10-18T11:01:00.000-07:00</published><updated>2010-01-24T16:19:35.161-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Z.Mensagens relacionadas a deficiência'/><title type='text'>UMA PROVA DE AMOR</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Svg-28oyu2I/AAAAAAAAA00/ME6JwfIgLNA/s1600-h/casal+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402136866741992290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 124px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Svg-28oyu2I/AAAAAAAAA00/ME6JwfIgLNA/s320/casal+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos morava em uma casinha humilde de madeira,tinham uma vida muito tranquila, alegre, a qual ambos se amavam muito, eram felizes. Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora.&lt;br /&gt;Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo. O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas imediatamente tenta ajuda-la e o fogo também atinge seus braços e mesmo em chamas consegue apagar o fogo.&lt;br /&gt;Quando chegaram os bombeiros já não havia mais fogo apenas fumaça e parte da casa toda destruída. Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave.&lt;br /&gt;Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, as chamas queimaram todo o seu rosto. Chegando no quarto de sua senhora, logo ela foi falando:&lt;br /&gt;- Tudo bem com você meu amor?&lt;br /&gt;- Sim, respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e eu não posso mais enxergar, mas fique tranquila amor que a sua beleza esta gravada em meu coração para sempre.&lt;br /&gt;Então triste pelo esposo, disse-lhe:&lt;br /&gt;- Deus vendo tudo o que aconteceu meu marido, tirou-lhe as vista para que você não presencie esta deformidade em que eu fiquei. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro.&lt;br /&gt;Passando algum tempo recuperados, voltaram para casa onde ela fazia tudo para seu querido esposo e ele todos os dias dizia-lhe:&lt;br /&gt;-Como eu te amo!&lt;br /&gt;E assim viveram 20 anos até que no do enterro da esposa, quando todos se despediam ele se aproximou sem seus óculos escuros e com sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão, beijando-a no rosto e acariciando sua amada disse em um tom apaixonante:&lt;br /&gt;- "Como você é linda meu amor eu te amo muito".&lt;br /&gt;Ouvindo e vendo aquela cena, um amigo que estava ao lado perguntou se o que tinha acontecido era um milagre, e olhando nos olhos dele o velhinho apenas falou:&lt;br /&gt;- "Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando a vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar .&lt;br /&gt;Foram vinte anos vivendo ambos muito felizes e apaixonados!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-4012476053138477512?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/4012476053138477512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/uma-prova-de-amor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4012476053138477512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4012476053138477512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/uma-prova-de-amor.html' title='UMA PROVA DE AMOR'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Svg-28oyu2I/AAAAAAAAA00/ME6JwfIgLNA/s72-c/casal+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5369644391931534029</id><published>2009-10-13T06:18:00.000-07:00</published><updated>2010-01-24T16:18:50.739-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Z.Mensagens relacionadas a deficiência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Visual'/><title type='text'>HOMENAGEM...</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392799353818878258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 109px; CURSOR: hand; HEIGHT: 122px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/StcScKVUkTI/AAAAAAAAAwM/CgPWrxVJfcU/s320/dia+do+professor+rosas.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A mensagem abaixo é referente à comemoração do Bi Centenário de Nascimento de Louis Braille. Aproveito a oportunidade e estendo min&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;ha homenagem àqueles que ensinam ou divulgam uma forma de comunicação diversa da convencional para que todas as pessoas possam ter oportunidade de exercer sua cidadania. Beijos no coração...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Homenagem aos emissários do Anjo Louis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite fria de 06 de janeiro de 1852, dois dias depois de completar 43anos de vida, o coração amoroso e solidário de Louis Braille deixou debater. Lentamente, a essência (que alguns chamam de alma, outros chamam de espírito e outros chamam de energia vital), foi se afastando do corpo físico e, guiada por sua propria luz, dirigiu-se ao Céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar diante do Criador, ajoelhou-se reverentemente e com voz suave falou:&lt;br /&gt;- Senhor, acabo de cumprir a missão que Vós me confiastes. Deixei na Terra o sistema de leitura e escrita que a Vossa Infinita Sabedoria me inspirou a criar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num gesto de profunda gratidão, o Senhor estendeu as mãos e tocou carinhosamente a cabeça de Louis, dizendo:&lt;br /&gt;- Meu filho, muito te agradeço por teres aceito essa nobre missão.Viveste sem a luz dos olhos durante quase quarenta anos unicamente para tornar digna a vida daqueles que escolheram a cegueira física como caminho para a evolução. Mas, mesmo tendo cumprido tão sublime desígnio, sinto que uma preocupação muito grande ocupa o teu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louis olhou para o Criador com surpresa por ter tido sua preocupação revelada, mas logo se lembrou de que estava diante d'Aquele que tudo sabia, e então falou:&lt;br /&gt;- Senhor, sei que meu tempo de permanência na Terra se esgotou, mas como não tive a oportunidade de ver meu sistema de leitura e escrita oficialmente reconhecido, para cá voltei com o temor de que ele venha a ser rejeitado e esquecido, o que, certamente, será uma grande tragédia para as pessoas cegas de todo o mundo terreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sorriso maravilhoso iluminou ainda mais a face do Senhor e com uma voz melodiosa e cálida Ele assim se pronunciou:&lt;br /&gt;- Fica tranquilo, meu mui amado filho! A Tua missão não acabou. De agora em diante, serás o responsável pela preparação daqueles que serão nossos emissários na Terra. Tu os orientarás para que lá chegando, eles se ocupem de garantir que o teu sistema se espalhe por todos os cantos onde haja crianças, jovens e adultos cegos. Eles cuidarão de que ele seja adaptado às necessidades de todos os idiomas e o manterão sempre atualizado e acessível a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas lágrimas de felicidade rolaram pelo pálido rosto de Louis e, depois de mais uma vez agradecer ao Senhor, ele se levantou e foi à procura dos seus primeiros discípulos. E desde então, milhares desses discípulos têm vindo à Terra, ora como professores, ora como transcritores, ora como revisores, ora como copistas voluntários, ora como dirigentes, ora como patrocinadores de livros, e graças a eles, há quase duzentos anos o Sistema Braille permanece como o sistema natural de escrita e leitura usado pelas pessoas cegas, permitindo a elas construir uma história de independência e cidadania. Muitos desses emissários têm escolhido o Brasil para desempenhar a sua missão. A todos esses enviados especiais do Anjo Louis, os sinceros agradecimentos das pessoas cegas de todo o Brasil!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Texto escrito por Regina Fátima Caldeira de Oliveira (Deficiente Visual) por ocasião do Concerto Comemorativo do Bicentenário de Louis Braille, realizado no dia 23 de agosto de 2009, no Teatro Paulo Autran, em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;.&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5369644391931534029?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5369644391931534029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/homenagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5369644391931534029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5369644391931534029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/homenagem.html' title='HOMENAGEM...'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/StcScKVUkTI/AAAAAAAAAwM/CgPWrxVJfcU/s72-c/dia+do+professor+rosas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8860560152133045729</id><published>2009-10-09T17:48:00.000-07:00</published><updated>2010-10-09T12:02:50.165-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Livro Acessível Universal</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_aiu00eII/AAAAAAAAAq8/AmSx9OAbyNA/s1600-h/logomarca-livro-acessivel.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390767569205753986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 176px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_aiu00eII/AAAAAAAAAq8/AmSx9OAbyNA/s320/logomarca-livro-acessivel.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Movimento pelo Livro Acessível:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros no Brasil ainda são produzidos somente em formato convencional, ou seja, brochuras de papel e impressos a tinta. Ele deixa excluído de seu acesso todo aquele que não possa ler ou manipular suas páginas. Pessoas cegas, com baixa visão, paralisadas ou amputadas de membros superiores, disléxicas, entre outras. Todos esses milhões de pessoas segregadas da leitura exigem o fim dessa vergonha. Exigem a imediata regulamentação da Lei do Livro - 10.753/03 - que vai fazer com que a indústria livreira respeite a diversidade do público leitor e passe a produzir livros em formato universal, permitindo o acesso do maior número possível de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Movimento pela Universidade Acessível:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Com o advento da lei de Cotas, que determinou a contratação de um percentual de pessoas com deficiência por empresas brasileiras, se popularizou a idéia de que estas pessoas não conseguem boas colocações por não serem bem formadas ou qualificadas. Pois bem, pretendemos mostrar que o problema não é das pessoas com deficiência e sim do sistema de ensino brasileiro que não possibilita às pessoas com alguma deficiência, um ambiente de estudos adequado, acessível, semelhante ao que é proporcionado às outras pessoas sem deficiência. O foco aqui será o nível superior, mas a precariedade apresentada pode ser extendida para todos os outros níveis, básico, fundamental e médio, sem sombra de dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Movimento pela TV Acessível:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os veículos de comunicação e informação brasileiros ainda estão bem longe de proporcionar a acessibilidade e inclusão de todos às suas programações e eventos. Cinemas, teatros, canais de televisão, shows e eventos carecem de ferramentas e dispositivos de acessibilidade que permitam o pleno desfrute e compreensão das informações para pessoas com alguma deficiência, visual ou auditiva. Por isso os recursos da Audiodescrição, o "Closed Caption", a janela de Libras, a dublagem, são recursos fundamentais para que esses veículos se tornem realmente democráticos e respeitem a cidadania de milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naziberto Lopes Oliveira &lt;a href="http://www.livroacessivel.org/"&gt;http://www.livroacessivel.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a id="conteudo" accesskey="2" href="http://livroacessivel.org/apresentacao-molla.php#conteudo" name="conteudo"&gt;MOLLA - Movimento pelo Livro e Leitura Acessíveis no Brasil.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentamos a história do MOLLA - Movimento pelo Livro e Leitura Acessíveis no Brasil, desde o seu nascimento, no início de 2007, até sua grande conquista que foi a confecção de uma proposta conjunta com os editores brasileiros para a regulamentação da lei 10.753/2003, que, após ser sancionada pelo Presidente Luis Ignácio Lula da Silva, irá incluir de maneira definitiva e na forma de consumidores, as pessoas com alguma deficiência que acarrete dificuldades ou impedimento para o acesso dos livros em formato convencional, isto é, fixados em papel e impressos a tinta.&lt;br /&gt;Pelo enunciado vocês podem perceber que não serão incluídas apenas as pessoas com deficiência visual, mas sim, qualquer pessoa com alguma deficiência que dificulte ou impeça a leitura do livro convencional. Isso amplia consideravelmente o público que será liberto das trevas e das correntes que os alienavam ou aprisionavam distantes dos livros e da leitura.&lt;br /&gt;Este movimento conseguiu uma projeção nacional, afinal, expressou em seu grito inicial os anseios de milhões de brasileiros com alguma deficiência que dificulta o acesso ao livro e a leitura convencionais e que atualmente se encontram excluídos, segregados, marginalizados do universo da informação e do conhecimento armazenado nos milhares de livros publicados todos os anos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://livroacessivel.org/abaixo-assinado-apresentacao.php"&gt;http://livroacessivel.org/abaixo-assinado-apresentacao.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;..........................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUDIOTECA SAL E LUZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros) de forma totalmente gratuita. Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a formade fita K7, CD ou MP3.&lt;br /&gt;Endereço: Rua Primeiro de Março, 125- 7ºAndar. Centro - RJ. CEP 20010-000&lt;br /&gt;Fone: (21) 2233-8007&lt;br /&gt;Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas&lt;br /&gt;Site: &lt;a style="COLOR: blue; TEXT-DECORATION: underline" href="http://audioteca.org.br/noticias.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://audioteca.org.br/noticias.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8860560152133045729?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8860560152133045729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/movimento-pelo-livro-acessivel-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8860560152133045729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8860560152133045729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/movimento-pelo-livro-acessivel-os.html' title='Livro Acessível Universal'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_aiu00eII/AAAAAAAAAq8/AmSx9OAbyNA/s72-c/logomarca-livro-acessivel.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5315980630728591194</id><published>2009-10-09T17:35:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T18:00:54.213-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>MEDICAMENTOS - Está dando para ler...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_ZTBOC_nI/AAAAAAAAAq0/v99zhekyGvo/s1600-h/medicamentos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390766199753866866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 101px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_ZTBOC_nI/AAAAAAAAAq0/v99zhekyGvo/s320/medicamentos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Demorou. Mas finalmente a Anvisa determinou que as bulas de medicamentos no Brasil sejam feitas para que possam ser lidas e entendidas. Vai aumentar o tamanho das letras, o espaço entre as palavras e as linhas. Mais: as informações serão apresentadas na forma de pergunta e resposta. Deficientes visuais terão agora o direito de pedir aos laboratórios que lhes forneçam bulas em braile ou em áudio. A indústria farmacêutica terá até o início de 2010 para se adaptar às novas exigências. E não vale subir os preços dos remédios.&lt;br /&gt;Fonte: Revista isto é independente&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2079/medicamentosesta-dando-para-ler-151577-1.htm"&gt;http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2079/medicamentosesta-dando-para-ler-151577-1.htm&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5315980630728591194?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5315980630728591194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/medicamentos-esta-dando-para-ler.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5315980630728591194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5315980630728591194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/10/medicamentos-esta-dando-para-ler.html' title='MEDICAMENTOS - Está dando para ler...'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss_ZTBOC_nI/AAAAAAAAAq0/v99zhekyGvo/s72-c/medicamentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-7434229794782036772</id><published>2009-09-16T18:01:00.000-07:00</published><updated>2010-04-03T12:47:57.960-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão: livros para estudo e trabalho em sala de aula'/><title type='text'>Inclusão: livros para estudo e trabalho</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CIRANDA DA INCLUSÃO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (6 livros e 2 CDS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGUwfuozkI/AAAAAAAAAkc/_YUtktFv__E/s1600-h/ciranda+da+inclus%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382246590556196418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGUwfuozkI/AAAAAAAAAkc/_YUtktFv__E/s320/ciranda+da+inclus%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Ciranda Cultural&lt;br /&gt;Autoras: &lt;/strong&gt;Marcia Honora e Mary Lopes Esteves Frizanco&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;em&gt;Esta coleção tem como objetivo esclarecer, aos profissionais de educação, algumas deficiências, para assim prepará-los para melhor receber seus alunos numa escola inclusiva.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(PS: Cada livro traz ainda, atividades para serem trabalhadas com os alunos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na coleção contém:&lt;br /&gt;Super VCD&lt;br /&gt;CD Rom/Áudio (2 em 1) + 6 livros&lt;br /&gt;esclarecendo as deficiências:&lt;br /&gt;Deficiência auditiva/ surdez&lt;br /&gt;Deficiência visual&lt;br /&gt;Deficiência Física&lt;br /&gt;Deficiência Intelectual e&lt;br /&gt;Problemas de Aprendizagem&lt;br /&gt;Múltipla Deficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre no site e conheça a coleção: &lt;a href="http://www.cirandadainclusao.com.br/"&gt;http://www.cirandadainclusao.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;OBS: Esta coleção também tem livros infantis que tratam das deficiências, para serem trabalhados em sala de aula para conscientização dos alunos. Verifique no site ou vá até marcadores, nesta página e clique sobre &lt;em&gt;"livros sobre deficiência para crianças".&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EDUCAÇÃ&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGdhG5Jl1I/AAAAAAAAAkk/sljtyDU_sbw/s1600-h/educa%C3%A7ao+inclusiva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382256221796013906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 248px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGdhG5Jl1I/AAAAAAAAAkk/sljtyDU_sbw/s320/educa%C3%A7ao+inclusiva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O INCLUSIVA: O que o professor tem a ver com isso?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Imprensa Oficial / Rede Saci&lt;br /&gt;Coordenação: Marta Gil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O livro relata experiências, conhecimentos e informações sobre como as escolas podem integrar crianças com algum tipo de deficiência. O texto, de autoria da jornalista e escritora Lia Crespo, foi complementado por informações do site da Rede SACI (&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.saci.org.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;www.saci.org.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;), especialmente do Observatório da Educação. Ricardo Ferraz assina as ilustrações, bem humoradas, que enfatizam o conteúdo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Clique no site abaixo e você poderá fazer sua pesquisa no livro; Boa Leitura!!&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://saci.org.br/pub/livro_educ_incl/redesaci_educ_incl.html"&gt;http://saci.org.br/pub/livro_educ_incl/redesaci_educ_incl.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;FONO NA ESCOLA&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 livros + 3 CDs + de&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGNEz30n9I/AAAAAAAAAkU/zsUodqGU28E/s1600-h/FONO+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382238143467790290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGNEz30n9I/AAAAAAAAAkU/zsUodqGU28E/s320/FONO+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 150 encartes com atividadesEsta coleção é o resultado de alguns anos de trabalho de uma fonoaudióloga e de uma pedagoga na assessoria para professores de uma rede pública do Estado de São Paulo.O intuito desta coleção é levar informações sobre os principais distúrbios fonoaudiólogos que os alunos apresentam até completarem o Ensino Fundamental I, ou seja, dez anos. O objetivo é que essas informações sejam transmitidas com linguagem acessível, clara e exemplificada, levando ao conhecimento do professor a teoria, os possíveis exames, o tratamento e as possíveis contribuições que a escola poderá oferecer para um melhor desenvolvimento do aluno, podendo mudar sua postura e entendimento frente a algumas alterações fonoaudiológicas frequentes nessa faixa etária.Não temos a intenção de que a professora, que já tem a sua função, venha desenvolver o papel de fonoaudióloga do aluno. Esse trabalho deverá ser realizado por um profissional competente da área, fora da escola.A intenção deste trabalho é que a professora de sala de aula possa ter um conhecimento sobre estes distúrbios e, de forma lúdica, auxiliar o aluno em suas necessidades, entendendo que muita coisa pode ser feita na escola.Esta coleção consta de três volumes, discutindo as mais frequentes patologias fonoaudiológicas que envolvem os alunos na faixa etária do Ensino Fundamental, e cada um deles traz os conhecimentos específicos da área da Fonoaudiologia e da Pedagogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volume 01:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIFICULDADES NA ESCRITA&lt;br /&gt;Dislexia&lt;br /&gt;Disgrafia&lt;br /&gt;Discalculia&lt;br /&gt;Disortografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volume 02 :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIFICULDADES NA AUDIÇÃO&lt;br /&gt;Uso de Aparelhos Auditivos&lt;br /&gt;Implante Coclear&lt;br /&gt;Distúrbio no Processamento Auditivo Centra&lt;br /&gt;Perdas Auditivas&lt;br /&gt;Otites de Repetição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volume 03:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIFICULDADES NA LINGUAGEM&lt;br /&gt;Aquisição de Linguagem&lt;br /&gt;Dislalia&lt;br /&gt;Atrasos de Linguagem&lt;br /&gt;Trocas de Letras&lt;br /&gt;Gagueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-380-0672-5Autoras: Márica Honora e Mary Lopes Esteves FrizancoEdição: 2009Editora: Ciranda Cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre no site e conheça a coleção: &lt;a href="http://www.cirandadainclusao.com.br/"&gt;http://www.cirandadainclusao.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGodmAkF2I/AAAAAAAAAk0/AE1YdoOmcdQ/s1600-h/Livro+Libras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382268256057038690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 90px; CURSOR: hand; HEIGHT: 124px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGodmAkF2I/AAAAAAAAAk0/AE1YdoOmcdQ/s320/Livro+Libras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;LIVRO ILUSTRADO DE LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro enfoca o conhecimento da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) através de campos semânticos de forma visual e elucidativa, tendo como objetivo diminuir a barreira de comunicação entre ouvintes e surdos.&lt;br /&gt;Cód. Barras: 9788538004929Reduzido: 2639466Acabamento : Capa dura com revestimento.Edição : 1ª Ed. / 2009Idioma : PortuguêsPaís de Origem : BrasilNúmero de Paginas : 352&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ciranda da Inclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;DOS SENTIDOS, PELOS SENTIDOS, PARA OS SENTIDOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentidos das pessoas com deficiência sensorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Elcie F. Salzano Masini (organizadora)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vetor Editora Psicopedagógica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Este é um livro sobre os caminhos e as diferentes maneiras de pessoas, na ausência dos sentidos de distância - visão e audição - obterem informações sobre o que as cerca e elaborarem esses dados, organizando e compreendendo o seu derredor. É um registro revelador da flexibilidade e da adaptabilidade humana, apresentado por um coro de vozes: de pessoas com deficiências sensoriais (cegueira, surdez; surdocegueira); de mães de pessoas com essas deficiências; de especialistas, profissionais da educação, da psicologia, da saúde; das Instituições que prestam serviços e assistência a pessoas com deficiências sensoriais. Oferece - se, aos interessados pelo tema, ilustrações de práticas de atendimento e conceitos teóricos que fundamentam os trabalhos nesta área multidisciplinar.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;OBS: Este livro trata especificamente da surdocegueira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia para Educação Especial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deficiências / Inclusão - Geral&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;1. BIANCHETTI, L.; FREIRE, I. M. Um Olhar sobre a Deficiência.&lt;br /&gt;Campinas: Papirus, 1998.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;2. MANTOAN, Maria Teresa Egler. Inclusão Escolar - O que&lt;br /&gt;é ? Por quê? Como Fazer? 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial&lt;br /&gt;no Brasil História e Políticas Públicas, SP, Cortez, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. MITTLER, Peter. Educação Inclusiva: Contextos Sociais.&lt;br /&gt;Porto Alegre: Art Med, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. ROSITA, Edler Carvalho. Educação Inclusiva com os Pingos&lt;br /&gt;nos Is. 2. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma&lt;br /&gt;Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. STAINBACK, S. STAINBACK, W. Inclusão: um guia para&lt;br /&gt;educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes&lt;br /&gt;Médicas Sul, 1999.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografias Específicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Deficiência Auditiva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;8. GOES, M. C. R. de. Linguagem, Surdez e Educação. Campinas,&lt;br /&gt;SP: Autores Associados, 1996.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;9. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição&lt;br /&gt;humana numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo, SP:&lt;br /&gt;Plexus: 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. SKLIAR, Carlos. A Surdez: um Olhar sobre as Diferenças.&lt;br /&gt;3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deficiência Física&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;11. BASIL, Carmen. Os alunos com paralisia cerebral: desenvolvimento&lt;br /&gt;e educação. In: COLL,C.; PALACIOS,J.; MARCHESI, A.&lt;br /&gt;Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas&lt;br /&gt;especiais e aprendizagem escolar. Vol.3 Porto Alegre: Artes&lt;br /&gt;Médicas, 1995 (pp 252-271).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deficiência Mental&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;12. AMERICAN ASSOCIATION ON MENTAL RETARDATION.&lt;br /&gt;Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio.&lt;br /&gt;Tradução por Magda França Lopes. 10. Ed. Porto Alegre: Artmed,&lt;br /&gt;2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. OMS - Organização Mundial da Saúde, CIF: Classificação&lt;br /&gt;Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde [Centro&lt;br /&gt;Colaborador da Organização Mundial da Saúde para a Família&lt;br /&gt;de Classificações Internacionais, org.; coordenação da tradução&lt;br /&gt;Cassia Maria Buchalla]. São Paulo: Editora da Universidade de&lt;br /&gt;São Paulo - EDUSP; 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deficiência Visual&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;14. AMORIN, Célia Maria Araújo de e ALVES, Maria Glicélia.&lt;br /&gt;A criança cega vai à escola: preparando para alfabetização.&lt;br /&gt;Fundação Dorina, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. LIMA, Eliana Cunha, NASSIF, Maria Christina Martins e&lt;br /&gt;FELLIPE, Maria Cristina Godoy Cruz. Convivendo com a baixavisão:&lt;br /&gt;da criança à pessoa idosa. Fundação Dorina, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-7434229794782036772?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/7434229794782036772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/livros-sobre-inclusao.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/7434229794782036772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/7434229794782036772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/livros-sobre-inclusao.html' title='Inclusão: livros para estudo e trabalho'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGUwfuozkI/AAAAAAAAAkc/_YUtktFv__E/s72-c/ciranda+da+inclus%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-4900444914921632854</id><published>2009-09-16T16:15:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T16:23:58.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Disney Inclusiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrFzdJnAA9I/AAAAAAAAAj0/1sf91fsAlJk/s1600-h/Disney.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382209974317351890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 100px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrFzdJnAA9I/AAAAAAAAAj0/1sf91fsAlJk/s320/Disney.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a title="Audio Description - ou DURATEQ - é o novo aparelho desenvolvido pela Disney, HP e Softeq para os seus visitantes com necessidades especiais - deficientes visuais" href="http://blig.ig.com.br/acessivelparatodos/2009/05/12/audio-description-ou-durateq-e-o-novo-aparelho-desenvolvido-pela-disney-hp-e-softeq-para-os-seus-visitantes-com-necessidades-especiais-deficientes-visuais/"&gt;Audio Description - ou DURATEQ - é o novo aparelho desenvolvido pela Disney, HP e Softeq para os seus visitantes com necessidades especiais - deficientes visuais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa nova ferramenta foi desenvolvida com o objetivo de possibilitar aos visitantes com problema de visão a desfrutarem das mais famosas atrações da Disney como Haunted Mansion ou Pirates of the Caribbean, por meio de ricas narrações descritivas.&lt;br /&gt;A sincronização de tais descrições também só é possível graças a uma tecnologia de localização e sincronização - patenteada pela própria Disney - e que possibilita a troca de informações do aparelho com uma série de dispositivos dispostos ao longo dos 04 (quatro) parques temáticos existentes no Walt Disney World Resort. Os sinais são captados pelo aparelho que automaticamente faz a sincronia do narração. Observe-se que a narração do aparelho é totalmente diferente daquela já existente para a atração, muito mais rica em detalhes, exatamente com o objetivo de transmitir ao visitante aspectos que apenas aqueles com boa visão poderiam até então desfrutar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Curiosidade:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A colaboração entre a HP e a Disney vem de longa data, desde 1938 quando os fundadores da HP: Bill Hewlett e Dave Packard disponibilizaram o equipamento utilizado pela Disney para acrescentar o efeito “surround” no filme Fantasia.&lt;br /&gt;O aparelho pode ser retirado no Guest Relations através de um depósito de US$100.00, que é restituído quando da devolução da sua devolução.&lt;br /&gt;Destaque-se que também já era oferecido aos visitantes portadores de deficiências visuais, outros aportes como: mapas dos parques em braile e também um Walkman - também disponível por meio de um depósito caução de US$25.00 - onde o usuário pode escolher para que funcione como um “audio guide”, mais semelhante a um guia; ou, como um “audio tour”, esse sim mais descritivo, com informações sobre as atrações. Todavia, é de se imaginar que tais dispositivos caiam em desuso com o advento desta nova tecnologia, ou seja, o Audio Description.&lt;br /&gt;As atrações que funcionam, atualmente, com o Audio Description são as seguintes: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Magic Kingdom:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;The Enchanted Tiki Room Under New Management&lt;br /&gt;Pirates of the Caribbean&lt;br /&gt;Haunted Mansion&lt;br /&gt;It’s a Small World&lt;br /&gt;Peter Pan’s Flight&lt;br /&gt;Snow White’s Scary Adventures&lt;br /&gt;The Many Adventures of Winnie the Pooh&lt;br /&gt;Mickey’s Country House&lt;br /&gt;Minnie’s Country House&lt;br /&gt;Buzz Lightyear’s Space Ranger Spin&lt;br /&gt;Tomorrowland Transit Authority &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Epcot:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Spaceship Earth&lt;br /&gt;Universe of Energy&lt;br /&gt;Journey into Imagination&lt;br /&gt;Honey I Shrunk the Audience&lt;br /&gt;Living with the Land&lt;br /&gt;Turtle Talk with Crush&lt;br /&gt;O’Canada&lt;br /&gt;Impressions de France&lt;br /&gt;The American Adventure&lt;br /&gt;Reflections of China&lt;br /&gt;Gran Fiesta Tour Starring The Three Caballeros &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Disney’s Hollywood Studios:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Indiana Jones Epic Stunt Spectacular&lt;br /&gt;Jim Henson’s Muppet*Vision 3D&lt;br /&gt;Walt Disney: One Man’s Dream&lt;br /&gt;Magic of Disney Animation&lt;br /&gt;Beauty and the Beast: Live on Stage &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Disney’s Animal Kingdom:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;It’s Tough to be a Bug!&lt;br /&gt;Pangani Forest Exploration Trail&lt;br /&gt;Maharajah Jungle Trek &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Com o objetivo de também atender aos deficientes auditivos, no aparelho também são exibidas legendas com a descrição sincronizada das atrações.&lt;br /&gt;Destaque-se que, inicialmente, tal dispositivo somente estará disponível no idioma inglês&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Fonte: Marta Gil&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-4900444914921632854?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/4900444914921632854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/disney-inclusiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4900444914921632854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4900444914921632854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/disney-inclusiva.html' title='Disney Inclusiva'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrFzdJnAA9I/AAAAAAAAAj0/1sf91fsAlJk/s72-c/Disney.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5989906376537014845</id><published>2009-09-04T16:44:00.000-07:00</published><updated>2010-04-03T12:48:33.161-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão: livros para estudo e trabalho em sala de aula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><title type='text'>Livro: "DEFICIENTE MENTAL Por que fui um?"</title><content type='html'>&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Encontrei este livro em minhas pesquisas de leitura e achei interessante para compartilhar com voces mais este ítem. O tema é pertinente ao conteúdo deste blog, mas tem um enfoque diferente que nos leva a reflexão de coisas que transcendem a matéria, o espaço e o tempo. Beijos à todos...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SqGmtMgShRI/AAAAAAAAAiU/yD_djSe5U9A/s1600-h/pq20638.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377762725438063890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 120px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SqGmtMgShRI/AAAAAAAAAiU/yD_djSe5U9A/s320/pq20638.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De Antonio Carlos com Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;Contra capa: Todos nós nos perguntamos por que algumas pessoas nascem normais e outras com deficiência mental ou física. Acaso? Destino? Ou há explicação mais lógica e profunda para isso?A convite de Antônio Carlos, alguns espíritos que viveram uma encarnação como deficiente mental vêm nos responder a essas e a outras dúvidas de forma clara e precisa, mostrando-nos que a bondade e a justiça de Deus estão sempre presentes em todos os acontecimentos de nossa vida. Mais que um livro, uma homenagem sincera e carinhosa às pessoas que cuidam, amam e orientam aqueles que por algum motivo passam uma encarnação com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editora: PETIT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;PS: Se você quiser conhecer o conteúdo do livro: clique no site abaixo; digite o título; em seguida clique sobre o livro. Abrirá uma tela onde aparecerá na íntegra todos os capítulos; é só usar a barra lateral de rolagem para mudar as páginas. Boa Leitura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://books.google.com.br/"&gt;http://books.google.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5989906376537014845?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5989906376537014845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/indicacao-de-livro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5989906376537014845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5989906376537014845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/09/indicacao-de-livro.html' title='Livro: &quot;DEFICIENTE MENTAL Por que fui um?&quot;'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SqGmtMgShRI/AAAAAAAAAiU/yD_djSe5U9A/s72-c/pq20638.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6458662995691123837</id><published>2009-08-05T19:43:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T07:22:45.375-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recursos para Educação Inclusiva'/><title type='text'>Recursos e Tecnologias Inclusivas</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Tecnologias e recursos materiais que podem ser utilizados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a name="s25"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos em tecnologias e recursos que auxiliam a criança ou adolescente com deficiência na sala de aula, devemos lembrar que eles não são recursos que magicamente farão o aluno superar suas dificuldades. Qualquer que seja o auxílio pensado, sempre passa pela percepção que o professor tem sobre as dificuldades e possibilidades de seu aluno. O auxílio só faz sentido a partir desta relação. Por isso, dizemos que não há regras, existem sugestões para ajudar o professor a pensar em possibilidades, mas isto sempre será posterior a este primeiro contato e conhecimento prévio do professor em relação a criança ou adolescente.&lt;br /&gt;Os alunos com deficiências geralmente usam os mesmos recursos materiais que os demais alunos. Existem, no entanto, adaptações que podem ser necessárias para facilitar a realização de atividades para quem possui alguma limitação motora, sensorial ou cognitiva. Esses recursos são chamados de “ajudas técnicas” ou “tecnologias assistivas”.&lt;br /&gt;Infelizmente, esses recursos são caros para a maioria das pessoas com deficiência. É aí que entra a criatividade da professora que engrossa o lápis com fita adesiva para que o aluno possa segurá-lo melhor e, sem saber, também está fazendo tecnologia assistiva, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Lembre-se que:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• as adaptações devem auxiliar o aluno e o professor;&lt;br /&gt;• a necessidade de cada aluno com deficiência é única ; portanto, a família e ele mesmo devem participar da criação e da escolha dos recursos que podem ajudá-lo;&lt;br /&gt;• o recurso deve sempre ser reavaliado pelo aluno e pelo professor, para ter certeza de que está realmente sendo útil e como pode ser aprimorado ou substituído;&lt;br /&gt;• as adaptações também podem servir para facilitar o uso do banheiro, da cozinha ou do refeitório, do pátio, das quadras, dos parques, dos auditórios, das salas de aula e de informática, ou seja, todos os ambientes escolares freqüentados pelos alunos podem necessitar de adaptações.&lt;br /&gt;Muitas vezes, nós, professores — depois de algumas tentativas frustradas com o aluno com deficiência — acabamos concluindo, erroneamente, que a criança não tem condições de aprender.&lt;br /&gt;Nesses momentos, é bom lembrar que cada caso é um caso. Confie na sua criativi&amp;shy;dade, no seu bom senso e, principalmente, na opinião do aluno. Se não conseguir resolver a dificuldade, talvez seja interessante buscar a opinião de profissionais da área de reabilitação ou especializados em educação de crianças com deficiência. Pessoas com formações diversas podem abordar a dificuldade sob perspectivas diferentes, o que pode ser útil em situações mais complexas.&lt;br /&gt;Ao observar um aluno, não olhe apenas as dificuldades. É importante verificar as habilidades e as formas que ele usa para vencer desafios. Se achar que vale à pena mudar ou incrementar essas estratégias, converse com o aluno e, acima de tudo, respeite a opinião dele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Como saber qual é o recurso que seu aluno precisa?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Aqui vão algumas sugestões, baseadas na experiência de outros professores:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• Observe o aluno durante as aulas, o intervalo, a hora da entrada e saída e demais atividades escolares. Preste atenção nas dificuldades e soluções que ele adota para lidar com suas limitações;&lt;br /&gt;• Converse com o aluno e pergunte se ele acha que precisa de outros recursos;&lt;br /&gt;• Avalie e defina com o aluno quais as atividades que podem ser facilitadas com uso de materiais pedagógicos adaptados ou tecnologias assistivas para as atividades da vida diária;&lt;br /&gt;• Converse com o aluno, sua família e colegas de sala para encontrar soluções. Converse com outros profissionais que também trabalham com o aluno;&lt;br /&gt;• Pesquise produtos disponíveis no mercado, materiais e objetos baratos que podem ajudar a desenvolver habilidades. Pense nas formas de construir este objeto;&lt;br /&gt;• Considere todas as opiniões, especialmente, as do aluno, e faça a escolha, considerando os recursos financeiros. Desenhe as propostas ou faça um modelo, se for possível;&lt;br /&gt;• Faça parcerias com a comunidade: faculdades, escolas SENAI, marcenarias, oficinas de costuras, metalúrgicas, que podem ajudar a desenvolver e construir o equipamento;&lt;br /&gt;• Em conjunto com o aluno, escolha o melhor processo de confecção do equipamento;&lt;br /&gt;• Incorpore o recurso às atividades escolares, observe e pergunte ao aluno sobre como se sente;&lt;br /&gt;• Verifique se o objeto cumpriu plenamente sua finalidade e se as condições do aluno mudam com o tempo, ou se é necessária alguma mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante relembrar que as tecnologias assistivas vão desde uma fita crepe colocada nos cantos do papel para que a folha não escorregue com os movimentos involuntários de um aluno com deficiência motora, a criação de um jogo da memória com desenhos feitos em relevo (com cola plástica, dentre outras alternativas) até um software adaptado para que os cegos possam ter acesso ao computador. Portanto, não se assuste professor! Uma boa dose de criatividade fará com que você encontre soluções simples para facilitar o aprendizado de seus alunos.&lt;br /&gt;Caso não disponha de nenhum recurso material, você pode pedir para que um outro aluno segure a folha para que a pessoa com deficiência motora possa fazer sua atividade. O importante é que, mesmo sem recursos, você encontre soluções para que seu aluno possa acompanhar as atividades da sala de aula. O que conta verdadeiramente é a sensibilidade do professor em relação ao aluno e a disponibilidade para encontrar soluções que o ajudem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Equipamentos que todos podem aprender a usar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Recursos para Deficientes visuais:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;• Reglete (tipo de régua para se escrever em braile) - O papel fica preso entre essa régua e um pedaço de madeira. Com a punção (um pino com ponta de metal afiada) faz os buraquinhos que formarão as palavras em alto relevo do lado do avesso. A escrita é feita da direita para a esquerda e a leitura da esquerda para a direita;&lt;br /&gt;• Punção é o lápis - ou a caneta da pessoa cega;&lt;br /&gt;• Máquina braile - é a máquina de escrever usada pelas pessoas cegas. Possui nove teclas. Para digitar, basta fazer as combinações de pontos em relevo, pressionando as teclas;&lt;br /&gt;• Mapa tátil para ensinar geografia e informar sobre a localização de lugares para pessoas cegas. Pode ser feito recobrindo-se os mapas comuns com materiais com texturas diferentes ou com areia, argila, massinha etc.;&lt;br /&gt;• Lupas, lentes de aumento e réguas de leitura.&lt;br /&gt;• Soroban - é um instrumento de cálculo de origem oriental, formado por continhas de madeira ou de plástico enfiadas em arames. Ele é vantajoso como material de apoio ao ensino da matemática por ser um recurso tátil, de fácil manejo e de custo reduzido. Com ele o estudante aprende concretamente os fundamentos da matemática, as ordens decimais e seus respectivos valores, as quatro operações e mesmo cálculos mais complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Recursos para os Surdos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os surdos baseiam-se também nas pistas visuais. &lt;a name="s28"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A utilização de recursos visuais adequados facilita a compreensão do que está sendo ensinado. Alguns desses recursos são: objetos, filmes, fitas de vídeo, fotos, gravuras de livros e revistas e desenhos etc A escrita e ainda o uso da língua de sinais, da mímica, da dramatização, de expressões faciais e corporais de gestos naturais e espontâneos ajudam a dar significado ao que está sendo estudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A criança surda e a comunicação &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a name="s29"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;• Alguns pais preferem que seus filhos aprendam a falar, outros preferem que aprendam a Língua Brasileira de Sinais, chamada também de Libras. Há os que querem que seus filhos aprendam ambas as línguas;&lt;br /&gt;• Não devemos esquecer que a própria criança ou adolescente tem o direito de escolher qual o tipo de comunicação que prefere utilizar. Alguns sentem-se mais à vontade para se expressarem através da língua de sinais, e outros através da língua portuguesa. Isto deve ser respeitado;&lt;br /&gt;• Para que possa expressar seus desejos e suas necessidades, a criança surda deve aprender algum tipo de linguagem;&lt;br /&gt;• A escola precisa preparar a criança surda para a vida em sociedade, oferecendo-lhe condições para aprender um código de comunicação que permita sua participação na sociedade;&lt;br /&gt;• Jogos, desenhos, dramatizações, brincadeiras de faz-de-conta, histórias infantis ajudam a aquisição da linguagem e a aprendizagem de conceitos e regras de um código de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Recursos para deficiência motora&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A crianças com deficiência motora têm dificuldade para segurar o lápis e coordenar os movimentos podem ter maior independência com a utilização de algumas adaptações nos materiais escolares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Experimente:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;• Os lápis podem ter seu diâmetro engrossado por várias camadas de fita crepe, argila, espuma, massa do tipo epóxi ou outro material;&lt;br /&gt;• Evitar o uso de cadernos que são difíceis de fixar na mesa; prefira a folha solta de tamanho A4 ou papel manilha (papel de embrulho);&lt;br /&gt;• Prender o papel nos quatro can&amp;shy;tos com fita crepe larga e que suporte os movimentos de traça&amp;shy;do da criança;&lt;br /&gt;• Atividades preparadas pelo professor com traçado grosso feito com pincel atômico em tamanho grande para melhor visualização, per&amp;shy;cepção e entendimento da criança;&lt;br /&gt;• Traçados de desenhos, letras, números feitos na cor preta em papel branco;&lt;br /&gt;• Prancha elevatória para aproximar a folha, caderno, livro, etc e melhorar visualização e manipulação do aluno;&lt;br /&gt;• Para a criança na fase de construção da escrita, faça linhas com pincel atômico e espaço entre linhas de acordo com o tamanho da letra do aluno. O espaço entre as linhas pode ser diminuído gradativamente;&lt;br /&gt;• Para a criança com dificuldade de percepção espacial (não consegue encontrar determinada letra no meio de outras, perdendo-se e frustando-se), experimente isso: numa tira de cartolina ou papel cartão nas cores branca ou preta, faça um buraco retangular de tamanho suficiente para destacar uma letra ou número. Basta deslizar a janela sobre o papel para o aluno localizar e reconhecer letra ou número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Estratégias e orientações pedagógicas para a educação de crianças com necessidades educacionais especiais: dificuldades acentuadas de aprendizagem: deficiência física. [livro] Brasília:MEC;SEESP,2002, P. 69.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;RECURSOS PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/011.shtml"&gt;Edição Especial&lt;/a&gt; Nova Escola Agosto 2007 (Veja Reportagem na íntegra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpD25euNbI/AAAAAAAAAhs/oG2FOErZ4Eg/s1600-h/Rec.+ed.+inclusiva.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366676516387042738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 230px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpD25euNbI/AAAAAAAAAhs/oG2FOErZ4Eg/s320/Rec.+ed.+inclusiva.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Para quem não enxerga ou não consegue se movimentar, equipamentos, objetos e brinquedos inclusivos possibilitam um aprendizado mais fácil&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;TECLADO VERSÁTIL&lt;br /&gt;Matheus Levien Leal, 10 anos, está na 4a série e tem paralisia cerebral e baixa visão. Ele usa um teclado com várias lâminas, trocadas de acordo com a atividade. A de escrita, por exemplo, tem cores contrastantes e letras grandes. O equipamento é programado para ajustar o intervalo entre os toques, evitando erros causados por movimentos involuntários.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A criança chega à escola sem falar ou mexer braços e pernas. É possível ensiná-la a ler, por exemplo? Sim, e na sala regular. Para quem tem deficiência, existe a tecnologia assistiva, composta de recursos que auxiliam na comunicação, no aprendizado e nas tarefas diárias. As chamadas altas tecnologias são, por exemplo, livros falados, softwares ou teclados e mouses diferenciados. "Existem recursos para comandar o computador por meio de movimentos da cabeça, o que ajuda quem tem lesão medular e não move as mãos", afirma a fisioterapeuta Rita Bersch, diretora do Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, em Porto Alegre, onde as crianças que aparecem nesta reportagem são atendidas. Já as baixas tecnologias são adaptações simples, feitas em materiais como tesoura, lápis ou colher. Com o mesmo intuito de promover a inclusão, há brinquedos que divertem crianças com e sem deficiência. Os mostrados aqui foram feitos por alunos de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina. Já os livros táteis são do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, de Florianópolis. O educador da classe regular pode procurar esses materiais na sala de atendimento educacional especializado (a sala de apoio). "Nela, o professor especializado oferece recursos e serviços que promovem o acesso do aluno ao conhecimento escolar. Por isso, o diálogo entre os dois profissionais é fundamental", afirma Rosângela Machado, coordenadora de Educação Especial do município de Florianópolis. Confira alguns materiais que podem favorecer a aprendizagem da sua turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIGITAÇÃO SEM ERROS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpFNidp5II/AAAAAAAAAh0/D1Hnk-0JI-M/s1600-h/Rec.+ed.+inclusiva2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366678004857169026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpFNidp5II/AAAAAAAAAh0/D1Hnk-0JI-M/s320/Rec.+ed.+inclusiva2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O suporte, colocado sobre o teclado, chama-se colméia. Ele impede que o estudante com dificuldade motora pressione a tecla errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUM&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpGDGRmC1I/AAAAAAAAAh8/-ecnP13NJD4/s1600-h/Rec.+ed.+inclusiva3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366678925003328338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpGDGRmC1I/AAAAAAAAAh8/-ecnP13NJD4/s320/Rec.+ed.+inclusiva3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; PISCAR DE OLHOS&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O acionador faz a função do clique do mouse e pode ser ativado ao bater ou fechar a mão, puxar um cordão, piscar, soprar, sugar... O aparato pode ser colocado em qualquer parte do corpo do aluno. Com ele, é possível acessar livros virtuais, brincar com jogos e até digitar, usando um teclado virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOGOS COLORIDOS &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpG9bCGacI/AAAAAAAAAiE/PwsfgWqrtGk/s1600-h/Rec.+ed.+inclusiva4.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366679927007898050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 252px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpG9bCGacI/AAAAAAAAAiE/PwsfgWqrtGk/s320/Rec.+ed.+inclusiva4.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;João Vicente Fiorentini, 10 anos, tem deficiência física e está na2a série. Por causa da dificuldade de segurar o lápis, ele usa materiais adaptados e aprende a escrever com jogos feitos de tampinhas e cartões plastificados. O material permite a João ainda relacionar cores e quantidades. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6458662995691123837?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6458662995691123837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/recursos-para-educacao-inclusiva.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6458662995691123837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6458662995691123837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/recursos-para-educacao-inclusiva.html' title='Recursos e Tecnologias Inclusivas'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpD25euNbI/AAAAAAAAAhs/oG2FOErZ4Eg/s72-c/Rec.+ed.+inclusiva.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-9125123911697951561</id><published>2009-08-05T19:23:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T03:33:41.829-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><title type='text'>Deficiência Mental</title><content type='html'>&lt;em&gt;COMO IDENTIFICAR SINAIS DE DEFICIÊNCIA MENTAL EM SALA DE AULA&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Deficiência mental &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;• Atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor (a criança demora para firmar a cabeça, sentar, andar, falar);&lt;br /&gt;• Dificuldade no aprendizado (dificuldade de compreensão de normas e ordens, dificuldade no aprendizado escolar).&lt;br /&gt;• É preciso que haja vários sinais para que se suspeite de deficiência mental. Um único aspecto não pode ser considerado como indicativo de qualquer deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que você pode fazer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Nem sempre é fácil o diagnóstico da deficiência mental, porque os sinais podem ser indicadores de problemas de outra ordem, como as questões emocionais que interferem no aprendizado. Portanto, o professor deve ser cuidadoso e procurar descartar esta possibilidade antes de encaminhar a família para um diagnóstico de deficiência.&lt;br /&gt;Este tipo de diagnóstico é feito por uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, médico e assistente social. Tais profissionais, atuando em equipe, têm condições de avaliar o indivíduo em sua totalidade, ou seja, o assistente social através do estudo e diagnóstico familiar (dinâmica de relações, situação da pessoa com deficiência na família, aspectos de aceitação ou não das dificuldades da pessoa, etc.) analisará os aspectos sócio culturais; o médico através de entrevista detalhada e exame físico (recor&amp;shy;rendo a avaliações laboratoriais ou de outras especialidades, sempre que necessário) analisará os aspectos biológicos e finalmente o psicólogo que, através da entrevista, observação e aplicação de testes, provas e escalas avaliativas específicas, avaliará os aspectos psicológicos e nível de deficiência mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Dicas de convivência&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Mitos sobre deficiência mental&lt;br /&gt;• Toda pessoa com deficiência mental é doente;&lt;br /&gt;• Pessoas com deficiência mental morrem cedo, devido a “graves” e “incontornáveis” problemas de saúde;&lt;br /&gt;• Pessoas com deficiência mental precisam usar remédios controlados;&lt;br /&gt;• Pessoas com deficiência mental são agressivas e perigosas, ou dóceis e cordatas;&lt;br /&gt;• Pessoas com deficiência mental são generalizadamente incompetentes;&lt;br /&gt;• Existe um culpado pela condição de deficiência;&lt;br /&gt;• Meio ambiente pouco pode fazer pelas pessoas com deficiência;&lt;br /&gt;• Pessoas com deficiência mental só estão “bem” com seus “iguais”;&lt;br /&gt;• Para o aluno com deficiência mental, a escola é apenas um lugar para exercer alguma ocupação fora de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Como tratar pessoas com deficiência mental?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• Aja naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência mental;&lt;br /&gt;• Trate-a com respeito e consideração, de acordo com sua idade;&lt;br /&gt;• Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa;&lt;br /&gt;• Dê atenção a ela, converse e vai ver como pode ser agradável;&lt;br /&gt;• Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência mental levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Alunos com deficiência mental&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;• Não subestime a inteligência das pessoas com deficiência mental! Encoraje as perguntas e a expressão de suas opiniões;&lt;br /&gt;• Não superproteja as pessoas com deficiência mental. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário;&lt;br /&gt;• Valorize mais o processo do que o resultado. Mas não ignore os resultados, eles também devem ser esperados e cobrados do aluno com deficiência m e n t a l ;&lt;br /&gt;• Promova a participação em atividades estimulantes e diversificadas;&lt;br /&gt;• Respeite as preferências, os gostos e as decisões da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte Livro: Educação Inclusiva: O que o professor tem a ver com isto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nômades, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais" Declaração de Salamanca, UNESCO, 1994&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O TEMPO DE CADA UM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/011.shtml"&gt;Edição Especial&lt;/a&gt; NovaEscola 08/2007 (veja reportagem na íntegra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno_q8wOZVI/AAAAAAAAAhc/3ERoKUHm6G4/s1600-h/Tempo+de+cada+um.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366671913060820306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno_q8wOZVI/AAAAAAAAAhc/3ERoKUHm6G4/s320/Tempo+de+cada+um.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Aos 7 anos, este garoto atento ao exercício nem sequer pronunciava o próprio nome: Henrique. Sua família pouco sabia como ajudá-lo. Na escola, ele pôde conhecer a si mesmo, o manejo das coisas, as outras crianças... Estudar foi a primeira porta aberta para o desenvolvimento, que ele encontrou num ensino que respeita O TEMPO DE CADA UM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje a escola é a sua casa", conta Regina Graner, professora da 4ª série da EMEF Professor Taufic Dumit, em Piracicaba, a 160 quilômetros de São Paulo."Ele conversa, participa das aulas e troca idéias com os colegas."Para Henrique Michel da Silva, é uma grande conquista. Aos 10 anos, está aprendendo a comandar a própria vida, que antes era dominada pela deficiência mental.Além de ter dificuldade para falar e se fazer entender, ele não conseguia comer nem se vestir sozinho. Sua mãe achava isso um impedimento insuperável."Ele sempre foi mais lento para aprender as coisas", justificava a dona-de-casa Elisângela de Fátima Oliveira da Silva quando era indagada pela professora do filho.Elisângela não imaginava do que Henrique seria capaz se fosse incentivado de maneira adequada. Foi com a ajuda da professora Marta Giuste da Silva, na 1a série, que ele conseguiu dizer seu nome claramente pela primeira vez. "Comecei um trabalho com ele desde a pronúncia", diz a educadora. Daí em diante, o processo deslanchou. O menino revelou-se um dedicado aprendiz na sala de aula, daqueles que não se calam cada vez que têm uma dúvida. Ao mesmo tempo, a professora conversou muito com a mãe de Henrique e conscientizou-a de que a escola regular tinha a obrigação de receber seu filho.Na sala de apoio, o garoto contou com uma professora para ajudá-lo a se desenvolver no que tinha mais dificuldade. Com o tempo, passou a ler histórias por meio de imagens e a contá-las aos amigos. "Ele já monta pequenas frases, desenha e organiza livrinhos", diz a educadora especializada Maria Aparecida Valelongo Cunico.Há pouco tempo, o destino provável de Henrique seria uma classe só com crianças com o mesmo quadro de retardo mental.Hoje, seu direito de estudar na escola regular vem sendo respeitado, ainda que falte à maioria das pessoas entender o que é deficiência mental."É um atraso na adaptação ao aprendizado, ao convívio social e às funções motoras", explica o psiquiatra José Belisário Cunha, da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (Abenepi), em Belo Horizonte.Quem tem deficiência é capaz de muita coisa: ler, escrever, fazer contas, correr, brincar e até ser independente. "A grande novidade é que, se a criança for estimulada a descobrir seu potencial, as dificuldades deixam de persistir em tudo o que ela faz", afirma Belisário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Independente desde cedo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpBDGs3HGI/AAAAAAAAAhk/3n2DSZEHpig/s1600-h/Tempo+de+cada2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366673427559554146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SnpBDGs3HGI/AAAAAAAAAhk/3n2DSZEHpig/s320/Tempo+de+cada2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É muito comum a família de uma criança com deficiência querer fazer tudo por ela. "É difícil se conter diante das dificuldades", diz Belisário. "Mas na escola, no meio da garotada, qualquer um aprende a se virar sozinho." Para o psiquiatra, as instituições e classes especiaisnão colheram grandes frutos justamente por terem assumido o papel de protetoras. Ir ao banheiro sozinho, fazer exercícios em grupo e brincar no recreio são estímulos que contribuem para o desenvolvimento intelectual do aluno.O casal de agricultores gaúchos Marlene e Reni Wasen, da cidade de Sapiranga, na Grande Porto Alegre, soube de antemão que seu filho viria ao mundo com síndrome de Down,provocada por uma anomalia genética. Ígor Wasen, 9 anos, aprendeu muita coisa desde cedo.Começou a andar com 1 ano e 7 meses e parou de usar fraldas quando ainda era bebê.Na creche, tomava banho e vestia-se sozinho. Ele cresceu e continuou independente. Nos bailes da cidade, aonde vai até hoje com a família, desgarra-se dos pais para dançar e comprar refrigerante. "Não se perde nem no meio de mil pessoas", diz a mãe. Quando não tem muita lição de casa, o guri se oferece para ajudar os pais a carregar lenha.Mesmo com esses precedentes animadores, o garoto surpreendeu Marlene e Reni quando escreveu seu nome logo no início da 1a série da EMEF Pastor Frederico Schasse, em Morro Reuter, a 80 quilômetros da capital gaúcha. Ígor já escreve um pouco em português, mas, na hora de falar, o idioma alemão é praticamente lei na comunidade onde vive."Só falamos português quando tem visita", diz a mãe.Em decorrência da síndrome de Down, o menino tem alguma dificuldade de se expressar. Ainda bebê, começou a ir à fonoaudióloga na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para tratar o distúrbio.Até hoje, visita uma especialista toda semana. E, na sala de aula, dá-lhe ouvir histórias. Assim, a professora Dirce Sauzen o estimula a conversar sobre elas com os colegas.Ígor ainda tem pouca destreza com as letras, mas se sai muito bem em jogo de memória e no quebra-cabeças. Quando percebeu a facilidade do garoto para associar pecinhas, a professora aproveitou para reunir materiais que tivessem desenhos, palavras e números. "Ele consegue resolver mais rápido os exercícios que exigem montagem e organização", conta Dirce.&lt;br /&gt;Ígor é prova de que a deficiência pode falar mais alto numa habilidade, mas pouco influi em outras."Se um aluno se dá mal em Matemática, pode ter afinidade em área que não depende do raciocínio lógico", afirma Belisário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Atividades e estratégias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROPORÇÃO&lt;br /&gt;O desenvolvimento da coordenação motora pode ser mais lento em crianças que têm deficiência mental. Uma das maneiras de estimular o aluno a dominar seus movimentos é fazê-lo escrever o nome em folhas de papel de diferentes tamanhos. Assim, ele também visualiza a necessidade de aumentar ou diminuir a letra de acordo com o espaço.&lt;br /&gt;INTEGRAÇÃO&lt;br /&gt;É muito comum uma criança com deficiência mental ter problemas de oralidade. Por isso, aulas que estimulem o aluno a contar histórias são bem-vindas. É importante dar continuidade à atividade com bate-papos na classe sobre os personagens ou sugerindo que os estudantes dêem o próprio final à trama e o apresentem aos colegas. A atividade deve sempre ser feita com a turma toda.&lt;br /&gt;VARIEDADE&lt;br /&gt;Diversifique os meios de acesso ao conteúdo na sala de aula. Crianças com deficiência mental (e sem deficiência também) nem sempre aprendem por meio de folhas com exercícios impressos, livros didáticos ou material concreto de Matemática. Elas podem se identificar mais com músicas, passeios, desenhos, vídeos ou debates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Conheça a Edição sobre Educação Especial e Inclusão: visite o site &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/026.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/026.shtml&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAIBA MAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o documento do MEC que fala sobre a Deficiência Mental (2006), clique no endereço abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-9125123911697951561?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/9125123911697951561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/o-tempo-de-cada-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/9125123911697951561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/9125123911697951561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/o-tempo-de-cada-um.html' title='Deficiência Mental'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno_q8wOZVI/AAAAAAAAAhc/3ERoKUHm6G4/s72-c/Tempo+de+cada+um.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3912413426080287673</id><published>2009-08-05T18:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T03:34:06.846-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><title type='text'>Cada um aprende de um jeito</title><content type='html'>&lt;a title="Índice da Edição 192" href="http://revistaescola.abril.uol.com.br/edicoes-impressas/192.shtml"&gt;dição 192&lt;/a&gt; Nova Escola 05/2006 (Veja reportagem completa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professores propõem a alunos de 1ª a 8ª série com deficiência as mesmas atividades planejadas para os demais&lt;br /&gt;A lei é categórica: todas as crianças e jovens de 6 a 14 anos devem estar matriculados na rede regular de ensino, sem exceção. Entre os objetivos que se apresentam, está o de ensinar os conteúdos curriculares de uma forma que permita também aos que têm deficiência mental aprender. Para alcançá-lo, é necessário respeitar o ritmo e os limites de cada aluno e propor as mesmas atividades a toda a turma.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cor no material&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno7r13cgwI/AAAAAAAAAhE/iTvsqklcr0Q/s1600-h/Cada+um.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366667530345415426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno7r13cgwI/AAAAAAAAAhE/iTvsqklcr0Q/s320/Cada+um.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Crianças e jovens com deficiência mental geralmente têm dificuldade de se concentrar por muito tempo. Para prender a atenção delas, são recomendadas atividades dinâmicas e que envolvam muitas cores. Leila Splendore, coordenadora de Matemática da Escola Viva, tem uma estratégia simples: usar gizes coloridos ao escrever no quadro e dar lápis de cor e canetinhas para os alunos fazerem seus registros nos cadernos. Ela também cria jogos com tabuleiros bem coloridos em que utiliza elementos do cotidiano da turma: números de duas casas, que podem ser relacionados à idade dos alunos, e papéis representando cédulas de real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os cinco se&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno81AA7_PI/AAAAAAAAAhM/rwVJyOBxynA/s1600-h/Cada+um5.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366668787200031986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 155px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno81AA7_PI/AAAAAAAAAhM/rwVJyOBxynA/s320/Cada+um5.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ntidos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Utilizar materiais com diferentes texturas, estimular o olfato dos alunos e fazê-los aguçar os ouvidos são estratégias valiosas. Para divertir a turma do 1º ano do Ensino Fundamental e prender a atenção de Clayton Deutschle (segurando o livro), 10 anos, a professora Juliana Zimmer, da escola Professor Francisco Weiler, inicia as aulas com dança e canto. Na hora da leitura, ela pede que as crianças façam gestos e produzam sons relacionados ao enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Atividade manual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno9cF0Zi9I/AAAAAAAAAhU/7xU8CrUz7Jk/s1600-h/Cada+um6.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366669458772954066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno9cF0Zi9I/AAAAAAAAAhU/7xU8CrUz7Jk/s320/Cada+um6.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando um aluno termina a atividade antes dos colegas, pode começar a tumultuar a aula ou tirar a concentração dos demais. A criança com deficiência mental não é diferente. Ela muitas vezes perde o interesse pelas tarefas. Por isso, é importante sempre deixar na sala materiais de artes para que todos possam colar, pintar, desenhar, moldar ou bordar no tempo livre. Essas atividades ajudam também a melhorar a concentração dos alunos com deficiência. No contato com a arte, Valentina Chaluleu, 15 anos, aluna da 7ª série da Escola Viva, aprimora a concentração e demonstra interesse pelas tarefas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Atividades inclusivas...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Fazem os alunos com deficiência mental avançarem dentro de seus limites. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Mostram que todos são parte importante do grupo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Estimulam o respeito e a cooperação. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3912413426080287673?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3912413426080287673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/dicao-192-052006-cada-um-aprende-de-um.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3912413426080287673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3912413426080287673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/08/dicao-192-052006-cada-um-aprende-de-um.html' title='Cada um aprende de um jeito'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sno7r13cgwI/AAAAAAAAAhE/iTvsqklcr0Q/s72-c/Cada+um.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-7816836762949817993</id><published>2009-07-18T18:53:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T03:34:30.236-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficit Intelectual'/><title type='text'>Formas criativas para estimular a mente de Def. Intelectuais</title><content type='html'>&lt;a title="Índice da Edição 223" href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/223.shtml"&gt;Edição 223&lt;/a&gt; Junho 2009 &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Nova Escola - veja reportagem completa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;CONCENTRAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJ-6IOP3yI/AAAAAAAAAgE/2GcP66FVqsc/s1600-h/Def.intelectual.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359986043629068066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJ-6IOP3yI/AAAAAAAAAgE/2GcP66FVqsc/s320/Def.intelectual.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enquanto a turma lê fábulas, Moisés faz desenhos sobre o tema para exercitar o foco. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia. Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.&lt;br /&gt;No geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público (leia a definição no quadro abaixo). São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).&lt;br /&gt;Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;br /&gt;O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.&lt;br /&gt;A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÍNDROME DE DOWN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;em&gt;Definição&lt;/em&gt;: alteração genética caracterizada pela presença de um terceiro cromossomo de número 21. A causa da alteração ainda é desconhecida, mas existe um fator de risco já identificado. “Ele aumenta para mulheres que engravidam com mais de 35 anos”, afirma Lília Maria Moreira, professora de Genética da Universidade Federal da Bahia (UFBA).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Características&lt;/em&gt;: além do déficit cognitivo, são sintomas as dificuldades de comunicação e a hipotonia (redução do tônus muscular). Quem tem a síndrome de Down também pode sofrer com problemas na coluna, na tireoide, nos olhos e no aparelho digestivo, entre outros, e, muitas vezes, nasce com anomalias cardíacas, solucionáveis com cirurgias.&lt;br /&gt;• &lt;em&gt;Recomendações&lt;/em&gt;: na sala de aula, repita as orientações para que o estudante com síndrome de Down compreenda. “Ele demora um pouco mais para entender”, afirma Mônica Leone Garcia, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O desempenho melhora quando as instruções são visuais. Por isso, é importante reforçar comandos, solicitações e tarefas com modelos que ele possa ver, de preferência com ilustrações grandes e chamativas, com cores e símbolos fáceis de compreender. A linguagem verbal, por sua vez, deve ser simples. Uma dificuldade de quem tem a síndrome, em geral, é cumprir regras. “Muitas famílias não repreendem o filho quando ele faz algo errado, como morder e pegar objetos que não lhe pertencem”, diz Mônica. Não faça isso. O ideal é adotar o mesmo tratamento dispensado aos demais. “Eles têm de cumprir regras e fazer o que os outros fazem. Se não conseguem ficar o tempo todo em sala, estabeleça combinados, mas não seja permissivo.” Tente perceber as competências pedagógicas em cada momento e manter as atividades no nível das capacidades da criança, com desafios gradativos. Isso aumenta o sucesso na realização dos trabalhos. Planeje pausas entre as atividades. O esforço para desenvolver atividades que envolvam funções cognitivas é muito grande e, às vezes, o cansaço faz com que pareçam missões impossíveis para ela. Valorize sempre o empenho e a produção. Quando se sente isolada do grupo e com pouca importância no trabalho e na rotina escolares, a criança adota atitudes reativas, como desinteresse, descumprimento de regras e provocações.&lt;br /&gt;Fonte: Revista Nova Escola &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/026.shtml"&gt;Edição Especial&lt;/a&gt; Julho 2009 Título original: Aprender a superar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;======================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais visitando o portal do MEC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades Acentuadas de Aprendizagem ou Limitações no Processo de Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dificuldadesdeaprendizagem.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dificuldadesdeaprendizagem.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA MENTAL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filme "O oitavo dia"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S61533DQZsI/AAAAAAAAA7I/W5k1SEBNgN4/s1600/OITAVO-DIA1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453148724392912578" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 239px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S61533DQZsI/AAAAAAAAA7I/W5k1SEBNgN4/s320/OITAVO-DIA1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Oitavo Dia" (L' Hutième Jour - 1996), de Jaco Van Dormael, que revelou, pela primeira vez, um vencedor com deficiência intelectual ao Festival de San Remo em 1996. O prêmio de melhor ator do festival coube à impressionante exibição do ator belga PASCAL DUQUENNE, uma pessoa com síndrome de down, que dividiu o prêmio de melhor ator com o veterano francês Daniel Auteil. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: &lt;span style="color:#009900;"&gt;Se tiver oportunidade, assista o filme, eu assisti e recomendo!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Veja um trecho do filme, clique no endereço abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=DqRRyUE7ALs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=DqRRyUE7ALs&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-7816836762949817993?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/7816836762949817993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/formas-criativas-para-estimular-mente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/7816836762949817993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/7816836762949817993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/formas-criativas-para-estimular-mente.html' title='Formas criativas para estimular a mente de Def. Intelectuais'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJ-6IOP3yI/AAAAAAAAAgE/2GcP66FVqsc/s72-c/Def.intelectual.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-2208342949667054854</id><published>2009-07-18T18:30:00.000-07:00</published><updated>2010-04-28T19:14:47.473-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Física'/><title type='text'>deficiência física</title><content type='html'>&lt;em&gt;Deficiência Física:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Definição: uma variedade de condições que afeta a mobilidade e a coordenação motora geral de membros ou da fala. Pode ser causada por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas, más-formações congênitas ou por condições adquiridas. Exemplos: amiotrofia espinhal (doença que causa fraqueza muscular), hidrocefalia (excesso do líquido que serve de proteção ao sistema nervoso central) e paralisia cerebral (desordem no sistema nervoso central), que exige dos professores cuidados específicos em sala de aula (leia mais a seguir).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Características: são comuns as dificuldades no grafismo em função do comprometimento motor. Às vezes, o aprendizado é mais lento, mas, exceto nos casos de alteração na motricidade oral, a linguagem é adquirida sem problemas. Muitos precisam de cadeira de rodas ou muletas para se locomover. Outros apenas de apoios especiais e material escolar adaptado, como apontadores, suportes para lápis etc.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Recomendações: a escola precisa ter elevadores ou rampas. Fique atento a cuidados do dia a dia, como a hora de ir ao banheiro. “Algum funcionário que tenha força deve acompanhar a criança”, explica Marília Costa Dias, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, na capital paulista. Nos casos de hidrocefalia, é preciso observar sintomas como vômitos e dores de cabeça, que podem indicar problemas com a válvula implantada na cabeça.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Paralisia Cerebral:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Definição: lesão no sistema nervoso central causada, na maioria das vezes, por uma falta de oxigênio no cérebro do bebê durante a gestação, ao nascer ou até dois anos após o parto. “Em 75% dos casos, a paralisia vem acompanhada de um dano intelectual”, acrescenta Alice Rosa Ramos, superintendente técnica da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), em São Paulo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Características: a principal é a espasticidade, um desequilíbrio na contenção muscular que causa tensão. Inclui dificuldades para caminhar, na coordenação motora, na força e no equilíbrio. Pode afetar a fala.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;• Recomendações: para contornar as restrições de coordenação motora, use canetas e lápis mais grossos – uma espuma em volta deles presa com um elástico costuma resolver. Utilize folhas avulsas, mais fáceis de manusear que os cadernos. Escreva com letras grandes e peça que o aluno se sente na frente. É importante que a carteira seja inclinada. Se ele não consegue falar e não utiliza uma prancha própria de comunicação alternativa, providencie uma para ele com desenhos ou fotos por meio dos quais se estabelece a comunicação. Ela pode ser feita com papel cartão ou cartolina, em que são colados figuras pequenas, do mesmo material, e fotos que representem pessoas e coisas significativas, como os pais, os colegas da classe, o time de futebol, o abecedário e palavras-chave, como “sim”, “não”, “fome”, “sede”, “entrar”, “sair” etc. Para informar o que quer ou sente, o aluno aponta para as figuras e se comunica. Ele precisa de um cuidador para ir ao banheiro e, em alguns casos, para tomar lanche.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;=============================&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;COMO IDENTIFICAR SINAIS DE DEFICIÊNCIA FÍSICA EM SALA DE AULA:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;Deficiência Física:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;• Movimentação sem coordenação ou atitudes desajeitadas de todo o corpo ou parte dele;&lt;br /&gt;• Anda de forma não coordenada, pisa na ponta dos pés ou manca;&lt;br /&gt;• Pés tortos ou qualquer deformidade corporal;&lt;br /&gt;• Pernas em tesoura (uma estendida sobre a outra);&lt;br /&gt;• Dificuldade em controlar os movimentos, desequilíbrios e quedas constantes;&lt;br /&gt;• Dor óssea, articular ou muscular;&lt;br /&gt;• Segura o lápis com muita ou pouca força;&lt;br /&gt;• Dificuldade para realizar encaixe e atividades que exijam coordenação motora fina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que você pode fazer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Orientar os pais para que procurem profissionais especializados (ortopedista, fisiatra e fisioterapeuta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Sugestões para a convivência com pessoas com deficiência física&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente, para que a pessoa também participe da conversa;&lt;br /&gt;• Empurre a cadeira com cuidado para evitar acidentes e preste atenção às pessoas que caminham à frente;&lt;br /&gt;• Para uma pessoa sentada em cadeira de rodas, é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, se a conversa for demorar mais, sente-se ou abaixe-se para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível;&lt;br /&gt;• Respeite o espaço corporal. A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é quase uma extensão do corpo. Agarrar ou apoiar-se nesses equipamentos não é como se encostar a uma cadeira comum;&lt;br /&gt;• Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa que a utiliza;&lt;br /&gt;• É mais seguro subir rampas ou degraus de frente. Para descer, é mais seguro de costas;&lt;br /&gt;• Para subir um degrau, incline a cadeira para trás, levante as rodinhas da frente para apoiá-las sobre o degrau;&lt;br /&gt;• Para descer um degrau, é mais seguro fazê-lo de marcha a ré, sempre apoiando a cadeira, para que a descida seja sem solavancos;&lt;br /&gt;• Para subir ou descer mais de um degrau em seqüência, é mais seguro pedir a ajuda de outra pessoa;&lt;br /&gt;• Se você estiver acompanhando uma pessoa com deficiência que anda devagar, procure acompanhar o passo dela;&lt;br /&gt;• Sempre mantenha as muletas ou bengalas próximas à pessoa com deficiência;&lt;br /&gt;• Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for visitar algum local com uma pessoa com deficiência motora;&lt;br /&gt;• Pessoas com paralisia cerebral podem ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços, apresentar expressões estranhas no rosto e ter dificuldade para falar. Não se intimide com isso. São pessoas como você. Geralmente, têm inteligência normal ou, às vezes, até acima da média;&lt;br /&gt;• Se você não compreender o que a pessoa está dizendo, peça para que repita. Isso demonstra interesse e respeito e as pessoas com dificuldades de comunicação não se incomodam de repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Sugestões para adaptar o ambiente escolar às pessoas com deficiência física&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Educação Especial do MEC - Ministério da Educação sugere:&lt;br /&gt;• O acesso físico é a preocupação fundamental para estes estudantes, devido a dificuldades de locomoção ou ao uso de cadeira de rodas. Isto implica a existência de percursos em que o aluno possa se movimentar mais facilmente de uma aula para as outras, ou seja, em que não tenha de se defrontar com barreiras arquitetônicas. Por isso, aconselhamos verificar se há caminhos mais fáceis para o aluno utilizar, sem obstáculos;&lt;br /&gt;• Estes estudantes podem eventualmente atrasar-se, ao ir de uma sala para outra, principalmente quando as aulas não são todas no mesmo prédio. Pode ser necessário fazer algumas adaptações que permitam ao aluno freqüentar aulas no laboratório;&lt;br /&gt;• Se for possível, trabalhe diretamente com o aluno para criar um local acessível, promovendo a participação dele em todas as tarefas;&lt;br /&gt;• Se a classe fizer um passeio, é importante incluir os alunos com deficiênci&lt;em&gt;a.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/011.shtml"&gt;Edição Especial&lt;/a&gt; 08/2007 &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Nova Escola - Veja reportagem completa)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SEM OBSTÁCULOS PARA O SABER - DEFICIÊNCIA FÍSICA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA CADEIRA, MAS SEM RODAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmKBGFxpvmI/AAAAAAAAAgU/S6BV5YUIpS0/s1600-h/Def.+fisica.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359988448153943650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 312px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmKBGFxpvmI/AAAAAAAAAgU/S6BV5YUIpS0/s320/Def.+fisica.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marcos usa lápis adaptado com espaguete de piscina:as professoras improvisaram o reforço para que oaluno pudesse escrever com firmeza.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior desafio das crianças com deficiência física não está na capacidade de aprender, mas na coordenação motora.“Geralmente, elas têm dificuldade para se movimentar, escrever ou falar. Se estiverem atrasadas no desenvolvimento intelectual, é porque não tiveram uma educação apropriada”, diz Eliane, da Unesp.Marcos Nantes Coutinho, 9 anos, por exemplo, tem dificuldade em memorizar e os especialistas acreditam que é porque ele não consegue registrar os novos aprendizados. Por isso, as professoras da 2a série da EE Olinda Conceição Teixeira Bacha, em Campo Grande, retomam várias vezes os conteúdos e querem que ele tenha aulas de apoio na sala de recursos de uma escola vizinha.Na classe,Marcos é atendido pela parceria afinada de Cristina Encina de Barros, a professora regente, e Yara Mara Barbosa de Oliveira, a itinerante, que percorre as escolas que têm alunos com deficiência. Toda quartafeira elas conversam sobre os avanços do menino e os desafios que ele ainda tem de superar, repassam a programação de estudos e fazem as adaptações necessárias ao garoto.A comunicação aberta entre os profissionais também inclui conversas com assistentes sociais, coordenadores e médicos. Outra estratégia é usar material concreto e imagens. O menino aprende as palavras com um alfabeto móvel, feito com letras recortadas em cartolina, e já monta termos com até três sílabas. Como tem dificuldade em segurar o lápis,muito fino, as professoras improvisaram um reforço com um pedaço de espuma tipo espaguete de piscina.Marcos usa andador, baba e tem dificuldade para falar. Até os 5 anos, ele freqüentou a escola de Educação Infantil da Associação Pestalozzi, onde era assistido por fisioterapeuta, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional e psicóloga. Esta última aconselhou a mãe, Ana Flávia Nantes Zuza, a colocá-lo numa creche regular, como forma de prepará-lo para ingressar no Ensino Fundamental.Na escola,Marcos ganhou autonomia. Durante o ano passado, ele se sentava em cadeira adaptada com apoio para os braços, onde ficava com a postura largada. Como extensão do tratamento terapêutico, a especialista Yara fez uma experiência: colocou-o numa carteira igual à dos demais alunos, encostada à parede. Isso ajudou-o a sustentar o tronco para não escorregar, a ter uma postura melhor e a se equilibrar.Mas a cadeira de rodas é importante e não deve ser evitada.“É preciso aceitar que ela, ou uma prótese, faz parte da vida da criança com deficiência física. É como usar óculos”, diz Eliane.Marcos já não depende tanto do andador: ele o deixa na porta da classe e apóia-se na fileira de carteiras, até o lugar onde se acomoda.Mostra progressos também nas idas ao banheiro – antes, ela tinha que levá-lo, agora só precisa acompanhá-lo até a entrada. Conquistas simples, mas que mostram às professoras que elas estão no caminho certo. “Qualquer criança pode progredir. Basta a gente ensinar com interesse, atenção e amor”, afirma Cristina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atividades e estratégias&lt;/em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEM-ESTAR FÍSICO Procure saber sobre o histórico pessoal e escolar do aluno com deficiência, informe-se com a família e o médico sobre o estado de saúde e quais os efeitos dos remédios que ele está tomando. Esse conhecimento é a base para sugerir qualquer atividade que exija esforço físico. Os exercícios podem, por exemplo, interferir na metabolização de medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HABILIDADES BÁSICAS Para ajudar a criança com deficiência física nas habilidades sociais, escolha atividades relacionadas às exigências diárias, como deitar, sentar e levantar-se, arremessar e pegar objetos, parar e mudar de direção. Proponha jogos nos quais o aluno faça escolhas (passar por cima ou por baixo de cordas ou elásticos), para que ele perceba o controle que pode ter sobre o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTERAÇÃO Estimule o contato da criança com deficiência com os colegas, permitindo a troca de idéias, a expressão de emoções e o contato físico para auxiliar nas diversas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEÇAS IMANTADAS Use material concreto e lousa com letras magnéticas para facilitar a formação de palavras e a memorização quando houver restrição no movimento dos braços.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO TRATAR O DEFICIENTE FÍSICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SupCSlWAfaI/AAAAAAAAA0Q/pBSm7NZxlvk/s1600-h/cadeirante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398199990386458018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SupCSlWAfaI/AAAAAAAAA0Q/pBSm7NZxlvk/s320/cadeirante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;SE A PESSOA USAR UMA CADEIRA DE RODAS, É IMPORTANTE SABER QUE PARA UMA PESSOA SENTADA É INCÔMODO FICAR OLHANDO PARA CIMA POR MUITO TEMPO, PORTANTO, SE A CONVERSA FOR DEMORAR MAIS TEMPO DO QUE ALGUNS MINUTOS, SE FOR POSSÍVEL, LEMBRE-SE DE SENTAR, PARA QUE VOCÊ E ELA FIQUEM COM OS OLHOS NUM MESMO NÍVEL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CADEIRA DE RODAS (ASSIM COM AS BENGALAS E MULETAS) É PARTE DO ESPAÇO CORPORAL DA PESSOA, QUASE UMA EXTENSÃO DO SEU CORPO. AGARRAR OU APOIAR-SE NA CADEIRA DE RODAS É COMO AGARRAR OU APOIAR-SE NUMA PESSOA SENTADA NUMA CADEIRA COMUM. ISSO MUITAS VEZES É SIMPÁTICO, SE VOCÊS FOREM AMIGOS, MAS NÃO DEVE SER FEITO SE VOCÊS NÃO SE CONHECEM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUNCA MOVIMENTE A CADEIRA DE RODAS SEM ANTES PEDIR PERMISSÃO PARA A PESSOA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMPURRAR UMA PESSOA EM CADEIRA DE RODAS NÃO É COMO EMPURRAR UM CARRINHO DE SUPERMERCADO. QUANDO ESTIVER EMPURRANDO UMA PESSOA SENTADA NUMA CADEIRA DE RODAS, E PARAR PARA CONVERSAR COM ALGUÉM, LEMBRE-SE DE VIRAR A CADEIRA DE FRENTE, PARA QUE A PESSOA TAMBÉM POSSA PARTICIPAR DA CONVERSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AO EMPURRAR UMA PESSOA EM CADEIRA DE RODAS, FAÇA-O COM CUIDADO. PRESTE ATENÇÃO PARA NÃO BATER NAS PESSOAS QUE CAMINHAM A FRENTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA SUBIR DEGRAUS, INCLINE A CADEIRA PARA TRÁS PARA LEVANTAR AS RODINHAS DA FRENTE E APOIÁ-LAS SOBRE A ELEVAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA DESCER UM DEGRAU, É MAIS SEGURO FAZÊ-LO DE MARCHA A RÉ, SEMPRE APOIANDO PARA QUE A DESCIDA SEJA SEM SOLAVANCOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA SUBIR OU DESCER MAIS DE UM DEGRAU EM SEQÜÊNCIA, SERÁ MELHOR PEDIR A AJUDA DE MAIS UMA PESSOA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE VOCÊ ESTIVER ACOMPANHANDO UMA PESSOA DEFICIENTE QUE ANDA DEVAGAR, COM AUXÍLIO OU NÃO DE APARELHOS OU BENGALAS, PROCURE ACOMPANHAR O PASSO DELA. MANTENHA AS MULETAS OU BENGALAS SEMPRE PRÓXIMAS À PESSOA DEFICIENTE. SE ACHAR QUE ELA ESTÁ EM DIFICULDADES, OFEREÇA AJUDA E, CASO SEJA ACEITA, PERGUNTE COMO DEVE FAZÊ-LO. AS PESSOAS TÊM SUAS TÉCNICAS PESSOAIS PARA SUBIR ESCADAS, POR EXEMPLO E, ÀS VEZES, UMA TENTATIVA DE AJUDA INADEQUADA PODE ATÉ MESMO ATRAPALHAR. OUTRAS VEZES, A AJUDA É ESSENCIAL. PERGUNTE E SABERÁ COMO AGIR E NÃO SE OFENDA SE A AJUDA FOR RECUSADA. SE VOCÊ PRESENCIAR UM TOMBO DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA, OFEREÇA AJUDA IMEDIATAMENTE. MAS NUNCA AJUDE SEM PERGUNTAR SE E COMO DEVE FAZÊ-LO. ESTEJA ATENTO PARA A EXISTÊNCIA DE BARREIRAS ARQUITETÔNICAS QUANDO FOR ESCOLHER UMA CASA, RESTAURANTE, TEATRO OU QUALQUER OUTRO LOCAL QUE QUEIRA VISITAR COM UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA. PESSOAS COM PARALISIA CEREBRAL PODEM TER DIFICULDADES PARA ANDAR, PODEM FAZER MOVIMENTOS INVOLUNTÁRIOS COM PERNAS E BRAÇOS E PODEM APRESENTAR EXPRESSÕES ESTRANHAS NO ROSTO. NÃO SE INTIMIDE COM ISSO. SÃO PESSOAS COMUNS COMO VOCÊ. GERALMENTE, TÊM INTELIGÊNCIA NORMAL OU, ÀS VEZES, ATÉ ACIMA DA MÉDIA. SE A PESSOA TIVER DIFICULDADE NA FALA E VOCÊ NÃO COMPREENDER IMEDIATAMENTE O QUE ELA ESTÁ DIZENDO, PEÇA PARA QUE REPITA. PESSOAS COM DIFICULDADES DESSE TIPO NÃO SE INCOMODAM DE REPETIR QUANTAS VEZES SEJA NECESSÁRIO PARA QUE SE FAÇAM ENTENDER. NÃO SE ACANHE EM USAR PALAVRAS COMO "ANDAR" E "CORRER". AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA EMPREGAM NATURALMENTE ESSAS MESMAS PALAVRAS. TRATE A PESSOA COM DEFICIÊNCIA COM A MESMA CONSIDERAÇÃO E RESPEITO QUE VOCÊ USA COM AS DEMAIS PESSOAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FONTE DE PEQUISA BUSCA GOOGLE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TOCANDO O CÉU SEM BRAÇOS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jessica Cox - A única mulher, deficiente física (sem os dois membros superiores), habilitada a pilotar a&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss8fJ5Pke6I/AAAAAAAAAqE/W6uFT99A_bs/s1600-h/Tocando+o+c%C3%A9u.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390561533831183266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss8fJ5Pke6I/AAAAAAAAAqE/W6uFT99A_bs/s320/Tocando+o+c%C3%A9u.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;viões, nos EUA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista ao vídeo, clique no endereço abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GlAUPBrxLFo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=GlAUPBrxLFo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;====================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais, visite o portal do MEC sobre deficiência física&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dificuldades de Comunicação e Sinalização (deficiência física&lt;/strong&gt;)&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciafisica.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciafisica.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (2006)&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA FÍSICA&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf" target="_blank"&gt;http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-2208342949667054854?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/2208342949667054854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/sem-obstaculos-para-o-saber-def-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2208342949667054854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/2208342949667054854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/sem-obstaculos-para-o-saber-def-fisica.html' title='deficiência física'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmKBGFxpvmI/AAAAAAAAAgU/S6BV5YUIpS0/s72-c/Def.+fisica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-794981820022346958</id><published>2009-07-18T18:13:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T16:14:04.947-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Classe Hospitalar'/><title type='text'>Classe Hospitalar</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;CLASSE HOSPITALAR&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sec&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrRQFJnWS4I/AAAAAAAAAlc/s-9v6hIjui0/s1600-h/classe+hospitalar+Hospital+cancer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383015504025111426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrRQFJnWS4I/AAAAAAAAAlc/s-9v6hIjui0/s320/classe+hospitalar+Hospital+cancer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;retaria de Educação Especial define como classe hospitalar o atendimento pedagógico-educacional que ocorre em ambientes de tratamento de saúde, seja na circunstância de internação, como tradicionalmente conhecida, seja na circunstância do atendimento em hospital-dia e hospital-semana ou em serviços de atenção integral à saúde mental.&lt;br /&gt;No INCA(INSTITUTO NACIONAL DO CANCER), a Classe Hospitalar tem como objetivo proporcionar o atendimento pedagógico à crianças e adolescentes portadores de neoplasia, em tratamento quimioterápico ambulatorial e assegurar a manutenção dos vínculos escolares, devolvendo a criança para sua escola de origem, com a certeza de que ela poderá se reintegrar ao currículo e aos colegas, sem prejuízo devido ao afastamento temporário.&lt;br /&gt;As atividades escolares são desenvolvidas diariamente por duas professoras, que, inicialmente, procuram descobrir as áreas de interesse do aluno para viabilizar sua expressão, possíveis dúvidas acadêmicas e a aquisição do vínculo, fator primordial para o aprendizado. A partir desse contato, são planejadas atividades que possibilitem a criança superar suas dificuldades e apropriar-se de novas habilidades e competências. Nas situações em que o paciente estiver inserido numa escola regular, é solicitado aos responsáveis que tragam para o hospital todo o material escolar da criança a fim de que seja garantida a continuidade do currículo desenvolvido pela escola de origem.&lt;br /&gt;Desde a sua implantação no ano letivo de 2000, quando foi assinado o convênio entre o hospital e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, a Classe Hospitalar já matriculou cerca de 450 crianças. O trabalho foi inicialmente oferecido aos pacientes da Enfermaria de Oncologia Pediátrica, Hematologia Pediátrica e do Ambulatório de Quimioterapia Infantil, posteriormente foi ampliado, e atualmente beneficia crianças e adolescentes submetidos a transplante de medula óssea.&lt;br /&gt;A atividade escolar no hospital contribui para a diminuição do estresse causado pelas sucessivas internações, proporciona integração entre os profissionais e permite que o paciente sinta-se produtivo no seu papel de aprendiz. Isto favorece a construção do conhecimento e contribui para a promoção da saúde.&lt;br /&gt;O trabalho realizado pela Classe Hospitalar constitui parte integrante do tratamento oncológico e está de acordo com a Resolução n.º 2 do Conselho Nacional de Educação, de 11 de fevereiro de 2001, que em seu Art. 13 determina: "Os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os sistemas de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado a alunos impossibilitados de freqüentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.inca.gov.br/"&gt;http://www.inca.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;hospitais onde tem classe hospitalar:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hospital Darcy Vargas,&lt;br /&gt;R. Seráfico Assis de Carvalho, 34, 5614-040, São Paulo, SP, tel. (11) 3723-3839&lt;br /&gt;Hospital do Câncer, R. Professor Antônio Prudente, 211, 01525-000, São Paulo, SP,&lt;br /&gt;tel. (11) 2189-5000&lt;br /&gt;Hospital do Trabalhador, Av. República Argentina, 4406, 81050-000, Curitiba, PR,&lt;br /&gt;tel. (41) 3212-5870&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Livro:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atendimento Escolar no Ambiente Hospitalar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Autora: Eneida Simões da Fonseca, 100 págs.&lt;br /&gt;Ed. Memnon, tel. (11) 5575-8444, 28 reais&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="msg_7897d27d6f658890"&gt;&lt;/a&gt;"INDICAÇÕES PARA ATUAÇÃO DOCENTE EM CLASSES HOSPITALARES"&lt;br /&gt;em I Fórum Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar. São Paulo, Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Resumo Expandido&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Tyara Carvalho de Oliveira Pós Graduada em Gestão em Saúde e Administração Hospitalar - Universidade Estácio de Sá/RJ Amélia Escotto do Amaral Ribeiro Doutora em Educação, Mestre em Educação e Mestre em Filosofia pela PUC/RJ. Professora da UERJ/FEBF.&lt;br /&gt;Esse texto amplia a reflexão a respeito da formação de professores, em um contexto social de demandas múltiplas, redefinindo espaços de atuação. Dentre estes, as Classes Hospitalares. Aprofundar a reflexão e o conhecimento sobre a Classe Hospitalar enquanto campo de atuação docente justifica-se na medida em que se observa certo desconhecimento a respeito dos aspectos conceituais e teórico-metodológicos que envolvem essa modalidade de ensino. A relevância de estudos neste campo relaciona-se com a possibilidade de desvelar para os Cursos de Formação de professores, um universo tanto conceitual quanto de atuação. Resultados parciais de pesquisa descritiva realizada em diferentes espaços hospitalares revelam que um dos desafios a ser superado se refere às especificidades da prática docente nessa modalidade de ensino. Os dados coletados ratificam o que a literatura sobre o tema vem apontando. Em outras palavras, o professor de classe hospitalar desempenha um papel de mediador entre a criança e o hospital; para a criança ou adolescente hospitalizado, o contato com o professor e com a classe hospitalar é uma oportunidade de ligação com os padrões da vida cotidiana e com a vida em casa e na escola (Fonseca, 2003). Acrescenta-se ser indispensável o conhecimento das patologias mais freqüentes na unidade hospitalar em que atua para saber dos limites clínicos do paciente-aluno. Daí a necessidade de um preparo pedagógico, associado a uma orientação pedagógica especifica ao campo de atuação da classe hospitalar (Ortiz, 2000). Quanto ao perfil pedagógico - educacional, torna-se relevante a adequação à realidade hospitalar, o respeito às potencialidades do aluno, motivando e facilitando sua inclusão no contexto escolar hospitalar. Tal inclusão implica estímulo à criança, tendo o conhecimento como elo entre o desejo de saber e a superação do distanciamento entre as necessidades curriculares (de cada criança) e o ambiente hospitalar. O MEC (2002), no documento "Classe Hospitalar e atendimento Pedagógico domiciliar: estratégias e orientações" recomenda ao professor coordenador da proposta pedagógica da classe hospitalar ou em atendimento domiciliar o conhecimento sobre a dinâmica e o funcionamento dessa modalidade de ensino, assim como as técnicas pedagógicas e terapêuticas dela decorrentes, as rotinas da enfermaria, dos serviços ambulatórias e das estruturas de assistência social. Sua atuação articula-se com a equipe de saúde do hospital, com a Secretaria de Educação, com a escola de origem do educando de modo a orientar os professores de forma mais adequada. Assim, exige-se um professor capacitado para trabalhar com a diversidade humana e cultural, para identificar as necessidades educacionais especiais dos educandos impedidos de freqüentar a escola, definindo e implantando estratégias de flexibilização e adaptação curriculares. Sugere-se que tenha formação em Educação Especial, em Pedagogia ou Licenciaturas; que tenha noções sobre as doenças e condições psicossociais vivenciadas pelos educandos e suas características. E, ainda, adequar e adaptar o ambiente às atividades e aos materiais, planejar o dia-a-dia da turma, registrar e avaliar o trabalho pedagógico desenvolvido.&lt;br /&gt;Palavras- Chave: Formação de Professores; Classe Hospitalar; criança/adolescente hospitalizado.&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FONSECA, E.S. Atendimento Escolar no Ambiente Hospitalar. São Paulo: Memnon. 2003 MEC/SEESP. Classe Hospitalar e atendimento pedagógico domiciliar: estratégias e orientações.Brasília.MEC/SEESP.2002 ORTIZ, Leodi Conceição Meireles. Construindo classe hospitalar: relato de uma pratica educativa em clinica pediátrica. Revista reflexão e Ação, v.8, n.1,p.93-100, jan/jun.2000.&lt;br /&gt;Grupo: Ensino e Aprendizagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Índice da Edição 220" href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/220.shtml"&gt;Edição 220&lt;/a&gt; 03/2009 &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Nova Escola - Veja reportagem completa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino nas horas difíceis&lt;br /&gt;Lecionar para estudantes internados exige preparo psicológico para lidar com as famílias, os médicos, as escolas... e a morte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO LEITO E F&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJ0Lj7rqNI/AAAAAAAAAfc/ZAWg0z8DylI/s1600-h/classe+hospitalar.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359974248497260754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJ0Lj7rqNI/AAAAAAAAAfc/ZAWg0z8DylI/s320/classe+hospitalar.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ELIZ&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Frank foi alfabetizado dentro do Hospital do Câncer, em São Paulo. Agora, já está na 2ª série&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, quando entraria no Ensino Fundamental, o pequeno índio wapixana Frank Silva ficou doente. Teve um câncer diagnosticado e precisou sair de Roraima, onde morava, para buscar ajuda especializada. Desde o ano passado, está internado em São Paulo. Mas não foi esse imprevisto - nem a forte medicação que vem tomando - que o deixou fora da escola. Matriculado desde o começo do tratamento em uma classe dentro do Hospital do Câncer, ele não só foi alfabetizado como já está na 2ª série. Frank é uma das 65.956 crianças que estudaram em salas adaptadas ou no próprio leito em 2007, segundo o Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Apesar do público numeroso, a modalidade ainda não é uma realidade em todo o território nacional. O próprio Ministério da Educação (MEC) reconhece que há carências graves pelo país - são 850 hospitais oferecendo o atendimento, em um universo de quase 8 mil unidades.&lt;br /&gt;Além disso, especialistas alegam que as experiências em curso nem sempre ocorrem num contexto ideal. "Há o déficit de profissionais para atuar do 6º ao 9º ano. E, em muitos lugares, o voluntário ainda atua no lugar do educador", diz Eneida Simões da Fonseca, professora do Departamento de Estudos em Educação Inclusiva e Continuada da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Na prática, é a equipe médica que deve acionar as secretarias de Educação assim que um estudante da rede pública dá entrada com alguma doença severa (para os oriundos da particular, é a própria escola que deve providenciar o serviço). Em alguns estados e municípios, já existe inclusive um quadro de docentes previamente concursados e preparados para a função, e é junto a esses órgãos que interessados no emprego devem procurar orientações. "Cabe aos governos locais oferecer a mão-de-obra e as capacitações necessárias. Tudo para que o aluno se atrase o mínimo possível no ritmo de sua turma original", diz Martinha Dutra dos Santos, coordenadora-geral da Secretaria de Educação Especial do MEC.&lt;br /&gt;Apesar de ser chamada tecnicamente de classe, a aula é individual, nos leitos ou em salas cedidas pela unidade de Saúde. Diferentemente de uma escola regular (onde é possível fazer atividades de longa duração), cada tarefa precisa ter início, meio e fim no mesmo dia. "É um ritmo estranho. Eu posso planejar tudo hoje e, amanhã, o estudante recebe alta. Daí eu tenho que fazer coisas novas para outra criança que acabou de chegar", conta a professora Geane Yada, do Hospital Darcy Vargas, em São Paulo. A carga horária também muda. O educador pode iniciar uma conversa e, em instantes, ter de parar devido a uma indisposição. O indicado é que o aluno consiga ter o mesmo conteúdo e a mesma carga horária da escola. Mas, com o sobe-e-desce do tratamento, isso nem sempre é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que um estudante chega para tratamento, o titular da classe hospitalar deve chamar a família e o futuro aluno para conversar sobre sua situação. Normalmente, um coordenador pedagógico articula essa fase. Em seguida, o docente entra em contato com a escola para solicitar o currículo que a criança seguiria e também as atividades já realizadas. Cabe à unidade de ensino encaminhar todas as tarefas previstas para que o aluno faça em sua internação - inclusive as provas, que serão devolvidas para a correção pelo educador da turma regular. A professora Célia Wiczneski, coordenadora pedagógica do Hospital do Trabalhador, em Curitiba, conta que essa relação não é fácil e, como já aconteceu, a escola muitas vezes nem sabe que um estudante adoeceu. "Hoje é mais fácil conversar. Mas, no início, eu precisei bater o pé. E, quando não tinha solução, ligava para a Secretaria de Educação e contava o que estava acontecendo." Foi com tanto empenho que garantiu a continuidade nos estudos de vários jovens como Felipe Eduardo Alves da Silva, 9 anos, que está na 4ª série e sofre de osteomielite (infecção óssea) e precisa de internações sucessivas. Para trilhar esse caminho, o MEC sugere articular a programação de atendimento em dois momentos. No primeiro, o docente trabalha com os conteúdos definidos num currículo próprio, geral, que tem por base os Parâmetros Curriculares Nacionais. "É para evitar atrasos em caso de demora no envio dos materiais pela escola de origem", explica Rosemary Hilário, coordenadora do Hospital do Câncer. No segundo, já de posse da papelada, a equipe do hospital adapta o trabalho pedagógico de acordo com o histórico do aluno, muitas vezes lançando mão de uma avaliação inicial. Uma articulação especial é necessária quando o estudante apresenta um quadro clínico que requer idas e vindas constantes. É o caso de Eula Carla de Lima, 12 anos. Ela está na 6ª série, sofre com displasia (anomalia) na tíbia esquerda e precisa passar por cirurgias frequentes, também no Hospital do Trabalhador. Para ela, o ano escolar acontece simultaneamente na unidade regular em que estava matriculada e no hospital. Mas, como contam os profissionais, a questão mais delicada em todo o trabalho é lidar com a morte. Enquanto esta reportagem estava sendo feita, uma aluna do Darcy Vargas faleceu. Para Rosemary, são coisas que acontecem. "Temos de encarar da mesma forma que faríamos em uma turma regular", argumenta. "E, na hora que os familiares chegam para conversar com você, não podemos esquecer que não somos psicólogos para dar orientações. A melhor coisa é ouvir." Atualmente, já existem até cursos de especialização para ajudar os professores a enfrentar e se adaptar a todas essas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Obrigação está na lei&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional deu início à formalização do funcionamento das classes hospitalares, determinando aos governos "garantir atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular". Em 2001, o Conselho Nacional de Educação, no artigo 13º da Resolução nº 2, tratou da obrigatoriedade do sistema e utilizou, pela primeira vez, a nomenclaura "classe hospitalar". Desde então, ficou definido que "os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os sistemas de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado a alunos impossibilitados de frequentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio". Com base nas regras anteriores, a Secretaria de Educação Especial do MEC elaborou em 2002 os termos reguladores que detalham o trabalho dentro das unidades de Saúde. Cabe aos estados e municípios adaptar essa legislação nacional e traçar orientações específicas para cada rede de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;BLOGS QUE FALAM SOBRE A CLASSE HOSPITALAR:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://classesulivanmedeiros.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Classe Hospitalar Sulivan Medeiros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CLASSE HOSPITALAR SULIVAN MEDEIROS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hospital Educational Provision/Atencion Escolar HospitalariaINFORMATIVO SEMESTRAL (ano 10, no18) - JUNHO, 2009Half-Yearly Newsletter (year/año 10, n 18) – June/Junio, 2008Editorial&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande empenho deste ano de 2009 está voltado para a realização bem sucedida do 6º Encontro Nacional sobre Atendimento Escolar Hospitalar que acontece entre os dias 8 e 11 de setembro de 2009 na Universidade LaSalle na cidade de Niterói/RJ. O incansável trabalho da comissão organizadora acrescentou ao evento sua primeira versão internacional e também a fluminense. Paralelamente, teremos as reuniões e a assembleia geral da Rede Latinoamericana e do Caribe pelo direito à educação de crianças e jovens hospitalizados ou em tratamento (REDLACEH), organização esta que busca um maior intercâmbio com a comunidade brasileira atuante na educação da criança hospitalizada.Esperamos que todos os professores possam participar, o que, sem dúvida, contribuirá para com a prática escolar diária no ambiente hospitalar. Reconhecemos que são estes os profissionais que, ao longo dos anos, têm contribuído para o êxito de eventos desta natureza. Para se beneficiar do atendimento, o estudante deve ter atestado médico datado, carimbado e com o registro do perí&amp;shy;odo necessário de afastamento da sua escola de origem. Várias ações têm sido concretizadas com sucesso. A Biblioteca Itinerante tem proporcionado aos estudantes contato com a literatura infanto-juvenil, contribuindo para a formação de crianças leitoras. A utilização de materiais concretos como: material dourado, blocos lógicos, ábaco, alfabeto móvel imantado, réguas numéricas e outros materiais, têm contribuí&amp;shy;do para a formação de conceitos e real apropriação dos conteúdos trabalhados. Os estudantes envolvidos ficam entusiasmados e motivados com o atendimento pedagógico domiciliar, estabelecendo uma relação muito positiva com a aprendizagem, que os faz sorrir para o presente e futuro. O Hospital e Maternidade de Interlagos promoveu um concurso de Escritor Mirim de Contos em comemoração ao 3º Aniversário da Sala de Leitura "Zélia Gattai" no qual alguns dos alunos do Hospital Infantil Candido Foutoura (SP) participaram e ficaram entre os finalistas. Foram eles: Rogério Silva Junior e Stefani Mendoza. A premiação aconteceu no dia 27/03/2009 no ambulatório da Maternidade Interlagos. Como as crianças estavam internadas não puderam comparecer, mas a mãe do Rogério e a professora Ângela Maria Sanchez do Hospital Infantil Candido Fontoura lá estavam para representá-los e receber os certificados das mãos da diretora técnica de departamento Dra.Sandra Regina Sestokas Zorzetos. Para mais detalhes e fotos, visite &lt;a href="http://www.classehospitalarhicf.blogspot.com.br/.Sônia"&gt;http://www.classehospitalarhicf.blogspot.com.br/.Sônia&lt;/a&gt; Aparecida dos Santos Pereira (Fundação Hemominas) participou na Argentina de 20 a 29 de abril de 2009 de um programa de capacitação oferecido pela Federação Mundial de Hemofilia. Ela conheceu a estrutura argentina de atendimento integral aos portadores de hemofilia e o atendimento escolar oferecido. Ela destacou o atendimento escolar domiciliar, no qual o paciente recebe um professor em casa enquanto está em tratamento para que tal aluno não fique defasado no aprendizado ao voltar à escola. Para consultar toda a matéria, acesse http://www.hemominas. mg.gov.br/hemominas/noticias/pedagoga_programa_internacional.html.Iniciou-se na Argentina em 25/04/2009, sob a responsabilidade das Professoras Susana Guzmán e Maria Beatriz Fili, um curso semipresencial de capacitação para o trabalho em escolas hospitalares e domiciliares. A duração será de 6 meses. A Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, sediou no dia 29 de abril de 2009 o segundo encontro do Fórum Estadual de práticas Pedagógicas em Espaço Hospitalar. A conferência de abertura foi sobre “Tendências atuais em atendimento pedagógico hospitalar”. Houve também mesas de debate e apresentação de experiências. Para detalhes, visite o endereço &lt;a href="http://observatorio-educacional.blogspot.com/2009/05/forum-estadual-de-atendimento.html.Durante"&gt;http://observatorio-educacional.blogspot.com/2009/05/forum-estadual-de-atendimento.html.Durante&lt;/a&gt; a última semana do mês de maio, o Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (SAREH) da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, realizou mais uma etapa de capacitação de professores que atuam no ambiente hospitalar. Houve palestras de professores e pesquisadores da área da educação e do atendimento escolar hospitalar de universidades do Paraná e do Rio de Janeiro. Um dos momentos mais ricos foi o da apresentação pelos professores do trabalho escolar que realizam nos oito hospitais que contam com esta modalidade de atendimento. O evento terá uma versão impressa que também estará disponível na página do SAREH, &lt;a href="http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/educacaohospitalarPublicações/Publishing/PublicacionesA"&gt;www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/educacaohospitalarPublicações/Publishing/PublicacionesA&lt;/a&gt; publicação sobre classes hospitalares que saiu na Revista Escola (março/2009) foi impecável nos aspectos legais. Entretanto no que diz respeito ao quantitativo de escolas em hospitais e da clientela atendida por esta modalidade de ensino houve equívocos. O INEP reconheceu que, provavelmente, muitas das instituições que constam no levantamento de fato não são escolas hospitalares. Uma avaliação está sendo realizada e assim que tenhamos um posicionamento deste órgão o estaremos partilhando com todos. Sendo assim, mantemos nosso quantitativo de, até o momento, 111 hospitais com atendimento escolar.A professora Ângela Sanchéz (Hospital Infantil Candido Fontoura/SP) informou sobre o ‘Jornal Escola’ e o ‘Programa Ler e Escrever’ desenvolvidos com os alunos de sua escola hospitalar. Para detalhes, acesse o endereço do concurso no Hospital Interlagos, citado anteriormente neste mesmo informativo.As terapeutas ocupacionais Aide Mitie Kudo e Priscila Bagio Maria lançaram o livro O Hospital pelo Olhar da Criança, pela Yendis Editora. O evento foi realizado no dia 27 de maio de 2009 às 8h30m no anfiteatro 1 do Instituto da Criança do HC FMUSP. Para maiores informações entrar em contato pelos telefones (11)3069-8559 ou (11)7464-1163.Já se encontra disponível a segunda edição, revista e atualizada, do livro Atendimento Escolar no Ambiente Hospitalar. A publicação é da Editora Memnon. Detalhes na página &lt;a href="http://www.memnon.com.br/.A"&gt;http://www.memnon.com.br/.A&lt;/a&gt; Professora Veruska Yokoshiro (coordenadora do Instituto Criança Viva, Salvador/BA) é a autora do capítulo ‘A importância da escola para crianças e adolescentes hospitalizados’ que foi publicado no livro Diagnóstico em Pediatria organizado pela Dra. Luciana Rodrigues Silva, professora titular de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFBA. Detalhes pelo e-mail: &lt;a href="mailto:programacriancaviva@ig.com.br.A"&gt;mailto:programacriancaviva@ig.com.br.A&lt;/a&gt; Rede Latinoamericana e do Caribe pelo Direito à Educação da Criança ou Jovem Hospitalizado ou em tratamento (REDLACEH) com sede no Chile, tem uma página na internet. O endereço é &lt;a href="http://www.redlaceh.com/"&gt;http://www.redlaceh.com/&lt;/a&gt;. O professor Armando Arosa (&lt;a href="mailto:armandoarosa@yahoo.com.br"&gt;armandoarosa@yahoo.com.br&lt;/a&gt;) informa sobre a revogação no início deste ano da portaria que criou, ao final de 2008, o Núcleo de Educação em Ambiente Hospitalar (NEAH) como parte do sistema educacional da Prefeitura de Niterói e que divulgamos no informativo anterior. É lamentável para as crianças hospitalizadas que podem ter comprometida a continuidade de sua escolaridade. Está confirmada a realização do 6º Encontro Nacional sobre Atendimento Escolar Hospitalar. O evento acontecerá no período de 8 até 11 de setembro de 2009 na Universidade LaSalle na cidade de Niterói. Para todas as informações consulte o endereço &lt;a href="http://inscricaonoencontro.blogspot.com/"&gt;http://inscricaonoencontro.blogspot.com/&lt;/a&gt;. As inscrições já se encontram abertas e devem ser feitas na página da editora Intertexto no endereço &lt;a href="http://www.intertextoeditora.com.br/"&gt;http://www.intertextoeditora.com.br/&lt;/a&gt;. Não perca o prazo para o envio de trabalhos. Bem vindos!A Rede Latinoamericana e do Caribe pelo Direito à Educação da Criança ou Jovem Hospitalizado ou em tratamento (REDLACEH) realizará, nos dias 6 e 7/9/2009 no Hotel Fagundes Varela (Niterói, RJ) e nos dias 8, 9 e 10/9/2009, paralelo ao 6º Encontro Nacional na Universidade LaSalle, reuniões com seus membros e sua assembleia geral.Em 2010 teremos na cidade de Munique (Alemanha) o VII Congresso Europeu de Educação Hospitalar. Fique atento à pagina da HOPE &lt;a href="http://www.hospitalteachers.eu/"&gt;http://www.hospitalteachers.eu/&lt;/a&gt; para mais informações.Também no ano que vem, teremos uma reunião sobre educação no ambiente hospitalar que deve acontecer na Espanha com a participação da REDLACEH. Obtendo mais detalhes, divulgaremos no próximo informativo.Agradecimentos/Acknowledgments/AgradecimientosÀ bolsista de extensão Bárbara Braga Wepler, graduanda de Pedagogia da Faculdade de Educação (UERJ), que tem cuidado da listagem de mala direta e dos contatos feitos à página sobre atendimento escolar hospitalar e ao e-mail da mesma. Assim, o informativo semestral está sendo editado e divulgado de acordo com o cronograma previsto. Muito obrigada!A todos que continuam partilhando suas experiências e conquistas o que, em muito contribui para que possamos ter um informativo dinâmico e que, solidariamente, une aqueles que se interessam pelo atendimento escolar hospitalar. Os alunos hospitalizados certamente aprendem muito com esse exemplo de cidadania dos professores nos hospitais. Parabéns para todos!Visite la página sobre atención escolar hospitalaria&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/"&gt;http://www.escolahospitalar.uerj.br/&lt;/a&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:escolahospitalar@uerj.br"&gt;escolahospitalar@uerj.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(INFORMATIVO ESCOLA HOSPITALARES)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;----------------------------------------------------------------------------------------&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Blog: &lt;a href="http://umolharpsicopedagogico.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Um Novo olhar Psicopedagógico&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE É A PEDAGOGIA HOSPITALAR?&lt;br /&gt;É um processo educativo fora do espaço escolar que propõe desafios aos educadores e possibilita a construção de novos conhecimentos e atitudes. Fonseca (2003.p.22) define como: A pedagogia hospitalar em sua pratica pedagógica educacional diária visa dar continuidade aos estudos das crianças em convalescença, com o objetivo de sanar dificuldades de aprendizagem e /ou oportunizar a aquisição de novos conteúdos.Atuando também com um acompanhamento do aluno fora do ambiente escolar, esta se propõe a desenvolver suas necessidades psíquicas e cognitivas utilizando programas lúdicos voltados a infância, entretanto sua ênfase em programas sócio-interativa, vinculando-se aos sistemas educacionais como modalidade de ensino educação especial ou ao sistema integral – atendimento pedagógico educacional hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLASSE HOSPITALAR DIREITO DE TODA A CRIANÇA E ADOLESCENTE HOSPITALIZADO GARANTIDO EM LEI REFERENTE A EDUCAÇAO DA CIRANÇA.O atendimento educacional da criança e adolescente hospitalizado através de uma classe hospitalar ou atendimento domiciliar é legal e segundo as Diretrizes Nacionais para a educação especial na educação básica, a classe hospitalar consiste em um Serviço destinado a prover mediante atendimento especializado, a educação escolar;ü A alunos impossibilitados de freqüentar as aulas, em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar ou atendimento ambulatorial (Brasil 2001.p.51).&lt;br /&gt;Para que esta classe hospitalar tenha por objetivo a prática pedagógica é importante que a sociedade seja conhecedora de seus direitos que se firma em diversas esferas da lei, garantidas a educação da criança: Lei de Diretrizes e Bases da educação número 9394/96, artigo 58 parágrafo 2.“O atendimento será feito em classe, escolas ou serviços especializados, sempre que em função das condições especificas dos alunos, não foi possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular “(Brasil 2001).&lt;br /&gt;Estatuto da criança e do adolescente capitulo II seção I artigo 90.“as entidades de atendimento são responsáveis pela manutenção das próprias unidades, assim como pelo planejamento e execução de programas de proteção sociais-educativas destinadas à criança e adolescentes em regime VII internação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM É O PROFSSIONAL?&lt;br /&gt;O professor é o profissional da classe hospitalar, devendo ser habilitado com especialização adequada conforme a LDB (Lei de Diretrizes e Base da educação 9393/96).Desenvolve os mesmos objetivos da escola regular com adaptações necessárias.Seu objetivo é restaurar os laços com o cotidiano escolar, proporcionando aos alunos hospitalizados uma melhor interação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ALUNO DA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Trata-se de crianças e adolescentes em idade escolar que por longos períodos de hospitalização ficam impossibilitados de seguir o seu ano letivo.A criança hospitalizada tem interesses, desejos e necessidades como qualquer criança, deve ser vista de modo integral, devendo se incentivada e envolvida em atividades para que haja sensação de bem estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURRICULO IDEAL&lt;br /&gt;Para construir a grade ideal de pedagogia foi pesquisado varias grades curriculares de graduação de pedagogia pós e extensão em pedagogia hospitalar. Analisado cada disciplina necessária par a formação do pedagogo apto a atuar nas redes escolares de nas classes hospitalares.Nossa grade ideal tem duração de 4 anos e propõe um currículo inovador que possibilite o profissional exercer funções que vão alem dos muros da escola, atendendo uma demanda de pacientes carentes deste profissional no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃOA&lt;br /&gt;pedagogia hospitalar deve ser caracterizada como ponto decisivo, pois contribuirá na qualidade de vida do paciente durante o tempo de internação. Propiciando-lhe momentos de alegria, recuperando seu entusiasmo, socializando-o e fazendo com que ele volte a sentir vontade de viver. Por isso, acreditamos que a pedagogia hospitalar em nível de graduação não é um sonho distante, é possível, pela necessidade de profissionais da educação na classe hospitalar.&lt;br /&gt;Humanizar é tomar para si a dor alheira num ato de amor extremo.A escola hospitalar mantém o vinculo do individuo com o mundo fora do hospital.O ajuda a melhorar a sua auto-estima e compreender sua própria condição de saúde... e reduz seu tempo de internação (Fonseca,2003)Humanizar é tornar-se melhor tendo como intuito apenas o amor.Humanizar é um afeto espontâneo em que o doador se sente bem e o receptor sente-se amenizado.Humanizar é um exercício gratificante de dedicação e amor.Não deixe de sonhar e o sonho de uma criança é a recompensa do nosso trabalho.&lt;br /&gt;===============================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="https://http//classehospitalarhicf.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classe Hospitalar H.I.C.F.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Hospital Infantil Cândido Fontoura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Localizado no bairro da Água Rasa à Rua Siqueira Bueno nº. 1757, Zona Leste da Cidade de São Paulo, foi inaugurado em 30 de Setembro 1958 e pertence à Secretaria Estadual da Saúde.Referência no atendimento a crianças e adolescentes, oferece pronto-atendimento 24 horas, internação hospitalar, ambulatório de especialidades pediátricas, além de cirurgias de pequeno e médio porte, UTI pediátrica, UTI neo-natal, berçário externo e atendimento em diversas especialidades.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;---------------------------------------------------------------------------------&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://quandoaescolaenohospital.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Quando a escola é no Hospital&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://quandoaescolaenohospital.blogspot.com/2009/04/proposta-de-lei-que-institui-no-ambito.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Proposta de Lei que cria a escola no hospital&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Proposta de Lei que institui no âmbito dos Municípiosas Unidades de Educação em Ambiente HospitalarPor Armando C. Arosa&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:armandoarosa@yahoo.com.br"&gt;&lt;em&gt;armandoarosa@yahoo.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Obs.: O presente texto não tem caráter acadêmico, mas tem o objetivo de oferecer subsídios para discussão de uma forma possível de regulamentar a escola no hospital.Texto em contrução.Os primeiros ensaios de intervenção escolar em hospitais ocorreram na França em 1935 e, posteriormente, na Alemanha e Estados Unidos. O atendimento a criança hospitalizada cresceu sensivelmente após a Segunda Guerra Mundial, quando alguns países da Europa receberam, como fruto cruel deste conflito, crianças mutiladas e com doenças contagiosas como a tuberculose, por exemplo, considerada fatal à época.A ação educativa no espaço hospitalar mais antiga no Brasil ocorre a desde 1950, no Hospital Jesus, no Rio de Janeiro. Durante os anos seguintes, este trabalho é ampliado, passando a ser desenvolvido no Hospital Barata Ribeiro, mas ainda sem nenhum vínculo ou regulamentação junto à Secretaria de Educação. Os Diretores destes dois hospitais procuraram o órgão responsável do então Estado da Guanabara, na tentativa de regulamentar o serviço. Deste movimento surge a vinculação do atendimento educativo no hospital com a Secretaria de Educação, passando a ser denominado “Classe Hospitalar”.Hoje, no Brasil, Classe hospitalar é a denominação do atendimento pedagógico-educacional que ocorre em ambiente de tratamento de saúde em circunstância de internação ou ainda na circunstância do atendimento em hospital-dia e hospital-semana ou em serviços de atenção integral à saúde mental. É compreendida na modalidade de Educação Especial por atender crianças e/ou adolescentes considerados com necessidades educativas especiais em decorrência de apresentarem dificuldades no acompanhamento das atividades curriculares por condições de limitações específicas de saúde. Tem por objetivo propiciar o acompanhamento curricular do aluno quando este estiver hospitalizado, garantindo-se a manutenção do vínculo com as escolas por meio de um currículo flexibilizado.O processo de consolidação da classe hospitalar vem ocorrendo num cenário em que os movimentos sociais lutam em favor dos direitos da criança (em especial da criança deficiente) e se inscreve como parte do processo de redemocratização, que se expressa na Constituição Federal de 1988, que estabelece que a educação é direito de todos, devendo ser efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. Esse direito é ratificado na Lei nº 8.069 de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na Lei nº 9.394 de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Esta última prevê também que &lt;/em&gt;&lt;a name="art11"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;os Municípios incumbir-se-ão de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, baixar normas complementares para o seu sistema de ensino e autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino;Parte desse processo se reflete também na edição da Resolução nº. 41 de 13 de outubro de 1995 – CONANDA - CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, que dispõe sobre os direitos das crianças e dos adolescentes hospitalizados. Neste instrumento, a ação educativa hospitalar ganha mais força e visibilidade, aparecendo no cenário nacional com status de obrigação legal. Isto coloca a ação educativa no hospital como parte de uma série de transformações pelas quais o Brasil vem passando na tentativa de colocar a educação e a saúde como direito de todos os/as cidadãos/ãs. Essa Resolução prevê que toda criança hospitalizada tem direito de desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde e acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência no hospital.O Conselho Nacional de Educação, em 2001, tratou da obrigatoriedade e utiliza a nomenclatura "classe hospitalar", no artigo 13 da Resolução nº 2. A partir desse momento, então, fica indicado que os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os sistemas de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado a alunos impossibilitados de frequentar às aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio.Diz a referida Resolução :Art. 13. Os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os sistemas de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado a alunos impossibilitados de freqüentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio.§ 1o As classes hospitalares e o atendimento em ambiente domiciliar devem dar continuidade ao processo de desenvolvimento e ao processo de aprendizagem de alunos matriculados em escolas da Educação Básica, contribuindo para seu retorno e reintegração ao grupo escolar, e desenvolver currículo flexibilizado com crianças, jovens e adultos não matriculados no sistema educacional local, facilitando seu posterior acesso à escola regular.§ 2o Nos casos de que trata este Artigo, a certificação de freqüência deve ser realizada com base no relatório elaborado pelo professor especializado que atende o aluno.Em dezembro de 2002, com base na legislação vigente, a Secretaria de Educação Especial do MEC edita o documento intitulado Classe hospitalar e atendimento pedagógico domiciliar: estratégias e orientações, em que se encontram os princípios, os objetivos e as formas de organização e funcionamento administrativo e pedagógico das classes hospitalares e do atendimento pedagógico domiciliarNesse documento vemos que:O atendimento educacional hospitalar e o atendimento pedagógico domiciliar devem estar vinculados aos sistemas de educação como uma unidade de trabalho pedagógico das Secretarias Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Educação, como também às direções clínicas dos sistemas e serviços de saúde em que se localizam.Esse documento entende que atendimento pedagógico domiciliar é o atendimento educacional que ocorre em ambiente domiciliar, decorrente de problema de saúde que impossibilite o educando de freqüentar a escola ou esteja ele em casas de passagem, casas de apoio, casas-lar e/ou outras estruturas de apoio da sociedade.Todavia, embora a legislação reconheça o direito da criança de receber esse tipo de atendimento (pedagógico-educacional, durante o período da internação), esta oferta ainda é muito restrita; conseqüentemente, não garante a todas as crianças esse direito, o que acaba gerando mais desigualdade, à medida que se caracteriza como privilégio de algumas poucas.Desse modo, é de extrema importância que os Municípios e os Estados criem uma unidade de atendimento educacional em ambiente hospitalar. Esse passo representa um grande avanço na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, garantindo a todas as crianças o acesso ao saber socialmente construído.Para se compreender como se dá esse movimento, é importante que alguns elementos sejam ressaltados. Há a necessidade de que as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar - UMEAH sejam vinculadas à Secretaria Municipal de Educação, uma vez que fará parte da rede Municipal de Ensino, utilizando recursos, equipamentos, profissionais e demais elementos que caracterizam o atendimento como escolar. Pertencerá, portanto, à rede regular de ensino, sem se configurar como uma escola especial.Outro elemento diz respeito à necessidade de ser instalada uma UMEAH em cada Unidade Municipal de Saúde que promova internação ou tratamento ambulatorial pediátrico. A legislação vigente e as orientações do MEC apontam para que as crianças tenham direito à educação escolar nessa modalidade de atendimento independentemente do tempo da internação hospitalar, do tratamento ambulatorial ou em seu domicílio. Nesse último aspecto, vale vincular também à Secretaria Municipal de Educação a avaliação a ser realizada, no sentido de se decidir as estratégias administrativas e didático-pedagógicas a serem adotadas.As normas de funcionamento da UMEAH serão consignadas em Regimento Escolar Próprio a ser instituído pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde. Nesse documento ficam estabelecidas as formas administrativas de abordagem das questões como: modalidade de matrícula; registro, apuração e controle de freqüência das crianças atendidas; elaboração, guarda e expedição de documentos; atribuições das equipes docente e de gestão da unidade; delimitação dos setores que compõe tal unidade; trânsito dos profissionais nos ambientes do hospital, normas de segurança e prevenção, bem como os demais elementos que contém uma unidade de ensino.Vale trazer aqui, também, a Lei nº 9.394, quando estabelece que a educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. Sendo assim, a Secretaria Municipal de Educação deverá prever em sua proposta pedagógica a forma de organização da escolaridade desenvolvida em ambiente hospitalar. A UMEAH deverá, portanto, construir tamém seu Projeto Político Pedagógico.Para que se garantam os recursos para seu pleno funcionamento, a Secretaria Municipal de Educação deve ser a mantenedora da UMEAH, inclusive determinando que a equipe docente e a equipe gestora de cada UMEAH sejam compostas por profissionais de educação do seu quadro efetivo de servidores.Quanto a esses profissionais, é necessário que, no âmbito da Secretaria Municipal de Educação, seja consolidada uma política de formação continuada em serviço que promova a construção de conhecimentos, valores e práticas que contribuam para sua formação plena. Mas é igualmente importante que se discutam questões acerca das potencialidades e necessidades específicas atinentes ao seu trabalho cotidiano, lembrando que não há, salvo engano, curso de graduação específico para essa modalidade de atendimento, sendo possível encontrar cursos de Pós-graduação lato sensu, tanto em Educação Especial quanto em Pedagogia Hospitalar.Como é uma modalidade de atendimento educacional relativamente nova e pouco conhecida, é bom também que se garantam aos profissionais do magistério seus direitos e vantagens, uma vez que quando afastados da escola convencional alguns desses direitos e vantagens são perdidos, como, por exemplo, aposentadoria especial e gratificação por regência de turma. Esse é mais um argumento administrativo, além de outros de caráter pedagógico não mencionados neste texto, para se instituir a escola no hospital, por meio da UMEAH.É urgente que se criem condições para que todas as crianças sejam atendidas em seus direitos, todavia sabemos das dificuldades por que passam muitos municípios, por isso é necessário que seja oferecido um prazo para que as prefeituras organizem seus recursos e criem as UMEAHs. Esse prazo não pode ser muito elástico e deve ser o suficiente para as adequações orçamentárias a serem realizadas, bem como para a formação dos profissionais que atuarão na unidade.Por fim, convicto do elevado alcance social da iniciativa, apresento uma proposta de texto legal que possa servir de parâmetro para discussão em sua cidade. Em cada município há particularidades que suscitarão adequações e correções na presente proposta, que pode ser acolhida pelo Prefeito, mandando-a como Mensagem à Câmara Municipal, ou ainda ser apresentada por um Vereador, como Projeto de Lei a ser votado pela casa legislativa de sua cidade.Realizadas as adaptações legais e redacionais, tal proposta pode ser igualmente apresentada em nível estadual, às Assembléias Legislativas, para criação das referidas Unidades no âmbito das Secretarias Estaduais de Educação.Lembro que as possíveis imperfeições nela contidas precisam ser sanadas e decorrem do fato de ter sido elaborada por quem não tem conhecimento jurídico. Ressalto também que esse movimento se inscreve no mesmo movimento que deseja ver o direito ao conhecimento garantido a todos os cidadãos. Sendo assim, no momento em que muitos municípios discutem seus Planos Municipais de Educação, é desejável que haja um amplo debate a respeito do tema e que a promulgação da Lei seja o reflexo da vontade de cidadania que deve caracterizar as ações de todos os legisladores, que por natureza de suas funções também são educadores.MENSAGEM ou PROJETO DE LEI Nº .............. DE ..............DE................DE 2009Cria as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar - UMEAHO Prefeito Municipal do Município de ...................................., do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, sanciona a seguinte Lei:Considerando a Constituição Federal;considerando as determinações legais da Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996;considerando as disposições da Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990;considerando o disposto na Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001;Art. 1º - Ficam criadas as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar - UMEAH, vinculadas à Secretaria Municipal de Educação, a serem instaladas em cada Unidade Municipal de Saúde que promova internação ou tratamento ambulatorial pediátrico administrada pelo Sistema Municipal de Saúde.Art. 2º - Cada UMEAH tem como atribuição promover o atendimento educacional às crianças em idade escolar que se encontram em situação de internação, atendimento ambulatorial ou domiciliar, promovido pelo Sistema Municipal de Saúde.Parágrafo Único - O atendimento educacional às crianças de que trata o caput deste artigo será realizado na modalidade de atendimento domiciliar, mediante avaliação a ser realizada pela Secretaria Municipal de Educação, ficando administrativa e pedagogicamente vinculada à UMEAH mais próxima da residência da criança atendida.Art. 3º A Secretaria Municipal de Educação deverá estabelecer as diretrizes didático-pedagógicas para o funcionamento da UMEAH.§ 1º. Cada UMEAH construirá seu Projeto Pedagógico, em consonância com as diretrizes didático-pedagógicas de que trata o caput deste artigo§ 2º. Cada UMEAH terá seu funcionamento regido por Regimento Escolar, próprio a ser instituído pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.Art. 4º Aos servidores designados para exercício na UMEAH ou para o atendimento educacional domiciliar, em efetivo exercício da função, ficam assegurados todos os direitos e garantias atinentes ao profissional que desempenha atividades de magistério, bem como aqueles direitos que possa adquirir em função do exercício profissional em ambiente hospitalar.Art. 5º- A Secretaria Municipal de Educação deve garantir os recursos materiais e financeiros, bem como a lotação dos servidores necessários ao pleno funcionamento de cada UMEAH.Parágrafo Único - A equipe docente e a equipe gestora de cada UMEAH serão compostas por profissionais de educação do quadro efetivo da Secretaria Municipal de Educação, que tenham habilitação ou formação em serviço que atenda às necessidades da demanda pedagógica.Art. 6º A municipalidade terá o prazo de 12 meses a contar da publicação desta Lei para atender às suas determinações.Art. 7º A presente Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as atribuições em contrário......................., .............de.................de.....................PrefeitoBibliografia consultada:AROSA, Armando C. e SCHILKE, Ana Lucia (orgs). A escola no hospital: espaço de experiências emancipadoras. Niterói: Intertexto, 2007.__________ Quando a escola é no hospital. Niterói: Intertexto, 2008.BRASIL. Constituição Federal. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Constituiçao_Compilado.htm_________Lei nº 9.394 de 1996. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm_________Lei nº 8.069 de 1990; Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069.htm_________ Resolução CNE/CEB Nº 2 de 2001. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf_________ Ministério da Educação. Classe hospitalar e atendimento pedagógico domiciliar : estratégias e orientações. / Secretaria de Educação Especial. – Brasília : MEC ; SEESP, 2002.__________ CONANDA. Resolução nº. 41 de 13 de outubro de 1995. Disponível em http://www.mp.rs.gov.br/infancia/legislacao/legislacao/id2178.htm?impressao=1&amp;amp;&lt;br /&gt;Postado por Escola no hospital às &lt;/em&gt;&lt;a class="timestamp-link" title="permanent link" href="http://quandoaescolaenohospital.blogspot.com/2009/04/proposta-de-lei-que-institui-no-ambito.html" rel="bookmark"&gt;&lt;em&gt;20:34&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a title="Editar postagem" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4610573154582827260&amp;amp;postID=1842996249737942673"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sexta-feira, 17 de Abril de 2009&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;---------------------------------------------------------------------------------------&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Blog: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://http//sarehmga.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sareh - Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrbDHv2h_CI/AAAAAAAAAmE/yeqiwSbwBsY/s1600-h/saradinho.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383704942439693346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 227px; CURSOR: hand; HEIGHT: 88px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrbDHv2h_CI/AAAAAAAAAmE/yeqiwSbwBsY/s320/saradinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ESCOLARIZAÇÃO HOSPITALAR NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO REGIONAL DE MARINGÁ&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;QUEM SOMOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Somos uma Equipe de Educadores que desenvolve um programa de Escolarização Hospitalar no Hospital Universitário Regional de Maringá.Trata-se do Programa SAREH, que traz a escolapara dentro do hospital, atendendo adolescentes, jovens e adultos hospitalizados, que estejam cursando 5ª a 8ª Série, Ensino Médio e EJA.O atendimento pedagógico/hospitalar tem equivalência de frequência e conteúdo.Após a alta, o trabalho é enviado para a escola deorigem dos alunos, através de relatório.Com isso eles não perdem aulas e nem ficam com faltas.Aqui nesse espaço, serão registradas atividades, comemorações, eventos, dicas de livros, links e tudo o mais que for interessante a respeito deClasse Hospitalar.&lt;br /&gt;========================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS:&lt;br /&gt;No site abaixo você encontrará material de estudos e pesquisas sobre atendimento escolar hospitalar:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm"&gt;www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos e pesquisas divulgados:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#1"&gt;O comportamento da criança pequena durante exames médicos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#2"&gt;Escola hospitalar: uma modalidade válida de atendimento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#3"&gt;Atendimento pedagógico:educacional hospitalar: realidade nacional&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#4"&gt;Escolas hospitalares nos países de língua espanhola&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#5"&gt;A criança pequena na escola hospitalar e seu atendimento pedagógico-educacional.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#6"&gt;Escolas hospitalares no Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escolahospitalar.uerj.br/estudos.htm#7"&gt;Pesquisa Escolas Hospitalares: atualização de dados&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-794981820022346958?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/794981820022346958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/classe-hospitalar.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/794981820022346958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/794981820022346958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/classe-hospitalar.html' title='Classe Hospitalar'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrRQFJnWS4I/AAAAAAAAAlc/s-9v6hIjui0/s72-c/classe+hospitalar+Hospital+cancer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-4997337084368986617</id><published>2009-07-18T17:56:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T04:24:18.994-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Auditiva'/><title type='text'>DEFICIÊNCIA AUDITIVA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss8bbdVWHwI/AAAAAAAAAp0/cQQMTVpr7fY/s1600-h/Comercial+Pantene.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;COMO DETECTAR SINAIS DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM SALA DE AULA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;Sinais de deficiência auditiva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;• As primeiras palavras aparecem tarde (3 a 4 anos);&lt;br /&gt;• Não responde ao ser chamado em voz normal;&lt;br /&gt;• Quando está de costas, não atende ao ser chamado;&lt;br /&gt;• Fala em voz muito alta ou muito baixa;&lt;br /&gt;• Vira a cabeça para ouvir melhor;&lt;br /&gt;• Olha para os lábios de quem fala e não para os olhos;&lt;br /&gt;• Troca e omite fonemas na fala e na escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que você pode fazer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Orientar os pais a procurar profissional especializado (médico otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Sugestões para a convivência com pessoas surdas ou com deficiência auditiva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• Quando quiser falar com uma pessoa surda, se ela não estiver prestando atenção em você, acene para ela ou toque levemente em seu braço;&lt;br /&gt;• Se ela fizer leitura labial, fale de frente para ela e não cubra sua boca com gestos e objetos. Usar bigode também atrapalha;&lt;br /&gt;• Quando estiver conversando com uma pessoa surda, pro&amp;shy;nuncie bem as palavras, mas não exagere. Use a sua veloci&amp;shy;dade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar;&lt;br /&gt;• Não adianta gritar;&lt;br /&gt;• Se souber algumas palavras na língua brasileira de sinais, tente usá-las. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas;&lt;br /&gt;• Seja expressivo. As expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo serão boas indicações do que você quer dizer, em substituição ao tom de voz;&lt;br /&gt;• Mantenha sempre contato visual; se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou;&lt;br /&gt;• A pessoa surda que é oralizada (ou seja, que aprendeu a falar) pode não ter um vocabulário extenso. Fale normalmente e, se perceber que ela não entendeu, use um sinônimo (carro em vez de automóvel, por exemplo);&lt;br /&gt;• Nem sempre a pessoa surda que fala tem boa dicção. Se não compreender o que ela está dizendo, peça que repita. Isso demonstra que você realmente está interessado e, por isso, as pessoas surdas não se incomodam de repetir quantas vezes for necessário para que sejam entendidas;&lt;br /&gt;• Se for necessário, comunique-se através de bilhetes. O importante é se comunicar, seja qual for o método.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Como você pode ensinar um aluno surdo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Você pode desenvolver o processo de aprendizagem com o aluno surdo adotando a mesma proposta curricular do ensino regular, com adaptações que possibilitem:&lt;br /&gt;• o acesso ao conteúdo, utilizando sistemas de comunicação alternativos, como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), a mímica, o dese&amp;shy;nho, a expressão corporal;&lt;br /&gt;• a utilização de técnicas, procedimentos e instrumen&amp;shy;tos de avaliação compatíveis com as necessidades do aluno surdo, sem alterar os objetivos da avaliação, como, por exemplo, maior valoriza&amp;shy;ção do conteúdo em detrimento da forma da mensagem expressa.&lt;br /&gt;Você sabia que é errado dizer “surdo-mudo”? Algumas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Elas não são mudas, porque podem emitir sons. A pessoa muda é aquela que não consegue emitir nenhum som. As pessoas surdas podem se comunicar de várias formas, uma delas é através da língua de sinais, que funciona como uma linguagem gestual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Sugestões de apoio ao aluno com deficiência auditiva:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;• Os alunos com deficiências auditivas devem ficar sempre na primeira fila na sala de aulas. Dependendo da condição sócio-econômica da família e do tipo de surdez, o aluno pode utilizar um recurso acústico (Aparelho Auditiva e/ou Sistema de FM), para amplificar o som da sala;&lt;br /&gt;• Há alunos que conseguem ler os movimentos dos lábios. Assim, o professor e os colegas devem falar o mais claramente possível, evitando voltar-se de costas enquanto fala. É extremamente difícil para estes alunos anotarem nas aulas, durante a exposição oral da matéria, principalmente aqueles que fazem leitura labial enquanto o professor fala;&lt;br /&gt;• É sempre útil fornecer uma cópia dos textos com antecedência, assim como uma lista da terminologia técnica utilizada na disciplina, para o aluno tomar conhecimento das palavras e do conteúdo da aula a ser lecionada. Pode também justificar-se a utilização de um intérprete que use a língua brasileira de sinais;&lt;br /&gt;• Este estudante pode necessitar de tempo extra para responder aos testes;&lt;br /&gt;• Fale com naturalidade e clareza, não exagerando no tom de voz;&lt;br /&gt;• Evite estar em frente à janela ou outras fontes de luz, pois o reflexo pode obstruir a visão;&lt;br /&gt;• Quando falar, não ponha a mão na frente da boca;&lt;br /&gt;• Quando utilizar o quadro ou outros materiais de apoio audiovisual, primeiro exponha os materiais e só depois explique ou vice-versa (ex.: escreva o exercício no quadro ou no caderno e explique depois e não simultaneamente);&lt;br /&gt;• Repita as questões ou comentários durante as discussões ou conversas e indique (por gestos) quem está a falar, para uma melhor compreensão por parte do aluno;&lt;br /&gt;• Escreva no quadro ou no caderno do aluno datas e informações importantes, para assegurar que foram entendidas;&lt;br /&gt;• Durante os exames, o aluno deverá ocupar um lugar na fila da frente. Um pequeno toque no ombro dele poderá ser um bom sistema para chamar-lhe a atenção, antes de fazer um esclarecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------&lt;a name="s44"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;FALAR COM AS MÃOS - DEFICIÊNCIA AUDITIVA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Índice da Edição 221" href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/221.shtml"&gt;Edição 221&lt;/a&gt; Abril 2009 (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nova Escola - Veja reportagem completa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levar os surdos para a sala regular exige nova postura do professor, tato para lidar com o intérprete e, acredite, muitas explicações orais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VALOR DA FALA NAS AULAS COM SURDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJxSlUsJUI/AAAAAAAAAfU/hvdrne5foII/s1600-h/def.+auditiva.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359971070594786626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJxSlUsJUI/AAAAAAAAAfU/hvdrne5foII/s320/def.+auditiva.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;A professora de Geografia Marilda Dutra, de São José, na Grande Florianópolis, aprendeu rápido que o uso do quadro-negro precisa ser revisto. Acostumados com a comunicação oral, os alunos com deficiência têm maiores dificuldade para ler. "Quando escrevo, é mais difícil perceber quem entendeu. Se explico, vejo no rosto de todos (dos que escutam e não) se estão acompanhando. Desenho e gesticulo o quanto precisa.". &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A inclusão de crianças com deficiência auditiva sempre foi polêmica, mas recentemente ganhou um novo rumo em nosso país. De acordo com a política do governo federal, elas não devem mais ficar segregados nas escolas especiais e precisam estudar desde cedo em unidades comuns, com um intérprete que traduza todas as aulas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e o contraturno preenchido por atividades específicas para surdos. Problema resolvido? Nem de longe. Enquanto entidades do setor ainda denunciam a falta de estrutura para a implementação das regras, os docentes já começam a receber parte dessa nova clientela e estão criando formas próprias de trabalho - muitas com sucesso. Não é uma tarefa fácil nem existe uma fórmula conceitualmente correta para lidar com a situação. Cada caso é um caso. A professora de Geografia Marilda Dutra, da EE Nossa Senhora da Conceição, em São José, na Grande Florianópolis, por exemplo, aprendeu uma lição curiosa logo nos primeiros dias de trabalho. Para ensinar quem não ouve, ela tem de falar mais. A maior mudança foi deixar o giz em segundo plano. Cada tipo de relevo, clima e vegetação precisava de fotografias, desenhos, gravuras e muitos exemplos verbais. Em vez de simples mapas, o mundo passou a ser representado em bolas de isopor para facilitar a compreensão dos meridianos.&lt;br /&gt;Maria Inês Vieira, coordenadora do Programa de Acessibilidade da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Derdic-PUC), explica o motivo da necessidade de rever o uso do quadro-negro. "Mesmo que o surdo já saiba ler e escrever em português, ele demorará mais para entender orientações por escrito", diz. A especialista ensina que o ouvinte entende a sequência de palavras escritas porque tem uma cultura prévia oral. Já quem não ouve está sendo apresentado ao português como um todo e não conhece a organização da língua. "Os conjuntos de palavras podem não fazer sentido na maneira como ele aprendeu a pensar. É como traduzir apenas as palavras de um texto em alemão ou chinês. Não é o suficiente para a compreensão do todo", diz. Em Florianópolis, a professora de Matemática Silvana Maria Soster teve outra reação no início do ano passado, quando foi informada pela direção da EM Luiz Cândido da Luz que uma de suas classes da 2ª fase do ciclo 2 (equivalente ao 5º ano, mas já com um docente por disciplina) teria quatro alunos surdos. "Tomei um susto. Nunca tinha passado por isso e pensei: será que posso?", conta. Para Roseli Baumel, educadora livre-docente especializada em Educação Especial da Universidade de São Paulo (USP), esse tipo de dúvida é natural. "Temos de ser honestos e admitir que não estamos prontos", orienta a especialista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Recebi um aluno surdo. E agora? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Peça ajuda. Esse é o conselho da professora livre-docente Roseli Baumel, da Faculdade de Educação da USP. Ela divide esse S.O.S. em quatro partes:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Família &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A participação da família ajuda em qualquer caso, mas, se o aluno é surdo, a conversa precisa ser mais constante e aprofundada. Descubra como é a comunicação em casa, desde a linguagem utilizada até o que mais chama a atenção da criança. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Entidades&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Procure apoio em uma instituição que atenda os deficientes, como o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), no Rio de Janeiro. Muitos oferecem aulas de libras e dicionários da língua e auxiliam na escolha de materiais para facilitar o aprendizado. Enquanto a escola não tem sala de apoio, algumas ONGs podem dar aulas de libras e reforço às crianças no contraturno. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Converse com outros docentes do aluno, de disciplinas diferentes ou anos anteriores. Procure repetir experiências de sucesso e pergunte também o que não funcionou para evitar os mesmos erros. Busque exemplos em outras unidades de ensino. "É preciso debater o ensino, fazer encontros e trocar informações", diz Roseli. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Governo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Os alunos têm direito a um intérprete, e a escola, a materiais apropriados e a uma sala multidisciplinar. O governo também deve oferecer cursos de libras para os professores. As aulas devem ser dadas em faculdades que fazem convênio com o Ministério da Educação. Além disso, unidades com mais de 100 alunos podem pedir recursos para a montagem de uma sala de apoio pelo Programa Escola Acessível. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-61-6161.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;-----------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Um comercial produzido na Tailândia:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a história d&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss8bh1oZVmI/AAAAAAAAAp8/IzKtflMrJPk/s1600-h/Comercial+Pantene.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390557547131917922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Ss8bh1oZVmI/AAAAAAAAAp8/IzKtflMrJPk/s320/Comercial+Pantene.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e uma menina surda que aprende a tocar violino contra todos os reveses, principalmente de uma colega pianista maldosa.É um comercial de shampoo, da Pantene com a temática "lição de vida", mostrando o que se pode fazer com o coração.Nenhuma referência é feita ao produto (shampoo) até o fim do comercial:"Você pode brilhar". A música tema é o Canon in D, de Johann Pachelbel. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena assistir, Clique no endereço abaixo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Um9KsrH377A"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Um9KsrH377A&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-4997337084368986617?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/4997337084368986617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/falar-com-as-maos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4997337084368986617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/4997337084368986617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/falar-com-as-maos.html' title='DEFICIÊNCIA AUDITIVA'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SmJxSlUsJUI/AAAAAAAAAfU/hvdrne5foII/s72-c/def.+auditiva.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6656351698195554363</id><published>2009-07-16T16:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T17:46:54.667-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Escolas Indígenas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Auditiva'/><title type='text'>Fim do isolamento dos índios surdos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Índice da Edição 208" href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/208.shtml"&gt;Edição 208&lt;/a&gt; 12/2007&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (Nova Escola - Veja reportagem completa)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conheça o desafio das escolas indígenas em educá-los na língua portuguesa, no idioma da aldeia, na linguagem de gestuais própria da tribo e na língua brasileira de sinais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sl_APUy9BVI/AAAAAAAAAe0/e54tstZqT5U/s1600-h/indios+surdos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359213451107173714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 275px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sl_APUy9BVI/AAAAAAAAAe0/e54tstZqT5U/s320/indios+surdos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amarildo é surdo e se comunica na escola por meio de quatro linguagens diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amarildo Inácio, índio da etnia caingangue, tem 15 anos e desde 2004 está vivendo uma experiência bastante rica: estudar de verdade. Até então, a Escola Indígena de Educação Básica Cacique Vanhkre, em Ipuaçu, a 511 quilômetros de Florianópolis, onde está matriculado desde a 1ª série, não tinha uma política de inclusão de alunos com deficiência. Com surdez total em um ouvido e parcial em outro, o garoto estava lá fazendo número, sem aprender. Amarildo sempre tentou se comunicar com os demais membros da aldeia, mas ninguém o entendia. Além de não conseguir pronunciar bem as palavras, misturava dois idiomas – o português e o caingangue. Seus gestos eram compreendidos por poucos e, durante muito tempo, ele foi considerado um deficiente mental. Há três anos, a surdez do garoto e de outras sete crianças da tribo foi identificada, levando a gerência regional da Secretaria de Educação de Santa Catarina a implantar um programa pedagógico para atender às necessidades do grupo. “Foi muito difícil estabelecer uma comunicação mínima com os estudantes no início do processo. Primeiro, tive de conquistar a confiança deles”, conta Marisa Giroletti, pesquisadora na área de processos inclusivos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).&lt;br /&gt;O Ministério da Educação (MEC) não informa quantos dos 163 693 indígenas matriculados na rede pública têm deficiência auditiva – entre os não-índios são 15 mil. Sem uma política nacional para atendê-los, cada comunidade encontra suas próprias soluções para levar esses estudantes a avançar na aprendizagem. Em 2001, com a aprovação do Plano Nacional de Educação, as escolas indígenas conseguiram garantir a identidade cultural e lingüística de suas populações por meio de um currículo diferenciado. Das 2 323 escolas indígenas existentes no Brasil, 1 818 já oferecem Educação bilíngüe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a reportagem completa, vale a pena!!!!&lt;br /&gt;Fonte: Nova Escola: Edição 208/ 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6656351698195554363?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6656351698195554363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/fim-do-isolamento-dos-indios-surdos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6656351698195554363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6656351698195554363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/fim-do-isolamento-dos-indios-surdos.html' title='Fim do isolamento dos índios surdos'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sl_APUy9BVI/AAAAAAAAAe0/e54tstZqT5U/s72-c/indios+surdos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3455355851612672585</id><published>2009-07-12T18:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-12T19:02:49.314-07:00</updated><title type='text'>Educação JÁ!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlqS7jHDe9I/AAAAAAAAAes/OYnZ3A2lue0/s1600-h/1969x2009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357756258445392850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlqS7jHDe9I/AAAAAAAAAes/OYnZ3A2lue0/s320/1969x2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#006600;"&gt;Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3455355851612672585?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3455355851612672585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/educacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3455355851612672585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3455355851612672585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/educacao.html' title='Educação JÁ!!!'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlqS7jHDe9I/AAAAAAAAAes/OYnZ3A2lue0/s72-c/1969x2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8218259033742627572</id><published>2009-07-09T18:08:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T13:50:53.374-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros sobre diversidade p/ crianças (conscientização)'/><title type='text'>Livros sobre diversidade para crianças (conscientização)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;LIVROS SOBRE DIVERSIDADE PARA SEREM TRABALHADOS EM SALA DE AULA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um amig&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlaYp_uHN3I/AAAAAAAAAeU/r-tmn0WY87I/s1600-h/livro_meu_amigo_down_na_rua.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356636654050686834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlaYp_uHN3I/AAAAAAAAAeU/r-tmn0WY87I/s320/livro_meu_amigo_down_na_rua.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o especial&lt;/strong&gt;-Síndrome de Down é o tema desta coleção. Em um dos enredos, um menino passa por vários questionamentos ao observar a rotina de seu vizinho esquisito. Vencendo a timidez e o preconceito, inclusive dos pais, ele conclui que seu amigo Down é apenas diferente.&lt;br /&gt;EM CLASSE Utilize o livro para valorizar as infinitas diferenças que existem entre cada criança, e não para fortalecer a imagem do aluno com síndrome de Down como “o diferente”. Procure fazer com que todos se habituem a falar do quanto são diferentes e do quanto isso é estimulante. Depois, peça a todos que escrevam ou falem para o grupo aquilo que acham mais diferente em si.&lt;br /&gt;MEU AMIGO DOWN NA RUA; MEU AMIGO DOWN NA ESCOLA; MEU AMIGO DOWN EM CASA, Claudia Werneck, 24 págs. cada um, Ed. WVA, tel. (21) 2493-7610, 15 reais cada um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ver e enx&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlaZWd8KXAI/AAAAAAAAAec/w7y1MEaWCjM/s1600-h/rodrigo+bom+de+bola.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356637418076920834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlaZWd8KXAI/AAAAAAAAAec/w7y1MEaWCjM/s320/rodrigo+bom+de+bola.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ergar&lt;/strong&gt; - A história de Rodrigo é contada pelo seu melhor amigo, André, o primeiro a perceber que ele era cego, mas podia enxergar tudo. O autor não vê desde bebê, mas cresceu empinando pipa e brincando de carrinho de rolimã. Só mais tarde conheceu o preconceito e viu que em parte ele se deve à desinformação.&lt;br /&gt;EM CLASSE O livro é um guia prático que inspira atividades em sala. No enredo, a professora ajuda todos a entender como Rodrigo enxerga: de olhos vendados as crianças tocam em grãos de feijão e em chocolate e ouvem sons como barulho de chaves. Proponha a atividade à sua turma.&lt;br /&gt;RODRIGO ENXERGA TUDO, Markiano Charan Filho, 36 págs., Ed. Nova Alexandria, tel. (11) 5571-5637, 28 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundão de tons sem fim&lt;/strong&gt; - Este é um dos cinco volumes da série Mundinho, para “leitores” de 2 a 5 anos. Com ilustração e texto em braile, o livro – que é quadrado só no formato – começa com a descrição das incontáveis cores presentes na natureza.&lt;br /&gt;EM CLASSE Aproveite o exemplo e faça com a turma uma lista de cores ligando-as a frutas, flores, animais e outros elementos encontrados na escola, no jardim ou na f eira. Vale também trabalhar a idéia do conviver com as diferenças, falando dos habitantes dos hemisférios norte e sul ou de pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;UM MUNDINHO PARA TODOS, de Ingrid B. Bellinghausen, 24 págs., Ed. DCL, tel. (11) 3932-5222, 24 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Da cor de Flicts- &lt;/strong&gt;O autor trata o tema da diversidade com muito colorido. Literalmente. No lugar de crianças, ele conta a história de Flicts, uma cor rara e triste, que se sente excluída, feia e aflita por não existir no mundo nada que seja como ela. Um dia resolve sumir, e o destino de Flicts é uma singela surpresa.&lt;br /&gt;EM CLASSE Peça à turma que recorte muitos papéis de tonalidades diferentes. Com a colagem dos pequenos pedaços de papel, a garotada vai fazer uma bandeira representando uma classe que inclui todas as cores.FLICTS, Ziraldo, 48 págs., Ed. Melhoramentos, tel. (11) 3874-0880, 24 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diferentes, mas iguais&lt;/strong&gt; - Versos e rimas descrevem uma escola onde todos são iguais mesmo sendo diferentes. “Lá na minha escola/ninguém é diferente/cada um tem seu jeito/o que importa é ir pra frente”.&lt;br /&gt;EM CLASSE A última página vale uma cópia colorida ampliada: os versos merecem atenção e o lindo desenho pode inspirar uma produção de mural coletivo com fotos 3x4 de todos, formando um grande círculo, como um planeta Terra.NA MINHA ESCOLA TODO MUNDO É IGUAL, Rossana Ramos, 20 págs., Ed. Cortez, tel. (11) 3864-0404, 13,80 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oba, escola nova!&lt;/strong&gt; Júlia tem 8 anos e adora ler, brincar com o dicionário e dar nome para tudo, até para três amigas especiais: Felizberta e Felizbina, suas muletas, e Joaninha, sua cadeira de rodas. Júlia vai entrar numa nova escola e quase não consegue dormir de tão ansiosa, pois antes estudava só com crianças com deficiência.&lt;br /&gt;EM CLASSE Consiga uma cadeira de rodas emprestada e promova passeios pela escola e pela vizinhança para detectar obstáculos e propor mudanças para a melhoria do acesso.&lt;br /&gt;JÚLIA E SEUS AMIGOS, Lia Crespo, 32 págs., Ed. Nova Alexandria, tel.(11) 5571-5637, 23 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muito prazer, Sílvia!&lt;/strong&gt; -Sílvia é uma menina que faz cara feia e bonita, canta, brinca de gangorra e de pirata com a mamãe, faz travessuras, fica de castigo, dança com o vovô e cavalga com o papai, nada como um peixe... e tudo em uma cadeira de rodas.&lt;br /&gt;EM CLASSE Depois da leitura, pergunte se algum dos desenhos poderia levá-los a perceber que Sílvia não anda. Quando ela brinca de pirata, por exemplo, a mãe segura as pernas dela com as próprias pernas.&lt;br /&gt;ESTA É SÍLVIA, Jeanne Willis e Tony Ross, 32 págs., Ed. Salamandra, tel. (11) 6090-1500, 23,50 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ninguém é perfeito&lt;/strong&gt; -Um acidente de carro e uma conseqüente paraplegia fazem a vida de Marcella dar uma guinada. A menina que arrasava nos jogos de vôlei se transforma numa pessoa triste, revoltada e sem esperança. Aos poucos, ela se recupera com a ajuda de diversas pessoas, entre elas o irmão, que, no final, conclui “...a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas!”&lt;br /&gt;EM CLASSE Proponha aos jovens que façam um levantamento no bairro sobre a acessibilidade física e estimule-os a redigir um relatório e enviá-lo à Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência.&lt;br /&gt;ESTRELAS TORTAS, Walcyr Carrasco, 104 págs., Ed. Moderna, tel. (11) 6090-1300, 23 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um dia de glória&lt;/strong&gt; - Divertida e cheia de lições é a história dos garotos do time reserva de futebol da escola que nunca entram em campo, até que, um dia, os titulares pegam caxumba e não podem jogar a final.&lt;br /&gt;EM CLASSE O texto facilita a dramatização, atividade que pode estimular o difícil exercício de colocar-se no lugar do outro, e suscita o debate sobre a tolerância.DESPREZADOS F.C., Júlio Emílio Braz, 80 págs., Ed. Saraiva, tel. (11) 3613-3000, 15,90 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brincadeira&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de mau gosto&lt;/strong&gt;- Jéssica, 10 anos, é negra e enfrenta preconceito racial na escola. Nem a professora considera ofensivas as brincadeiras dos colegas. Mas um dia ela reage.&lt;br /&gt;EM CLASSE Para facilitar o debate, o texto destaca expressões pejorativas e faz refletir se a escola garante o crescimento intelectual e afetivo de crianças negras.&lt;br /&gt;TRAMAS DA COR: ENFRENTANDO O PRECONCEITO NO DIA-A-DIA ESCOLAR, Rachel de Oliveira, 112 págs., Ed. Selo Negro, tel. (11) 3872-3322, 22 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medos e amizades&lt;/strong&gt; - Antônia e H são amigos, mas diferentes. Ela fala demais e ele de menos. Ele adora ler e ela só abre os livros que a professora manda. Ele faz o tipo bonitão e ela aquela em quem ninguém repara. Quando começam a confiar um no outro, passam a compartilhar seus medos.&lt;br /&gt;EM CLASSE Pergunte: o diferente pode causar medo? Peça aos alunos que respondam sem se identificar e troquem entre si as redações. Depois, cada um se manifesta sobre o medo do outro e diz o que pode ser feito para superá-lo.&lt;br /&gt;AMIGO SE ESCREVE COM H, Maria Fernanda Heredia, 128 págs., Ed. Nova Fronteira, tel. (21) 2537-8770, 19 reais&lt;br /&gt;Fonte:Nova Escola / Educação Especial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SueBLjGRJAI/AAAAAAAAA0A/zduzzgx8skY/s1600-h/Crian%C3%A7a+genial.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397424713826903042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SueBLjGRJAI/AAAAAAAAA0A/zduzzgx8skY/s320/Crian%C3%A7a+genial.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criança Genial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas razões para se dizer que a natureza é sábia. Uma delas, e talvez a principal, é a diversidade de formas de vida que encontramos no mundo. Assim como entre várias espécies de flores ou de animais é possível observar características tão diferentes, também entre os seres humanos os traços étnicos ou biológicos identificam visualmente o quanto cada pessoa é única e especial - ou melhor, excepcional! Por isso, é muito natural conviver com pessoas diferentes - incluindo aquelas que possuem necessidades especiais. Com texto e ilustrações poéticas, Criança genial tem como objetivo sensibilizar as crianças sobre as diferenças visando à educação inclusiva. Ao derrubar as barreiras imaginárias que construímos sobre o tema, faz perceber que o mundo pode ser muito mais humano se reconhecermos que há gente que brinca, vê, escuta e anda "diferente". Surdos, cegos, deficientes físicos ou não, todos somos "especiais". Ou melhor, "geniais".&lt;br /&gt;Autora: Cláudia Cotes&lt;br /&gt;Editora: Paulinas&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Edição: 3&lt;br /&gt;Número de páginas: 24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Down - &lt;/strong&gt;Aninha conheceu uma nova amiga na escola: a Cuca - uma menina um pouco diferente, mas bem divertida. Ela tem síndrome de down e, embora tenha dificuldades para aprender a ler e escrever, Cuca é dotada de outros talentos: dançar, por exemplo. Narrativa breve, na voz de uma criança sem a síndrome, Cláudia "brinca" com a palavra down, criando neologismos: showdown, downvertido, downçar. O texto é divertido, tem seu lado poético, e além disso também está escrito em braille.&lt;br /&gt;Autora: Cláudia Cotes Editora: Paulinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;====================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7X4vS5yxvI/AAAAAAAAA8Y/Zj_rK6xPH6Q/s1600/cole%C3%A7%C3%A3o+co+co+ri+co.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455540015041005298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7X4vS5yxvI/AAAAAAAAA8Y/Zj_rK6xPH6Q/s320/cole%C3%A7%C3%A3o+co+co+ri+co.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cocoricó: &lt;strong&gt;Um amigo Especial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;1a Edição 2006 / Walkíria de Felice (Melhoramentos)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A turminha da Fazenda Cocoricó vai conhecer, nesta história, Mauro, um amigo de Júlio que precisa da ajuda de uma bengala para caminhar. Júlio também usa uma caneta e um caderno bem diferentes para escrever. Nesta edição Júlio e seus amigos vão descobrir que, mesmo sem enxergar, as pessoas podem ler, escrever, contar histórias e brincar de coisas muito divertidas. Uma bonita história sobre harmonia na convivência entre diferentes e as relações que se formam a partir da tolerância e da boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1013586/cocorico-um-amigo-especial"&gt;Livraria da Folha&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO PARA CRIANÇAS SOBRE DISLEXIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3qnEfKTkgI/AAAAAAAAA6E/3x5jGNX-jis/s1600-h/Dislexia+livro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7HMtb3Ah9I/AAAAAAAAA74/KesHcGTJ4hM/s1600/Dislexia+livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454365704667039698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7HMtb3Ah9I/AAAAAAAAA74/KesHcGTJ4hM/s320/Dislexia+livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;JOÃO, PRESTE ATENÇÃO!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Autora: Patrícia Secco&lt;br /&gt;Assim como João, inúmeras crianças, com bom nível intelectual, são incapazes de utilizar adequadamente a leitura, a escrita, a interpretação de textos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=====================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COLEÇÃO: &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGjSvRzjiI/AAAAAAAAAks/KnOjzyJiUOU/s1600-h/ciranda+diferen%C3%A7as.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382262572008574498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 305px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SrGjSvRzjiI/AAAAAAAAAks/KnOjzyJiUOU/s320/ciranda+diferen%C3%A7as.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CIRANDA DAS DIFERENÇAS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta obra contém 10 livros + 10 CD-Rom:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*UMA TARTARUGA A MIL POR HORA: Conta a história de uma tartaruga diferente, que aos invés de fazer tudo devagar como as outras, fazia tudo muito rápido, parecendo que tinha rodinhas nos pés. Como resolver toda esta agitação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A ESCOLA DA TIA MARISTELA: Conta a história de uma escola pra ensinar golfinhos a participarem de espetáculos aquáticos. Certo dia, recebe uma nova aluna que não aprendia como os outros. Será que Sofia iria desistir de seus sonhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A FAMÍLIA SOL, LÁ, SI...: Este é um livro que conta a história de uma família de elefantes roqueiros, porém um de seus integrantes, Nando, nasce com uma deficiência. Será que arrumarão um jeito de incluir o elefantinho nesta banda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*NEM TODAS AS GIRAFAS SÃO IGUAIS: Trata da história de uma girafa que não tinha a mesma altura que as outras, mas mesmo assim, tinha o sonho de ser uma jogadora de basquete. Será que ela vai arrumar uma forma de participar do tão esperado campeonato da escola?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O CHARME DE TUCA: Conta a história de um coelho que descobre que a razão de suas notas baixas era devido ao seu problema visual. Será que depois de solucionado esse problema suas notas irão melhorar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*DOGNALDO E SUA NOVA SITUAÇÃO: Conta a história de um cachorro que sofre um acidente e fica numa cadeira de rodas. Como será que ele e sua família vão lidar com essa nova situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*UMA FORMIGA ESPECIAL: Conta a história de Danilo, uma formiga que nasce cega. Danilo tinha muita vontade de ajudar no sustento do formigueiro, mas como será que ele e sua família vão conseguir enfrentar essa dificuldade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*UMA AMIGA DIFERENTE: Conta a história de um zangão filhote que conhece uma abelha diferente das outras e descobre neste contato uma amizade para toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O CANTO DE BENTO: Conta a história de um maestro bem-te-vi que tinha o sonho de ter um filho que continuasse seu trabalho na jabuticabeira. As coisas vão ter que ser adaptadas quando descobrem que Bento, o filho do maestro, não sabia cantar como os outros pássaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O PROBLEMA DA CENTOPÉIA ZILÁ: Conta a história de uma centopéia que tinha uma de suas perninhas mais curta que as outras. Quando resolve diminuir a diferença entre suas pernas recebe uma grande surpresa da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Acompanha CDs com histórias contada em LIBRAS (para surdos) caracteres ampliados(para baixa visão) e livro narrado (para cegos)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acabamento : Brochura&lt;br /&gt;Faixa Etária : De 03 a 10 anos&lt;br /&gt;Edição : 1 / 2008&lt;br /&gt;Idioma : Português&lt;br /&gt;País de Origem : Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça a coleção no site: &lt;a href="http://www.cirandadainclusao.com.br/"&gt;http://www.cirandadainclusao.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8218259033742627572?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8218259033742627572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/livros-sobre-deficiencia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8218259033742627572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8218259033742627572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/07/livros-sobre-deficiencia.html' title='Livros sobre diversidade para crianças (conscientização)'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SlaYp_uHN3I/AAAAAAAAAeU/r-tmn0WY87I/s72-c/livro_meu_amigo_down_na_rua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8908283540039733074</id><published>2009-06-20T17:09:00.000-07:00</published><updated>2010-02-16T05:10:53.759-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exames que detectam deficiências'/><title type='text'>Exames que detectam deficiências</title><content type='html'>&lt;strong&gt;TESTE DO OLHINHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XX0WN98gI/AAAAAAAAA40/Y88kb_mSF1k/s1600-h/teste+do+olhinho.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XZUXyXUII/AAAAAAAAA48/zqBi_-i-7NU/s1600-h/teste+do+ohlinho+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437491069125611650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 137px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XZUXyXUII/AAAAAAAAA48/zqBi_-i-7NU/s320/teste+do+ohlinho+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O teste do olhinho é fácil, não dói, não precisa de colírio e é rápido (de dois a três minutos, apenas). Uma fonte de luz sai de um aparelho chamado oftalmoscópio, tipo uma "lanterninha", onde é observado o reflexo que vem das pupilas.&lt;br /&gt;Quando a retina é atingida por essa luz, os olhos saudáveis refletem tons de vermelho, laranja ou amarelo, já quando há alguma alteração, não é possível observar o reflexo ou sua qualidade é ruim, esbranquiçada. A comparação dos reflexos dos dois olhos também fornece informações importantes, como diferenças de grau entre olhos ou o estrabismo.&lt;br /&gt;O teste do olhinho previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira.&lt;br /&gt;Segundo dados estatísticos, essas alterações atingem cerca de 3% dos bebês em todo o mundo.&lt;br /&gt;- Bebês prematuros devem obrigatoriamente realizar esse teste visual, de modo que afaste o risco da retinopatia da prematuridade, principal causa da cegueira infantil na América Latina.&lt;br /&gt;"Como essas crianças prematuras ainda passam por um processo de formação, possuem vasos sangüíneos imaturos no globo ocular", explica Larissa Magosso, oftalmologista da Maternidade e Hospital da Criança, em São Paulo/SP.&lt;br /&gt;O teste do olhinho pode ser realizado por um pediatra, mas se alguma alteração é identificada, o bebê deve ser encaminhado para o oftalmologista para a realização de exames mais específicos.&lt;br /&gt;Não deixe para depois - Pelo menos 60% das causas de cegueira ou de grave seqüela visual infantil podem ser prevenidos ou tratáveis se fossem detectadas precocemente, antes de se agravarem. Daí a importância do teste do olhinho.&lt;br /&gt;O pior de tudo é que mais da metade dos casos só tem o problema descoberto quando estão cegas ou quase cegas para o resto da vida. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica prevê cerca de 710 novos casos de cegueira por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Dicas:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;A mamãe e o papai podem observar as fotografias de seu filho. Se em vez do reflexo vermelho que fica nos olhos aparecer uma mancha branca, procure um oftalmologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunte ao pediatra do seu bebê quais exames que foram realizados ao seu nascimento. Se o teste do olhinho não estiver entre eles, converse com o médico a possibilidade de realizá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A catarata não é um problema só de idoso, não. A catarata congênita é uma patologia presente ao nascimento e uma em cada cem crianças nascidas apresenta essa alteração.&lt;br /&gt;Fonte: www.&lt;a href="http://guiadobebe.uol.com.br/"&gt;guiadobebe.uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TESTE DA ORELHINHA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj18WYdaLJI/AAAAAAAAAc8/gzSbRvb228E/s1600-h/teste+da+orelhinha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349568656350784658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj18WYdaLJI/AAAAAAAAAc8/gzSbRvb228E/s320/teste+da+orelhinha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A triagem auditiva neonatal, obrigatória por lei municipal nº 3028, de 17 de maio de 2000.É um programa de avaliação da audição em recém nascidos, indicada por instituições do mundo todo para diagnóstico precoce de perda auditiva, uma vez que sua incidência, na população geral, é de 1 a 2 por 1000 nascidos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÉTODO&lt;br /&gt;A técnica mais utilizada para a triagem auditiva neonatal é o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas - EOAs.A EOAs é um exame objetivo, indolor, de rápida execução com tempo médio de 3 a 5 minutos, feito com sono natural, com a colocação de um fone externamente na orelha do bebê.O EOA (Emissões Otoacústicas Evocadas) consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno (eco), sendo registrado no computador se as partes internas da orelha (cóclea) estão funcionando, sendo então emitido um gráfico com o resultado do exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESULTADOS&lt;br /&gt;O resultado é informado no final do exame. Um protocolo de avaliação junto com o laudo será enviado à mãe e ao médico solicitante.Quando houver suspeita de deficiência a partir da triagem auditiva, a criança será encaminhada para avaliação otológica e audiológica completas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANDO FAZER?&lt;br /&gt;O exame deverá ser realizado à partir do nascimento, preferencialmente nos primeiros 3 meses de vida do bebê, para que se possa detectar perdas precoces, dificultando o aprendizado da linguagem. Fonte:&lt;a href="http://www.testedaorelhinha.com.br/contato.html"&gt;http://www.testedaorelhinha.com.br/contato.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TESTE DO PEZINHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj17mtl709I/AAAAAAAAAcs/ZrrbEYhh2jg/s1600-h/pezinho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349567837389968338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj17mtl709I/AAAAAAAAAcs/ZrrbEYhh2jg/s320/pezinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O teste do pezinho é um exame que deve ser feito de preferência na primeira semana de vida do bebê, permite identificar doenças graves que podem causar na criança dificuldades de crescimento, problemas mentais e físicos (fenilcetonúria) e retardamento mental (hipotireoidismo congênito).&lt;br /&gt;Várias doenças congênitas, relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções, podem ser detectadas, os exames são realizados em gotas de sangue coletadas do pezinho do bebê e colocadas em um papel de filtro, deixando secar e enviados para análise.&lt;br /&gt;Na maioria das vezes é realizado o teste básico (postos de saúde da rede básica), e os exames realizados são: Fenilalanina (Fenilcetonúria PKU), cromatografia de aminoácidos (detecta aminoácidopatias), TSH Neonatal (detecta hipotireoidismo congênito).&lt;br /&gt;Já o teste ampliado realiza determinações de 17-OH-Progesterona neonatal (detecta hiperplasia adrenal congênita) e tripsina neonatal (detecta fibrose cística) além de todos do teste básico.&lt;br /&gt;Ainda pode ser feito o teste plus e complementar que detectam outras anormalidades no neonatal.&lt;br /&gt;Quando identificadas cedo e tratadas adequadamente, essas doenças podem ser prevenidas e controladas.&lt;br /&gt;O bebê tem direito ao teste do pezinho e todas as mães e pais podem e devem cobrar dos gestores municipais que disponibilizem o exame grátis nos postos de saúde. Deve ser feito na primeira semana de vida, o que não impede que se realize fora deste período, até mesmo trinta dias após o nascimento pode também ser realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOENÇAS DETECTADAS NO EXAME&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj173htx_oI/AAAAAAAAAc0/I8ZLtf_-whQ/s1600-h/teste+do+pezinho+2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349568126259428994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj173htx_oI/AAAAAAAAAc0/I8ZLtf_-whQ/s320/teste+do+pezinho+2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entre as patologias que podem ser precocemente diagnosticadas pelo Teste do Pezinho nos recém-nascidos destaca-se o hipotireoidismo congênito (HC), a fenilcetonúria (FENIL) e a anemia falciforme, atualmente triadas pela Apae através do SUS. Já aderiram ao programa 100% dos municípios e o objetivo da Apae Salvador é alcançar 100% dos recém-nascidos vivos do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Fenilcetonúria&lt;/em&gt; (FENIL) É um erro inato do metabolismo, de origem genética, com herança autossômica recessiva que leva a deficiência da enzima que metaboliza o aminoácido Fenilalanina. Com isso, o aminoácido acumula-se no sangue do recém-nascido provocando efeitos tóxicos no sistema nervoso central, levando à deficiência mental, agitação e agressividade. O tratamento precoce previne as alterações e propicia desenvolvimento psico-motor dentro dos padrões normais da população. Incidência: 1/12.500 nascidos vivos.&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Hipotireoidismo Congênito&lt;/em&gt; (HC) O hipotireoidismo congênito é um distúrbio decorrente da deficiência de produção dos hormônios da tireóide que ocorre por diferentes causas. O recém-nascido com hipotireoidismo não apresenta sintomas ao nascer, mas, com o tempo, a deficiência dos hormônios tireoidianos leva a atraso de desenvolvimento e retardo mental grave. O tratamento precoce e contínuo resulta em desenvolvimento normal da criança. Incidência: 1:3.500/4.000 nascidos vivos.&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Doenças Falciformes e outras Hemoglobinopatias Hemoglobinopatias&lt;/em&gt; é o nome dado ao grupo de doenças de origem genética provocadas por alterações na molécula da hemoglobina (Hb). Essa alteração pode ser estrutural, como na anemia flciforme (AF) ou por deficiência de síntese como nas talassemias. A hemoglobinopatia mais conhecida e de maior incidência em populações afro-descendentes é a anemia falciforme (AF) que é de herança autossômica recessiva. Na AF, a alteração da hemoglobina é estrutural. A hemoglobina normal chamada de Hb A não está presente nas hemácias e sim a hemoglobina S (mutante-variante). O paciente portador de anemia falciforme tem a hemoglobina S em dose dupla (homozigose) e não tem nenhum exemplar da hemoglobina normal (HbA). No exame o resultado: HbSS determina o diagnóstico de anemia falciforme. Outras formas de doenças falciformes se caracterizam pela ausência da hemoglobina A e pela presença de hemoglobinas variantes, como HbS, HbC, Hb D, e outros, os resultados encontrados podem ser: HbSC, HbCC, HbSD, HbCD, entre outros. A anemia falciforme (HbSS) apresenta quadro clínico de: anemia crônica, crises hemolíticas, vaso-oclusivas, crises álgicas (dor), entre outras. O diagnóstico e tratamento precoce melhoram a evolução da doença e qualidade de vida dos indivíduos, além de proporcionar orientação familiar e aconselhamento genético. As outras formas de doenças falciformes como a HbSC, HbSD, HbCC, apresentam quadro clínico de anemia crônica, mas, com sintomas e gravidades diferentes da anemia falciforme ( HbSS). A anemia falciforme e as outras hemoglobinopatias não estão relacionadas com retardo mental. A triagem neonatal e tratamento dos afetados por doenças falciformes e outras hemoglobinopatias diminui morbi-mortalidade destas patologias. A incidência das hemoglobinopatias depende da composição étnica da população estudada. As técnicas disponíveis para detecção de alterações da hemoglobina permitem a identificação precoce da maioria das hemoglobinopatias e também a identificação dos indivíduos portadores de traços de hemoglobinas variantes em dose única (heterozigose), com um exemplar da Hemoglobina A, por exemplo: HbAS, HbAC, HbAD, etc. Estes indivíduos, na grande maioria das vezes não apresentam sintomas clínicos e portanto são considerados indivíduos saudáveis. O exame a ser solicitado é Teste para Hemoglobina. Na triagem neonatal, as técnicas utilizadas são HPLC e focalização isoelétrica, que permitem com grande segurança dar o diagnóstico dos pacientes com hemoglobinopatia.&lt;br /&gt;Maiores informações entrar em contato com: APAE site:&lt;a href="http://www.apae.org.br/"&gt;htpp//:www.apae.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TESTE DE APGAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XbhAh1S2I/AAAAAAAAA5E/JqVbzR4ZHJw/s1600-h/teste+apgar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437493485243812706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XbhAh1S2I/AAAAAAAAA5E/JqVbzR4ZHJw/s320/teste+apgar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Trata-se de um método simples e eficiente de medir a saúde do recém-nascido e de determinar se ele precisa ou não de alguma assistência médica imediata. Ele é rápido, indolor. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso o recém-nascido precise de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este procedimento passou a ser rotineiro após os partos desde que a anestesiologista Virginia Apgar o desenvolveu, em 1952.&lt;br /&gt;Um minuto após nascer e novamente aos cinco minutos de vida fora do útero, o bebê será avaliado da seguinte forma:&lt;br /&gt;• Frequência cardíaca&lt;br /&gt;- Respiração&lt;br /&gt;• Tônus muscular&lt;br /&gt;• Reflexos&lt;br /&gt;• Cor da pele&lt;br /&gt;Cada um destes itens recebe uma nota entre 0 e 2 para se chegar a um total geral. Grande parte dos recém-nascidos recebe entre 7 e 10, não requerendo nenhum tratamento imediato, como, por exemplo, auxílio para respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;O que quer dizer a nota de cada criança?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Claro que 10 é sempre música para os ouvidos dos pais, mas 8 ou 9 também são ótimas avaliações. Um parto mais complicado ou prematuro e até medicação para dores tomadas pela mãe podem mascarar as notas, não retratando exatamente as condições reais do bebê, mas, no geral:&lt;br /&gt;• Avaliação entre 8 e 10 mostra crianças em estado de saúde de ótimo a excelente, que provavelmente não vão precisar de cuidados extras.&lt;br /&gt;• Avaliação entre 5 e 7 indica estado regular e pode haver necessidade de ajuda de aparelhos para respirar. O médico talvez massageie vigorosamente a pele do bebê ou dê a ele um pouco de oxigênio.&lt;br /&gt;• Avaliação abaixo de 5 aponta bebês em condições que exigem auxílio médico especial. Se a primeira nota não tiver sido muito alta, depois de cinco minutos, costuma ser maior e mais tranquilizadora, já que a criança se recupera rápido do estresse do parto. Em caso de dúvidas, converse com o pediatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;O teste de Apgar prevê problemas de saúde futuros?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Não, embora no passado os especialistas tenham chegado a acreditar que sim. Uma das teorias sugeria que se a nota de um recém-nascido permanecesse baixa aos cinco minutos de vida, isso indicava probabilidade de ele ter problemas neurológicos. Estudos mais recentes, porém, rejeitaram essa teoria. Sozinhas, as notas individuais não prevêem o estado de saúde futuro de uma pessoa, seja bom ou ruim. A vantagem do teste é sua simplicidade: ele é facilmente realizado e mede com rapidez e precisão a saúde de um bebê nos primeiros momentos da vida fora do útero -- nada mais, nada menos.&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://brasil.babycenter.com/"&gt;http://brasil.babycenter.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;==========================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como prevenir a ocorrência de deficiências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Antes de engravidar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Vacine-se contra a rubéola(na gravidez ela afeta o bebê em formação, causando malformações, como cegueira, deficiência auditiva, etc).&lt;br /&gt;- Procure um serviço de aconselhamento genético(principalmente quando houver casos de deficiência ou casamentos consanguíneos na família).&lt;br /&gt;- Faça exames para detectar doenças e verificar seu tipo sanguíneo e a presença do fator RH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Durante a gravidez:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;-Consulte um médico obstetra mensalmente;&lt;br /&gt;-Faça exames de controle;&lt;br /&gt;-Só tome os remédios que o médico lhe receitar;&lt;br /&gt;-Faça controle de pressão alta, diabetes e infecções;&lt;br /&gt;-Faça uma alimentação saudável e balanceada;&lt;br /&gt;-Não se exponha ao raio X ou outros tipos de radiação;&lt;br /&gt;-Evite o cigarro e as bebidas alcoólicas;&lt;br /&gt;-Evite contato com portadores de doenças infecciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como evitar uma gravidez de risco?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a name="gravidez_risco"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos exames ajudam a prevenir a gravidez de risco, entre eles o hemograma (exame de sangue), a glicemia, a reação sorológica para sífilis,, o teste de HIV (AIDS), tipagem sangüínea, urina, toxoplasmose, hepatite e fezes.&lt;br /&gt;Esses exames permitem constatações importantes já que a rubéola, por exemplo, se adquirida durante o primeiro trimestre de gravidez, pode provocar má formação fetal, abortamento, deficiência visual e auditiva, microcefalia e deficiência mental. O mesmo pode acontecer no caso da mãe ter contraído sífilis e toxoplasmose.&lt;br /&gt;Durante a gestação, o médico que acompanha a gestante pode se utilizar de outros exames disponíveis, como a ultra-sonografia. O histórico da gestante pode indicar uma gravidez de risco se houver casos de deficiência na família, gravidez anterior problemática e idade avançada ou precoce da mãe. Nestes casos, o casal deve procurar um serviço de estudo cromossômico para conhecer as probabilidades de possíveis anomalias no feto.&lt;br /&gt;Atualmente, alguns exames ajudam a detectar a ocorrência de alterações no desenvolvimento fetal. Dentre eles, citamos o do &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1709#vilo_corial"&gt;vilo corial&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1709#amniocentese"&gt;amniocentese&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1709#corcocentese"&gt;cordocentese&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1709#ecocardiografia"&gt;ecocardiografia fetal&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1709#doppler"&gt;doppler&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;São exames que permitem ao médico diagnosticar se o bebê é portador de &lt;a href="http://saci.org.br/?modulo=akemi&amp;amp;parametro=1679#sindrome_down"&gt;Síndrome de Down&lt;/a&gt;, anomalias cromossômicas, doenças infecciosas, problemas cardíacos ou alterações da circulação sangüínea.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.redesaci.org.br/"&gt;www.redesaci.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8908283540039733074?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8908283540039733074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/06/teste-da-orelhinha-e-do-pezinho.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8908283540039733074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8908283540039733074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/06/teste-da-orelhinha-e-do-pezinho.html' title='Exames que detectam deficiências'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3XZUXyXUII/AAAAAAAAA48/zqBi_-i-7NU/s72-c/teste+do+ohlinho+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3546731053388341559</id><published>2009-06-11T17:46:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T15:10:23.825-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Visual'/><title type='text'>Visita à Pinacoteca do Estado - Galeria Tátil</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj-MW3wyAoI/AAAAAAAAAd0/bQiR4oNnt78/s1600-h/Pinacoteca2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350149206893003394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 131px; CURSOR: hand; HEIGHT: 71px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj-MW3wyAoI/AAAAAAAAAd0/bQiR4oNnt78/s320/Pinacoteca2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Pinacoteca do Estado apresenta exposição com 12 esculturas táteis, em bronze, que fazem parte do acervo do museu. A seleção das obras foi realizada considerando a indicação do público com deficiências visuais que participou de visitas orientadas ao acervo do museu nos últimos cinco anos. Além disso, fatores como a dimensão, forma, textura e diversidade estética, que facilitam a compreensão e apreciação artística dessas obras ao serem tocadas, também foram adotados como critério para a escolha das esculturas. Com esta iniciativa, o público com deficiências visuais poderá explorar e reconhecer, por meio do toque, todas as obras da Galeria Tátil, apresentadas segundo um criterioso padrão de acessibilidade e complementadas por outros recursos de apoio, como folder e catálogo em dupla leitura (tinta e Braille) que podem ser consultados na recepção do museu incluindo audioguia elaborado especialmente para o público alvo participante desta exposição. Entre os artistas selecionados para a mostra estão Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Bruno Giorgio, Amilcar de Castro. O percurso de visitação também é orientado por um piso tátil, que permite e indica um caminho para a exploração das obras que se encontram nesta galeria. Esta é mais uma ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE), voltado para garantir a possibilidade de fruição da arte para pessoas com necessidades especiais - sensoriais, físicas ou mentais. Esta ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE) está inserida dentro do Museu para Todos, um projeto pioneiro realizado pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado em parceria com o Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, com o objetivo de formar uma sociedade mais inclusiva e garantir o direito ao acesso às artes e ao patrimônio do Estado. O PEPE oferece ainda visitas educativas, previamente agendadas, ao acervo da Pinacoteca complementadas por recursos de apoio multissensoriais e publicações adaptadas. Programa Educativo para Públicos EspeciaisAgendamento de visitas orientadasde segunda a sexta das 10h00 às 17h00Fones: (011) 3324-0945Fax: (011) 3324-0946educaespecial@pinacoteca.org.brPinacoteca do Estado Praça da Luz, 2 - 11 3324 1000Aberta de terça a domingo, das 10 às 18h R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia). Grátis aos sábadosImprensa: coliveira@pinacoteca.org.br (Carla Regina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Abril deste ano fui com meus alunos visitar a Galeria Tátil da Pinacoteca do Estado. É um local acessível aos deficientes visuais por possuir pistas táteis no chão onde leva a cada uma das obras; nestas obras há a descrição em Braille.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SjGlo4Z-9hI/AAAAAAAAAZg/Ax03VHNOmGU/s1600-h/Sala+Recursos+106.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346236354420209170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SjGlo4Z-9hI/AAAAAAAAAZg/Ax03VHNOmGU/s320/Sala+Recursos+106.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente conhecemos a maquete do prédio da Pinacoteca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SjGmNTDMaxI/AAAAAAAAAZ4/I_gyqgdrF8A/s1600-h/Sala+Recursos+124.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as esculturas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SjGmYhnv9wI/AAAAAAAAAaA/Zjljf7t_Bu0/s1600-h/Sala+Recursos+132.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346237172937651970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SjGmYhnv9wI/AAAAAAAAAaA/Zjljf7t_Bu0/s320/Sala+Recursos+132.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e algumas pinturas apresentadas em contraste, relevo e no concreto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3546731053388341559?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3546731053388341559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/06/visita-pinacoteca-do-estado-galeria.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3546731053388341559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3546731053388341559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/06/visita-pinacoteca-do-estado-galeria.html' title='Visita à Pinacoteca do Estado - Galeria Tátil'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sj-MW3wyAoI/AAAAAAAAAd0/bQiR4oNnt78/s72-c/Pinacoteca2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3122485741426277207</id><published>2009-05-20T07:05:00.001-07:00</published><updated>2009-10-10T14:17:23.012-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Ações Inclusivas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PROJETO  VIDA&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQOt6-09ZI/AAAAAAAAAYY/G3QmUxDNj-4/s1600-h/cadeirante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337907640430556562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQOt6-09ZI/AAAAAAAAAYY/G3QmUxDNj-4/s320/cadeirante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Vida, mantido pela Faculdade Metodista de São Paulo desde 2001, oferece a prática esportiva para crianças e adolescentes, de 9 a 15 anos, com deficiência física ou mental. O objetivo é oferecer melhor qualidade de vida a esse público, além de estimular a auto-estima e melhorar o condicionamento físico. É orientado por professores e alunos voluntários dos cursos de Educação Física e Fisioterapia. As modalidades são: basquete, capoeira, dança, escalada, futebol, judô e natação. Para mais informações, ligue para 11 4366-5565 ou 11 4366-5931, com Vivian ou prof. Dumas.&lt;br /&gt;Fonte: Conviva(ADEVA)/maio2009&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;-------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MODA COMEÇA A SE ADAPTAR AO DEFICIENTE VISUAL&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;CLÁUDIA COLLUCCIda Folha de S.Paulo&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;(OBS: Na etiqueta vermelha está escrito em braille a palavra: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;preto)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A briga dos deficientes por espaço nas escolas e no merc&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/StD41gEFEDI/AAAAAAAAArE/sygcqCjq4Xk/s1600-h/etiqueta+em+braille.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391082351986282546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/StD41gEFEDI/AAAAAAAAArE/sygcqCjq4Xk/s320/etiqueta+em+braille.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ado de trabalho resultou em leis e campanhas de inclusão. Agora, outro mundo em que eles enfrentam dificuldades começa a se adaptar: o da moda. Roupas especiais, com etiquetas em braile que indicam a cor e velcros em vez de zíper e botões, chegam ao mercado, o que eleva a autonomia e a auto-estima de deficientes físicos e visuais.A idéia dos estilistas é produzir peças que reúnam conforto, beleza e praticidade, conceitos distantes dos portadores de deficiência.&lt;br /&gt;Rodrigo Paiva/Folha Imagem&lt;br /&gt;Paulo Graça, 23, mostra etiqueta em braile na camisetaOs cadeirantes, por exemplo, costumam usar roupas muito largas, com numeração até três vezes maior, para liberar o movimento. Já entre deficientes visuais o problema é a combinação de cores, dificilmente acertada sem ajuda.Há duas semanas, na Reatech --feira internacional de tecnologias para deficientes que reuniu 30 mil pessoas--, prevaleceram nos desfiles de moda cores, texturas, cortes e acabamentos desenvolvidos para esse público. Com elástico na cintura, em vez de cós e botões, e velcro no lugar do zíper, as peças são colocadas e retiradas com muito mais facilidade.Mas as roupas inclusivas têm características que vão além do que os olhos vêem, diz a professora de moda Maria de Fátima Grave, criadora do desfile em parceria com a Fundação Selma (Centro de Reabilitação Física e Social).Há seis anos, ela e seus alunos da universidade Anhembi Morumbi estudam as deformações e compensações necessárias. "Observamos as alterações dos planos e eixos do corpo e a atividade do grupo muscular. É preciso ter liberdade de atrito entre as linhas dos recortes, a costura e o corpo e liberdade em vestir e despir", diz. "Infelizmente o mercado da moda ainda deve qualidade."Em geral, as roupas são inadequadas, com costuras grosseiras e tecidos que agridem a pele. Com a perda de sensibilidade, ele só percebe o dano quando surgem a vermelhidão e as feridas."Se a roupa estiver inadequada, vai irritar, machucar. E um deficiente pode demorar 20 minutos para abotoar uma camisa. O velcro, por exemplo, facilita isso."A professora começou a pesquisar o tema ao ser procurada pela mãe de um bebê com hidrocefalia --doença que leva ao aumento do crânio. Ela não conseguia achar uma roupa que passasse pela cabeça da criança. "Aquilo me comoveu muito. Por mais breve que seja a vida, deve haver dignidade."Já o estilista mineiro Geraldo Lima desenvolve roupas para serem "enxergadas" pelos deficientes visuais, com estampas texturizadas e etiquetas em braile que indicam a cor. Neste ano, a novidade são tecidos com relevos em borracha, silicone e veludo, o que permite ao cliente "sentir" o que escolhe.Para Luiz Eduardo da Cruz Carvalho, um dos organizadores da Reatech, a indústria acordará para o potencial desse público, que representa hoje 15% da população brasileira (cerca de 28 milhões de pessoas). Um primeiro passo, avalia, deveria ser dado pelas lojas, que ainda não dispõem de provadores adaptados.Vítima de três tiros em 1995, dez dias antes de fazer 27 anos, o administrador de empresas Paulo José Licciardi critica os provadores. "Eu ainda necessito da ajuda da minha mãe. Quem precisa de cadeira de rodas, por exemplo, não consegue nem entrar."Ele teve perda de massa encefálica e chegou a ter a previsão de que viveria em estado vegetativo. Quatro cirurgias depois, tem dificuldade de movimento na parte esquerda do corpo --usa bengala.Já o assistente técnico de softwares Paulo Henrique Graça, 23, deficiente visual desde os quatro e cego aos 15 anos, cobra informações sobre as estampas das camisetas de bandas de rock. "Perguntei uma vez a uma moça na loja o que tinha no desenho. Ela só respondia: "Pode levar, é bonita"."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3122485741426277207?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3122485741426277207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/05/projeto-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3122485741426277207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3122485741426277207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/05/projeto-vida.html' title='Ações Inclusivas'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQOt6-09ZI/AAAAAAAAAYY/G3QmUxDNj-4/s72-c/cadeirante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-9035665467975813471</id><published>2009-05-20T06:59:00.001-07:00</published><updated>2009-09-15T18:53:04.650-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Mapas Táteis no Metrô</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQNcfmJalI/AAAAAAAAAYQ/-sIfpyAuuvE/s1600-h/inclus%C3%A3o+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337906241509878354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 125px; CURSOR: hand; HEIGHT: 84px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQNcfmJalI/AAAAAAAAAYQ/-sIfpyAuuvE/s320/inclus%C3%A3o+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estação Santa Cecília do metrô tem instalado, desde abril passado, um mapa tátil (com representação em relevo das quadras e ruas e as informações escritas em braille), que serve para orientar as pessoas com deficiência visual sobre os arredores dessa região central de São Paulo. A iniciativa, que teve a colaboração da Fundação Dorina Nowill para Cegos, deve se estender a outras estações. A próxima é a Santa Cruz, na região sul da cidade.&lt;br /&gt;Fonte: Conviva(ADEVA)/maio2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-9035665467975813471?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/9035665467975813471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/05/mapas-tateis-no-metro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/9035665467975813471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/9035665467975813471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/05/mapas-tateis-no-metro.html' title='Mapas Táteis no Metrô'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/ShQNcfmJalI/AAAAAAAAAYQ/-sIfpyAuuvE/s72-c/inclus%C3%A3o+4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8599033292529883528</id><published>2009-04-30T02:16:00.000-07:00</published><updated>2010-10-07T17:54:36.974-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Z.Mensagens relacionadas a deficiência'/><title type='text'>Como Deus escolhe a mãe de uma criança deficiente</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;DEUS ESCOLHE...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7ZMFGClmEI/AAAAAAAAA9I/pKjxPmh5eB0/s1600/maes+e+filhos2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7ZMqDhkxOI/AAAAAAAAA9Q/0xkW44W4KRY/s1600/maes+e+filhos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455632283990279394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 98px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7ZMqDhkxOI/AAAAAAAAA9Q/0xkW44W4KRY/s320/maes+e+filhos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A maior parte das mães de hoje em dia tornam-se mães por acidentes, outras por escolhas próprias, outras por pressão social, outras por hábito.&lt;br /&gt;Esse ano quase 100 mil mulheres se tornarão mães de crianças deficientes.&lt;br /&gt;Você alguma vez já pensou como as mães dos deficientes são escolhidas?&lt;br /&gt;Eu já. Uma vez visualizei Deus pairando sobre a Terra selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho e compassivamente.&lt;br /&gt;Enquanto Ele observava, Ele instruía seus anjos a tomarem nota em um grande livro.&lt;br /&gt;Para Beth, um menino, anjo da guarda Matheus.&lt;br /&gt;Para Marjorie, uma menina, anjo da guarda Cecília.&lt;br /&gt;Para Carrie, gêmeos, anjo da guarda, mande o Gerard ele está acostumado com a profanidade.&lt;br /&gt;Finalmente ele passa um nome para um anjo sorri e diz:&lt;br /&gt;Dê a ela uma criança deficiente.&lt;br /&gt;O anjo cheio de curiosidade pergunta:&lt;br /&gt;- Por que a ela senhor? Ela é tão alegre...&lt;br /&gt;- Exatamente por isso. Como eu poderia dar uma criança deficiente para uma mãe que não soubesse o valor de um sorriso? Seria cruel.&lt;br /&gt;- Mas será que ela terá paciência?&lt;br /&gt;- Eu não quero que ela tenha muita paciência porque aí ela com certeza se afogará no mar da auto-piedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passar, ela saberá como se conduzir.&lt;br /&gt;- Senhor, eu estava observando hoje. Ela tem aquele forte sentimento de independência. Ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não vai ser fácil. E além do mais Senhor, eu acho que ela nem acredita na sua existência.&lt;br /&gt;Deus sorri.&lt;br /&gt;- Não tem importância. Eu posso dar um jeito nisso. Ela é perfeita. Ela possui o egoísmo no ponto certo.&lt;br /&gt;O anjo engasgou.&lt;br /&gt;- Egoísmo? E isso ainda é por acaso uma virtude?&lt;br /&gt;- Deus acenou um sim e acrescentou:&lt;br /&gt;- Se ela não conseguir se separar da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Sim, essa é uma das mulheres que eu abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas ela será também muito invejada. Sabe, ela nunca irá admitir uma palavra não dita; ela nunca irá considerar um passo adiante, uma coisa comum. Quando ela descrever uma árvore ou um pôr do sol para seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu a permitirei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e a ajudarei a superar a tudo. Ela nunca estará sozinha. Eu estarei ao seu lado cada minuto de sua vida, porque ela está trabalhando junto comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=========================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;CARTA DE UM FILHO ESPECIAL PARA A MÃE&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TEghI101gzI/AAAAAAAABKA/cYZDk39Kyn0/s1600/flor+amor+perfeito.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496679780977050418" style="WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TEghI101gzI/AAAAAAAABKA/cYZDk39Kyn0/s320/flor+amor+perfeito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Num raro momento de felicidade, retomei a consciência e por alguns instantes libertei-me do corpo. Livre dos embaraços físicos, pedi a Deus a oportunidade de comunicar-me contigo.&lt;br /&gt;Sei o quanto sofres ao ver-me no corpo excepcional onde me abrigo como filho do teu coração por isso quis falar te:&lt;br /&gt;Saiba mãezinha querida, antes de receber-me carinhosamente em teu ventre eu era apenas um náufrago nos mares espirituais do sofrimento. Tu fostes a praia que me acolheu e devolveu-me a segurança. Não penses que se eu tivesse morrido ao nascer teria sido melhor para nós dois; é um engano cruel, pois o que mais importa para mim é viver.&lt;br /&gt;O teu amor á a força que pode prolongar-me a vida. O corpo disforme que hoje sustenta-me a vida, representa para mim um tesouro de bênçãos onde reeduco meu espírito aprendendo a valorizar a vida que tantas vezes desprezei.&lt;br /&gt;Sei que tu sofres por eu não poder dar alegrias de uma criança sadia, porém reconforta-me saber que para as mães como tu, Deus reserva as alegrias celestiais.&lt;br /&gt;Ser mãe é missão natural das mulheres. Ser mãe de alguém como eu, é missão que Deus só entrega a mulheres como tu.&lt;br /&gt;Vou retornar ao corpo, assim como uma ave que retorna ao ninho onde se abriga das tempestades, mas antes rogo a Deus que te abençoe colocando nesta rogativa a força de gratidão de um filho que teve a felicidade de ter um anjo como mãe.&lt;br /&gt;Fonte: Youtube&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;===========================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TEMPOS DE CRISE...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S78C1P8hsmI/AAAAAAAAA_o/UHEkzY_E9rA/s1600/arco+iris.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458084387233051234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 93px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S78C1P8hsmI/AAAAAAAAA_o/UHEkzY_E9rA/s320/arco+iris.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;"A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos.&lt;br /&gt;A criatividade nasce da angústia. Como o dia nasce da noite escura.&lt;br /&gt;É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.&lt;br /&gt;Quem a supera, faz consigo o mesmo sem ficar "superado".&lt;br /&gt;Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções.&lt;br /&gt;A verdadeira crise é a da incompetência.&lt;br /&gt;Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.&lt;br /&gt;Sem crise não há mérito. É nela que se aflora o melhor de cada um.&lt;br /&gt;Falar de crise é promovê-la e calar-se é exaltar o conformismo.&lt;br /&gt;Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Albert Einstein&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;...........................................&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TK5q6_hArOI/AAAAAAAABLA/Rq_rHREzSZA/s1600/Ser+espirita.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525471354545024226" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TK5q6_hArOI/AAAAAAAABLA/Rq_rHREzSZA/s200/Ser+espirita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/TK5qA3PjC8I/AAAAAAAABKo/tbn0lBVbz-A/s1600/lirio.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A ESPOSA SURDA &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um homem telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher. A atendente pergunta: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Qual o problema de sua esposa? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Surdez! Não ouve quase nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Então, o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouví-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu.. Certo? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Está certo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;À noite, enquanto a mulher preparava o jantar, o senhor decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: Estou a 10 metros de distância. Vai ser agora! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Júlia, o que temos para o jantar? Nada. Silêncio. Aproxima-se a 5 metros &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Júlia, o que temos para jantar? Nada. Silêncio. Fica a 3 metros de distância: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Júlia, o que temos para o jantar? Silêncio. Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Júlia! O que temos para o jantar? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Frango! É a quarta vez que eu respondo! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NORMALMENTE,&lt;br /&gt;NA VIDA, PENSAMOS QUE AS DEFICIÊNCIAS SÃO DOS OUTROS E NÃO NOSSAS. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Vamos reparar melhor em nós mesmos!!!!!! &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8599033292529883528?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8599033292529883528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/recados-animados-deus-escolhe.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8599033292529883528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8599033292529883528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/recados-animados-deus-escolhe.html' title='Como Deus escolhe a mãe de uma criança deficiente'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S7ZMqDhkxOI/AAAAAAAAA9Q/0xkW44W4KRY/s72-c/maes+e+filhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5873141632628499573</id><published>2009-04-26T18:37:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T18:54:33.989-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>AUDIODESCRIÇÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SfUOnZQUaGI/AAAAAAAAAXI/RRpAAN02qck/s1600-h/Natura+mamae+bebe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329181804019869794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SfUOnZQUaGI/AAAAAAAAAXI/RRpAAN02qck/s320/Natura+mamae+bebe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo comercial da Natura feita com Audiodescrição (AD) produzida pela Iguale. Audiodescritor roteirista: Maurício Santana Audiodescritor narrador: Nelma Nunes Agência: Strawberry Frog Produto... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;O QUE É AUDIODESCRIÇÃO?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que encontram-se excluídos da experiência audiovisual e cênica.&lt;br /&gt;A acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos culturais a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Dizem que uma imagem vale mais do que 1000 palavras, pois bem, a audiodescrição é muito mais que as tais 1000 palavras.” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Teatro para Crianças com Deficiência Visual com audiodescrição &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Peça: "Figurinha Carimbada"&lt;br /&gt;Grupo de Audiodescritores da VIVO.&lt;br /&gt;Lívia Maria Villela de Mello Motta&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Filmes com audiodescrição:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;O Signo da Cidade&lt;/em&gt; de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Shark Tale&lt;/em&gt; (O Espanta Tubarões)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Alex Rider&lt;/em&gt; (Alex Rider Contra o Tempo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Paycheck &lt;/em&gt;(O Pagamento) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;em&gt;Spy Kids 3-D&lt;/em&gt; (Pequenos Espiões 3-D)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Blindness&lt;/em&gt; (Ensaio Sobre a Cegueira) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;fonte: &lt;a href="http://www.audiodescricao.com/"&gt;http://www.audiodescricao.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;LEGISLAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;GABINETE DO MINISTROPORTARIA Nº 310, DE 27 DE JUNHO DE 2006O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II da Constituição, eCONSIDERANDO os comentários recebidos em decorrência de consulta e audiência pública realizada pela Portaria nº 476, de 1 de novembro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 3 de novembro de 2005 e Portaria nº 1, de 4 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial de União de 4 de janeiro de 2006CONSIDERANDO o disposto no art. 53 do Decreto nº 5296, de 2 de dezembro de 2004, resolve:Art. 1º Aprovar a Norma Complementar nº 01/2006 – Recursos de acessibilidade, para pessoas com deficiência, na programação veiculada nos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão.Art. 2º Esta a Portaria entra em vigor na data de sua publicação.HÉLIO COSTA&lt;br /&gt;ANEXONORMA COMPLEMENTAR Nº 01 /2006 - Recursos de acessibilidade, para pessoas com deficiência, na programação veiculada nos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão.OBJETIVOEsta Norma tem por objetivo complementar as disposições relativas ao serviço de radiodifusão de sons e imagens e ao serviço de retransmissão de televisão, ancilar ao serviço de radiodifusão de sons e imagens, visando tornar a programação transmitida ou retransmitida acessível para pessoas com deficiência, conforme disposto na Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000 e no Decreto no 5.296, de 2 de dezembro de 2004, alterado pelo Decreto no 5.645, de 28 de dezembro de 2005.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5873141632628499573?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5873141632628499573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/audiodescricao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5873141632628499573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5873141632628499573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/audiodescricao.html' title='AUDIODESCRIÇÃO'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SfUOnZQUaGI/AAAAAAAAAXI/RRpAAN02qck/s72-c/Natura+mamae+bebe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-1917919408057353526</id><published>2009-04-26T07:06:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T08:18:12.373-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Deficiência Auditiva'/><title type='text'>Sobre Deficiência Auditiva</title><content type='html'>Dona de um Curriculum invejável em tudo o que se relaciona a deficiências auditivas e à fonoaudiologia, Ana Maria Amaral Roslyng Jensen escreveu um trabalho interessante que está na Internet e que se intitula "O Começo" . Ao seu final ela afirma:"Atualmente a idade média de detecção de perdas auditivas significativas é de 14 meses (1999). A meta por enquanto, da Academia Americana de Pediatria, de Audiologia e do Joint Committee on Infant Hearing para o ano 2000, é que as deficiências de audição sejam detectadas antes dos 3 meses e os procedimentos de reabilitação, orientação familiar e colocação de próteses auditivas (aparelhos) não ultrapassem os 6 meses.&lt;br /&gt;E por que é tão crítico este período? Por motivos orgânicos, funcionais e cognitivos o ser humano é programado para desenvolver a fala e a linguagem entre o nascimento e a idade de 2 anos.Mesmo perdas moderadas levam a sérios efeitos no processo de desenvolvimento da fala, linguagem e cognição. Cognição está presente desde o berço. Não é conhecimento escolar, mostra-se na habilidade de uma criança brincar. Brincar começa com a vida na relação do bebê com a mãe. Quando vamos ao parque e assistimos crianças brincando na areia, fazendo bolo ou empurrando carrinhos, elas além de brincar estão usando a cognição para representação de seu mundo interno. É lindo de ver! É triste de pensar que a criança que não pode ouvir desde o nascimento ficará privada desta maravilha e outras funções na vida se não for auxiliada cedo.Fica aqui a mensagem: Temos a obrigação e o dever de prevenir, diagnosticar e educar para mais tarde termos pessoas adultas que possam vencer barreiras, que as deficiências auditivas trazem e tornar-se cidadãos úteis, independentes, integrados e se possível mais felizes". São muito os fatores que levam à deficiência auditiva ou surdez. É muito interessante que conheçamos algumas indicações para reconhecermos sinais de deficiência auditiva, como prevenir o mal e como lidar com a situação. No sentido de facilitar o leitor e de não ficar repetindo materiais já elaborados, transcrevemos a seguir aquele que foi compilado, preparado e finalizado pela Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais - AME, que foi colocado no site de Entre Amigos:&lt;br /&gt;"Deficiência Auditiva - O que é Deficiência auditiva é o nome usado para indicar perda de audição ou diminuição na capacidade de escutar os sons. Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido pode levar a uma deficiência na audição. Entre as várias deficiências auditivas existentes, há as que podem ser classificadas como condutiva, mista ou neurossensorial. A condutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo e/ou médio, que tem por função "conduzir" o som até o ouvido interno. Esta deficiência, em muitos casos, é reversível e geralmente não precisa de tratamento com aparelho auditivo, apenas cuidados médicos. Se ocorre uma lesão no ouvido interno, há uma deficiência que recebe o nome de "neurossensorial". Nesse caso, não há problemas na "condução" do som, mas acontece uma diminuição na capacidade de receber os sons que passam pelo ouvido externo e ouvido médio. A deficiência neurossensorial faz com que as pessoas escutem menos e também tenham maior dificuldade de perceber as diferenças entre os sons.A deficiência auditiva mista ocorre quando há ambas perdas auditivas: condutiva e neurossensorial numa mesma pessoa.&lt;br /&gt;O que causa a deficiência auditiva?São várias as causas que levam à deficiência auditiva. A deficiência auditiva condutiva, por exemplo, tem como um dos fatores o acúmulo de cera no canal auditivo externo, gerando perda na audição. Outra causa são as otites. Quando uma pessoa tem uma infecção no ouvido médio, essa parte do ouvido pode perder ou diminuir sua capacidade de "conduzir" o som até o ouvido interno.No caso da deficiência neurossensorial, há vários fatores que a causam, sendo um deles o genético. Algumas doenças, como rubéola, varíola ou toxoplasmose, e medicamentos tomados pela mãe durante a gravidez podem causar rebaixamento auditivo no bebê. Também a incompatibilidade de sangue entre mãe e bebê (fator RH) pode fazer com que a criança nasça com problemas auditivos. Uma criança ou adulto com meningite, sarampo ou caxumba também pode ter como seqüela a deficiência auditiva. Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas e prolongadas e a exposição freqüente a barulho muito alto também podem causar deficiência auditiva.&lt;br /&gt;Como reconhecerÉ extremamente importante que a deficiência auditiva seja reconhecida o mais precocemente possível. Para tanto, os pais ou responsáveis devem observar as reações auditivas da criança. Os especialistas da área são enfáticos quanto à necessidade de tratamento o mais cedo possível.Nos primeiros meses o bebê reage a sons como o de vozes ou de batidas de portas, piscando, assustando-se ou cessando seus movimentos. Por volta do quarto ou quinto mês a criança já procura a fonte sonora, girando a cabeça ou virando seu corpo.Se o bebê não reage a sons de fala, os pais devem ficar atentos e procurar aconselhamento com o pediatra, pois desde cedo o bebê distingue, pela voz, as pessoas que convivem com ele diariamente. Deve-se também estar atento à criança que:- assiste à televisão muito próxima do aparelho e que pede sempre para que o volume seja aumentado;- só responde quando a pessoa fala de frente para ela; não reage a sons que não pode ver;- pede que repitam várias vezes o que lhe foi dito, perguntando "o quê?", "como?" ou- tem problemas de concentração na escola.Crianças com problemas comportamentais também podem estar apresentando dificuldades auditivas. Até uma ligeira perda na capacidade de percepção auditiva pode influenciar o comportamento e o desenvolvimento da criança.&lt;br /&gt;O que fazer&lt;br /&gt;Uma vez constatada a deficiência, deve-se buscar um especialista em Otorrinolaringologia ou Fonoaudiologia o quanto antes. É necessário realizar um teste auditivo e outros exames médicos para localizar a deficiência. Detectada a deficiência auditiva, avalia-se a necessidade e a importância da indicação correta de um aparelho auditivo, o qual deve estar adaptado às necessidades específicas de cada pessoa.&lt;br /&gt;No caso da deficiência em crianças, deve-se observar que há diferentes tipos de problemas auditivos e deve-se recorrer a métodos que melhor se adaptem às necessidades de cada criança.Sempre que recomendado pelo especialista, o aparelho de amplificação de som individual deve ser providenciado o mais cedo possível. Deve haver também cuidados com sua manutenção para que um aparelho quebrado ou mau ajustado não prejudique ainda mais a criança com deficiência.Dependendo do grau de deficiência auditiva, a educação especial deve ser indicada e iniciada o quanto antes.&lt;br /&gt;Como evitar Há várias formas de se evitar a deficiência auditiva. A mulher deve sempre tomar a vacina contra a rubéola, de preferência antes da adolescência, para que durante a gravidez esteja protegida contra a doença. Se a gestante tiver contato com rubéola nos primeiros três meses de gravidez, o bebê pode nascer com problemas de audição. Também devem ser evitados objetos utilizados para "limpar" os ouvidos, como grampos, palitos ou outros pontiagudos. Outro cuidado a ser observado é para a criança não introduzir nada nos ouvidos, correndo-se o risco de causar lesões no aparelho auditivo. Se isto ocorrer, o objeto não deve ser retirado em casa. A vítima deve procurar atendimento médico. Saiba Mais Muito mais poderá ser objeto de seu interesse, quando se discute a deficiência auditiva. Dentre os muitos sites existentes, procure acessar, na Internet, aquele mantido pelo Governo Federal Brasileiro, por meio de seus Ministérios da Educação e do Desporto, que se intitula: Educação Especial - Deficiência Auditiva, no seguinte endereço eletrônico: &lt;a href="http://www.ines.org.br/ines_livros/livro.htm" target="_blank"&gt;http://www.ines.org.br/ines_livros/livro.htm&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;No Brasil, segundo o Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999, em seu Artigo 4o , ficou estabelecido que a deficiência auditiva é a "perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na forma seguinte: a) de 25 a 40 decibéis (db) - surdez leve; b) de 41 a 55 db - surdez moderada; c) de 56 a 70 db - surdez acentuada; d) de 71 a 90 db - surdez severa; e) acima de 91 db - surdez profunda; e f) anacusia. " Inteire-se sobre o problema da deficiência auditiva em idosos,acessando "Audição em Idosos". Esclareça-se também utilizando os conhecimentos repassados pela Sociedade Brasileira de Otologia, em &lt;a href="http://www.sbotologia.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.sbotologia.com.br/&lt;/a&gt;No site você encontrará a área Fale Conosco.&lt;br /&gt;Pessoas Famosas com Deficiência Auditiva&lt;br /&gt;LUDWIG VAN BEETHOVENCompositor Musical Beethoven transformou-se com muito esforço pessoal num dos maiores gênios da música erudita, apesar da gradativa perda da audição, desde seus 27 anos de idade. Em 1801, com 31 anos de idade, escreveu o seguinte: ..."minha faculdade mais nobre, minha audição, tem piorado muito" ... "esse problema causa-me as dificuldades menos significativas ao tocar ou ao compor e as maiores, quando em contado com os outros"... "meus ouvidos assobiam e fazem barulho sempre, dia e noite. Em qualquer outra profissão isso poderia ser mais tolerável, mas na minha, essa condição é verdadeiramente atemorizante. Posso lhe dizer que vivo uma experiência miserável"...&lt;br /&gt;No "Testamento de Heiligenstadt", escreveu: "Oh, vós que me considerais e declarais hostil, obstinado ou misântropo, como sois injustos para comigo! Não conheceis as causas secretas que me fazem agir assim(...) E não me era possível dizer às pessoas: 'falem mais alto, gritem, porque estou surdo!' Ah, como podia eu proclamar a falta de um sentido que deveria possuir num grau mais elevado do que qualquer outro, um sentido que outrora foi em mim mais agudo do que em qualquer dos meus colegas?(...) Estou afastado dos divertimentos da vida em sociedade, dos prazeres da conversação, das efusões da amizade". A surdez gradativa evidentemente influenciou o próprio estilo de Beethoven. Com a plena consciência de sua surdez total próxima, tornou-se sempre muito deprimido. E aos 52 anos de idade estava completamente surdo. Contam seus biógrafos que ele foi o "maestro honorário" na primeira apresentação de sua 9ª Sinfonia, mantendo-se sentado ao lado do maestro regente. Não ouvia nada de toda a execução da magnífica peça musical, mas seguia sua evolução pela partitura em suas mãos. Próximo ao final, estava atrasado alguns compassos e não notou quando a orquestra terminara. Um dos solistas veio imediatamente até ele e virou-o para a platéia que aplaudia delirantemente a obra e seu compositor.&lt;br /&gt;HEATHER WHITESTONE Miss EUA de 1995&lt;br /&gt;No ano de 1995 a jovem Heather, nascida no Alabama, competiu ao título de Miss Estados Unidos... e venceu! "E aqui está ela!... Miss Estados Unidos da América de 1995!!!"... anunciou o locutor entusiasmado. No entanto, ao contrário de outras vencedoras do concurso em anos anteriores, Heather não ouviu nada dessas palavras consagradoras, nem a música, os aplausos e os muitos cumprimentos ao seu redor, ao ser abraçada e beijada por suas colegas concorrentes e ao encaminhar-se para o trono. Ela era, na oportunidade, a primeira jovem com deficiência a ser escolhida como Miss Estados Unidos. Desde os 18 meses de idade ficara surda. Os médicos informaram seus pais que ela jamais passaria do nível de terceiro ano elementar, nem aprenderia a falar. No entanto, durante o concurso de Miss Estados Unidos, ela respondeu com desenvoltura às perguntas dos juízes e falou sobre seus objetivos na vida. Ela informou que gostaria de ajudar crianças de todas as raças e culturas a atingir seu potencial máximo na vida, a estabelecer elevados objetivos e realizá-los, como ela havia conseguido fazer. Foi notável o fato de que na sua prova sobre talento especial, durante o concurso, ela optou pelo balé. E saiu-se perfeitamente bem. Heather tem sido a porta-voz da Fundação Helen Keller para Pesquisa sobre o Olho e da Fundação Starkey para Aparelhos Auditivos. Escreveu também um livro intitulado "Ouvindo com meu Coração" (Listening with My Heart). Em suas atividades promocionais, Heather tem sido uma oradora que motiva as pessoas a acreditar e a implementar seus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sites Adicionais&lt;a href="http://www.entreamigos.com.br/textos/defaud/defaud.htm" target="_blank"&gt;www.entreamigos.com.br/textos/defaud/defaud.htm&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.ines.org.br/ines_livros/SUMARIO.HTM" target="_blank"&gt;www.ines.org.br/ines_livros/SUMARIO.HTM&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.fonoesaude.org/da.htm" target="_blank"&gt;www.fonoesaude.org/da.htm&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.hmsj.com.br/servicos2.php" target="_blank"&gt;www.hmsj.com.br/servicos2.php&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.acessa.com/viver/arquivo/vida_saudavel/2005/03/15-deficiencia/" target="_blank"&gt;www.acessa.com/viver/arquivo/vida_saudavel/2005/03/15-deficiencia/&lt;/a&gt;Médicos e outros profissionais interessados Pesquise mais por meio do Google &lt;a href="http://www.google.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.google.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-1917919408057353526?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/1917919408057353526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/sobre-deficiencia-auditiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1917919408057353526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/1917919408057353526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/sobre-deficiencia-auditiva.html' title='Sobre Deficiência Auditiva'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-929857047072138060</id><published>2009-04-25T14:27:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T13:45:27.362-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros sobre diversidade p/ crianças (conscientização)'/><title type='text'>Personagem com Síndrome de Down</title><content type='html'>MAIS UMA DO MAURÍCIO DE SOUZA&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SdashHRWJpI/AAAAAAAAARg/rd_95Sa8tds/s1600-h/Turma+da+monica.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320629694672283282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 299px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SdashHRWJpI/AAAAAAAAARg/rd_95Sa8tds/s320/Turma+da+monica.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Capa da revistinha de lançamento da personagem Tati, pelo Instituto Mauricio de Sousa e Instituto MetaSocial, com patrocício da Mantecorp&lt;br /&gt;O Instituto Mauricio de Sousa e o Instituto MetaSocial uniram-se em favor dessa causa, acreditando na importância de difundir o respeito à diversidade como meio de vencer barreiras e unir diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado dessa parceria, e com apoio da MANTECORP, o Instituto Mauricio de Sousa lança a revista “Viva as Diferenças!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista tem o propósito de esclarecer a população sobre alguns aspectos da Síndrome de Down e, desta forma, ampliar a oportunidade de inclusão e a possibilidade de aprendizado mútuo, reforçando o conceito de que cada ser é único e que Ser Diferente é Normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conviver com as diferenças possibilita uma troca de conhecimentos enriquecedora, e é o primeiro passo para se aprender a valorizá-las e respeitá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lançamento da revista foi no dia 21 de março, com a presença de várias autoridades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-929857047072138060?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/929857047072138060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/personagem-com-sindrome-de-down.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/929857047072138060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/929857047072138060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/personagem-com-sindrome-de-down.html' title='Personagem com Síndrome de Down'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SdashHRWJpI/AAAAAAAAARg/rd_95Sa8tds/s72-c/Turma+da+monica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-5344512860104350740</id><published>2009-04-25T14:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T18:38:04.947-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Multipla Deficiência'/><title type='text'>Inclusão e Multipla Deficiência</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;PLANOS DE AULA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGENDA TELEFÔNICA DA TURMA (Revista Nova Escola)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Língua Portuguesa&lt;br /&gt;Conteúdo:Produção de Textos&lt;br /&gt;Deficiência múltipla&lt;br /&gt;Flexibilizações: Espaço - Recursos - Conteúdos e Tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Objetivos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Identificar a letra inicial dos nomes dos alunos.&lt;br /&gt;- Utilizar a ordem alfabética para inserção de nomes na agenda telefônica.&lt;br /&gt;- Reconhecer os contextos de uso da agenda telefônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Conteúdos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Ordem alfabética.&lt;br /&gt;- Procedimentos de uso da agenda telefônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ano &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Pré-escola e 1º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tempo estimado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quatro aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Material necessário&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Vários modelos de agenda de telefone para reconhecimento e uma agenda nova para cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desenvolvimento 1ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Numa roda, apresente vários modelos de agenda e converse com as crianças sobre as situações de uso dela. Pergunte sobre as ocasiões em que elas costumam ver os adultos utilizando esse objeto e sugira que citem situações em que precisariam fazer isso, por exemplo, ligar para um colega e convidá-lo para ir à sua casa ou para uma pizzaria. Desafie-as a observar os diferentes aspectos da organização de uma agenda: o tamanho, os espaços reservados para a escrita dos diferentes dados, as letras que a subdividem etc. Questione a necessidade dos nomes e números serem registrados por escrito na agenda. Por que não podemos guardar essas informações de memória? Essas indagações ajudam a compreender que a agenda permite arquivar dados a serem consultados posteriormente. É hora de ouvir o que todos têm a dizer sobre a função das letras que aparecem dividindo as partes desse caderninho. Por que elas sempre aparecem? Por que estão em ordem alfabética? Essa reflexão contribui para pensarem na melhor maneira de organizar os nomes de modo a facilitar a consulta. Por fim, discuta com eles quais informações podem ser registradas na agenda e quais espaços elas devem ocupar. Onde será que devemos escrever o número do telefone? Será que tem um campo para escrever o endereço do amigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilização de espaço&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Turmas em que há alunos que não andam devem ficar, preferencialmente, em salas maiores, onde há mais espaço para a locomoção da cadeira de rodas. Organize a classe em grupos, sempre que possível, para que o deslocamento seja facilitado. Na hora de formar a roda, providencie apoio para que a criança se sente no chão, ou organize o círculo com as próprias cadeiras.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Momento de pensar em como organizar os nomes que farão parte da agenda. Distribua para a classe fichas com os nomes de todos os estudantes e sugira que agrupem aqueles que começam com a mesma letra, respeitando a ordem alfabética. Oriente-os a consultar o alfabeto disponível na parede da sala. O desafio de ler o nome dos colegas possibilita refletir sobre a escrita deles. Crie oportunidades para que analisem detidamente as letras iniciais e finais, identifiquem nomes diferentes que começam ou terminam da mesma forma e antecipem o número de letras necessárias para escrever um determinado nome. Concluída a lista, é necessário fazer a preparação para a etapa de registro na agenda. Atividades necessárias: ler as listas organizadas pela letra inicial para revisá-la e certificar-se de que está correta; localizar as letras nas quais não há nomes para serem escritos; resolver o que fazer para diferenciar na agenda os que têm o mesmo nome; e simular uma situação de uso do caderninho de telefones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Flexibilização de recursos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Dê letras móveis grandes feitas de EVA para quem apresenta deficiência múltipla. Assim ele poderá enxergá-las com mais facilidade ou senti-las pelo tato.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Flexibilização de conteúdos &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;O aluno pode ter objetivos diferenciados. Enquanto os colegas organizam os nomes pela inicial, ele reconhece, pelo tato, as letras do próprio nome ditas por alguém.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Escreva no quadro a lista em ordem alfabética feita pela turma. Cada um irá até lá e registrará, ao lado do próprio nome, o número do seu telefone. Oriente-os a copiar na agenda os nomes e telefones dos colegas em ordem alfabética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Flexibilização de tempo &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Sempre que necessário, antecipe o conteúdo na sala de recursos para que ele traga repertório para a aula.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Avaliação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A consulta à agenda passa a ser uma atividade permanente para que os estudantes entrem em contato com os colegas. Além disso, eles podem, ao longo do ano, incluir os dados de novas pessoas e, assim, o uso será ampliado para além do contexto escolar. O trabalho será realmente um sucesso se você planejar várias situações em que a agenda deva ser usada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultoria: Teca SoubCoordenadora de formação em alfabetização da Prefeitura de São Caetano do Sul, SP&lt;br /&gt;Amanda Rafaela Silva Professora da EM Coronel Epifânio Mendes Mourão, em São Gonçalo do Pará, MG&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;SABERES E SABORES (&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Revista Nova Escola)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Produção de um conto sobre o prato predileto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Língua Portuguesa&lt;br /&gt;Conteúdo: Produção de textos&lt;br /&gt;Deficiência múltipla (surdocegueira)&lt;br /&gt;Flexibilizações: Recursos - Tempo - Conteúdos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Objetivos:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Estabelecer conexões entre textos de diferentes gêneros e vivências.&lt;br /&gt;- Distinguir textos ficcionais de não ficcionais.&lt;br /&gt;- Produzir texto levando em conta as características dos gêneros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Conteúdos:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Estrutura dos gêneros.&lt;br /&gt;- Denotação e conotação.&lt;br /&gt;- Produção de relatos e contos.&lt;br /&gt;- Revisão e edição de textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;6º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tempo estimado:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Cinco aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Material necessário:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Textos ficcionais e não ficcionais, caderno e folhas para escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desenvolvimento 1ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Selecione textos curtos, ficcionais e não ficcionais, que tratem ou não de um mesmo tema. Leia-os com a turma e anote no quadro-negro as características essenciais de cada um: o toque subjetivo e poético do texto literário, o uso figurado das palavras e as repetições expressivas de palavras ou sons (se houver) - no texto não ficcional, por exemplo, as situações reais e os posicionamentos do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilização de recursos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Para o aluno com deficiência auditiva e visual parcial, providencie cópias ampliadas dos textos na íntegra. Digite-os em corpo 26 ou maior, em negrito e espaço duplo. Uma alternativa é a cópia a mão com caneta hidrográfica e letra bastão grande e espaço duplo. Se necessário, prepare um texto ampliado com as anotações destacadas com cores. Para acompanhar as marcações no quadro, o aluno já deve estar sentado na frente e no centro da sala.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;2ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Escolha um tema de interesse da turma e faça uma nova seleção de textos nas duas categorias. Uma possibilidade é usar o livro &lt;em&gt;Histórias de Dar Água na Boca&lt;/em&gt;, de Rosane Pamplona (104 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-172-002, 28,90 reais), que reúne textos de gêneros diferentes, além de receitas.&lt;br /&gt;Fale sobre o tema a ser abordado e verifique o que sabem a respeito.&lt;br /&gt;Apresente o título do livro e peça que cada um escreva o que imagina que a leitura conterá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilização de recursos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Os alunos deficientes auditivos e com baixa visão podem escrever também com letras grandes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3ª etapa &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Observe com os alunos as características linguísticas de um texto não ficcional.&lt;br /&gt;Num relato de experiência vivida, chame a atenção para o uso da primeira pessoa e para as reflexões sobre o que ocorreu.&lt;br /&gt;Se for um artigo científico, um verbete ou uma entrevista, destaque informações, argumentos e explicações. Se o texto for em verso, mostre como descobrir sentidos, refletindo sobre as palavras e a organização, e explore os sentidos denotativos e conotativos das palavras. No caso da prosa, mostre como os personagens são caracterizados, a importância das marcas temporais, o foco narrativo e o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilização de recursos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Utilize textos ampliados, como na 1ª etapa, e faça marcas coloridas para as características que forem observadas oralmente. Dessa forma, o aluno poderá acompanhar visualmente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Produção de um relato. Se o tema escolhido foi alimentação, peça que os estudantes escrevam sobre uma ocasião em que foi servido seu prato predileto. Ajude-os no planejamento. Peça que façam uma lista de itens que descreva a atmosfera. Eles devem citar, por exemplo, o odor que se espalha pela casa durante o preparo e qual foi essa ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilização de tempo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O aluno com deficiência pode ter um tempo maior para a produção do texto e, se necessário, concluí-lo no contraturno.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5ª etapa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Produção de um conto sobre o prato predileto. Cada um faz uma ficha com as características dos personagens, o conflito e a solução dele. Só depois o conto é iniciado. Os conteúdos estudados nas atividades de leitura devem ser recuperados. No fim, o conto "pode ser servido" aos colegas e aos familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Flexibilição de conteúdos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Como tarefa de casa ou na sala de recursos, peça que o aluno acompanhe o preparo de uma receita culinária, experimente os ingredientes e estabeleça relações dos sabores, odores e da própria experiência com verbetes e expressões para servir de subsídio na elaboração do conto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Avaliação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Peça que os alunos relatem como foi a leitura do conto para os familiares. Organize uma tabela com os conteúdos de leitura e de produção escrita trabalhados e assinale os que foram atingidos plenamente, parcialmente ou não atingidos. A tabela permite que você tenha um quadro do aproveitamento da turma e também de cada aluno e decida o que deve ser retomado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultoria: Cláudio Bazzoni , Assessor de Língua Portuguesa da prefeitura de São Paulo&lt;br /&gt;Gracielle Souza Silva, Professora da Escola Classe 214 Sul, de Brasília, DF&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-5344512860104350740?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/5344512860104350740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/deficiencia-e-pobreza_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5344512860104350740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/5344512860104350740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/deficiencia-e-pobreza_25.html' title='Inclusão e Multipla Deficiência'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-6947287450516433773</id><published>2009-04-17T15:05:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T18:56:17.214-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>CECOGRAMA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sej-ISt54eI/AAAAAAAAAVw/9JeDJ147ARw/s1600-h/carteiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325785977782395362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 91px; CURSOR: hand; HEIGHT: 124px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sej-ISt54eI/AAAAAAAAAVw/9JeDJ147ARw/s320/carteiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Serviço Postal destinado aos deficientes visuais que utilizam o Braille para sua comunicação escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objeto de correspondência impresso em relevo pelo sistema cecográfico (BRAILLE).&lt;br /&gt;São considerados, também, como Cecograma placas gravadas em relevo (clichês) e os registros sonoros expedidos por instituições de cegos, oficialmente reconhecidas, ou endereçados a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características&lt;br /&gt;· Quando da postagem, os objetos deverão ser apresentados abertos, para verificação das condições de aceitação;&lt;br /&gt;· Deverá ser aposta no canto inferior esquerdo do objeto a palavra "CECOGRAMA";&lt;br /&gt;· A correspondência deverá ter no máximo 7(sete) kg.;&lt;br /&gt;· A postagem poderá ser realizada em regime nacional e internacional.&lt;br /&gt;Quanto custa?&lt;br /&gt;O cliente é isento do pagamento do preço de franqueamento. No âmbito nacional, também, é isento do pagamento do preço dos serviços adicionais. &lt;a href="http://www.correios.com.br/produtos_servicos/catalogo/mensagens/cecograma.cfmv"&gt;www.correios.com.br/produtos_servicos/catalogo/mensagens/cecograma.cfmv&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOCÊ SABIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SekDOyZ2rrI/AAAAAAAAAV4/zR0wRv5WHsw/s1600-h/envelope+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325791586925588146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 129px; CURSOR: hand; HEIGHT: 88px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SekDOyZ2rrI/AAAAAAAAAV4/zR0wRv5WHsw/s320/envelope+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a Acessibilidade Brasil disponibilizou para utilização pública e gratuíta, um sistema de impressão remota em Braille, que permite o envio de uma carta em Braille, via correios, para todo o território brasileiro.A sua operação é simples: após o cadastramento e recebimento de uma autorização por e-mail, você estará habilitado a enviar uma carta (com até 3000 caracteres) para a central de impressão Braille da Acessibilidade Brasil, que a imprimirá e a enviará para o destinatário indicado, via Correios, que tem um serviço gratuito de nome CECOGRAMA.&lt;br /&gt;A principal vantagem, além da gratuídade, é que você não precisa ter uma impressora Braille ou mesmo saber Braille, para codificar uma carta, o sistema fará automaticamente a conversão e impressão de seu texto para o Braille.&lt;br /&gt;Outra vantagem desse serviço é que o sigilo das cartas será mantido, pois elas serão automaticamente convertidas para o Braille e após impressas em Braille, serão excluídas.&lt;br /&gt;Esse serviço público inteiramente gratuíto só foi viabilizado por meio da participação dos seguintes empreendedores sociais:&lt;br /&gt;O professor Antônio Borges, que criou voluntariamente, uma rotina especial, para impressão Braille automática.&lt;br /&gt;A equipe de desenvolvimento da Acessibilidade Brasil, que desenvolveu o sistema, liderada por Fábio Oshiro e pelos desenvolvedores Haroldo, Jonatas e Daniel.&lt;br /&gt;A empresária Carla Alexandre, que a primeira a abraçar o projeto e logo que receber a autorização dos Correios, vai implantá-la também em sua agência franqueada.&lt;br /&gt;A TECASSISTIVA que financiou o desenvolvimento do sistema e está dando a apoio para impressão (pessoal, impressoras Braille ,etiquetas e papel especial).&lt;br /&gt;O Instituto Benjamin Constant, nosso parceiro, principal Centro de Referência da Área da Cegueira no Brasil, que sempre nos tem dado um grande apoio logístico.&lt;br /&gt;E finalmente a ECT - Empresa de Correios e Telégrafos, que apoiada pela legislação vigente (CECOGRAMA), enviará as cartas em Braille, gratuítamente, para seus destinatários em todo Brasil.&lt;br /&gt;Veja no site &lt;a title="www.acessobrasil.org.br" href="http://www.acessobrasil.org.br/"&gt;http://www.acessobrasil.org.br/&lt;/a&gt; - Correio Braille&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-6947287450516433773?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/6947287450516433773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/cecograma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6947287450516433773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/6947287450516433773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/cecograma.html' title='CECOGRAMA'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/Sej-ISt54eI/AAAAAAAAAVw/9JeDJ147ARw/s72-c/carteiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-8952070430769163117</id><published>2009-04-11T13:40:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T15:14:08.947-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ações inclusivas'/><title type='text'>Algumas coisas que encontrei na Reatech 2009</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VIII Feira Internacional de Tecnologia em reabilitação, Inclusão e Acessibilidade &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Reatech&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; é uma das três maiores feiras de ajudas técnicas do mundo. A primeira é a REHACARE, que acontece em Dusseldorf, na Alemanha. E a segunda é a MEDTRADE, que acontece nos EUA.Este ano, mais uma vez São Paulo está sediando a feira que é voltada para pessoas com deficiências físicas, mentais, visuais, auditivas ou múltiplas e ainda familiares, profissionais da área da reabilitação, inclusão, acessibilidade, educação, etc...&lt;br /&gt;Dei uma passada no sábado (4 de abril) mas o tempo foi curto para apreciar todas as novidades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SeEDYGi8orI/AAAAAAAAATY/3gO6ntsY-i0/s1600-h/plustek+bookreader.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323539947137573554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 80px; CURSOR: hand; HEIGHT: 60px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SeEDYGi8orI/AAAAAAAAATY/3gO6ntsY-i0/s320/plustek+bookreader.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Plustek BookReader&lt;/strong&gt;: Leitor de Livro; o texto capturado será transformado em falas em voz natural, também pode ser salvo em arquivo MP3, visite o site e saiba mais,&lt;a href="http://www.plustek.com/"&gt;http://www.plustek.com/&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.plustek.com/"&gt;plustek.com/&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://mybookreader.com/"&gt;http://mybookreader.com/&lt;/a&gt; (PS. Para pessoas que apresentam dificuldades com leituras convencionais...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- LIDA&lt;/strong&gt;, Livro Digital Acessível; um projeto da Fundação Dorina Nowill, em São Paulo, que viabiliza a consulta por uma programação de busca e navegação descritiva por voz. Ideal para livros jurídicos, didáticos e dicionários, pois proporciona à pessoa com deficiência visual ou física, com dislexia ou idosa o estudo das leis e das questões voltadas a seus direitos. site: &lt;a href="http://www.fundacaodorina.org.br/"&gt;http://www.fundacaodorina.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Sindautoescola&lt;/strong&gt;: Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores no Estado de São Paulo possuem relação das auto escolas/CFCs que atendem e possuem veículos para pessoa com deficiência, visite o site: &lt;a href="http://www.sindautoescola.org.br/"&gt;http://www.sindautoescola.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Grupo Retina São Paulo&lt;/strong&gt;: Apoio e informação aos portadores de Doenças Degenerativas da Retina, visite o site: &lt;a href="http://www.retinasp.org.br/"&gt;http://www.retinasp.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Projeto de Apoio aos Pais Especiais:&lt;/strong&gt; Pais de uma criança com deficiência criaram este projeto, visite o site: &lt;a href="http://www.projetopape.org/"&gt;http://www.projetopape.org/&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.umamaeespecial.com/"&gt;http://www.umamaeespecial.com/&lt;/a&gt; . Eles tem também um blog: &lt;a href="http://projetopape.blogspot.com/"&gt;http://projetopape.blogspot.com/&lt;/a&gt;(P.S. São realmente especiais...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Instituto Aprender Trabalhar&lt;/strong&gt;: é uma organização não governamental especializada em preparar pessoas com deficiência para o mercado de trabalho e em realizar sua colocação em empresas multinacionais Por ser uma organização sem fins lucrativos, não cobram taxas dos alunos para realização de cursos ou sua colocação no mercado de trabalho. Visite o site: &lt;a href="http://www.institutoaprender.org.br/"&gt;http://www.institutoaprender.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- AOMSP&lt;/strong&gt;: Associação dos Ostomizados do Município de São Paulo e Região; O que é Ostomia? É uma abertura produzida cirurgicamente no abdômen para desviar o trânsito intestinal ou urinário, necessário para tratamento, eliminação ou correção de problemas greves de saúde. Visite o site: &lt;a href="http://www.abraso.org.br/"&gt;http://www.abraso.org.br/&lt;/a&gt; (PS. isto eu não conhecia, é sempre bom aprender mais...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da variedade de estandes com instituições das mais diversas áreas relacionadas às deficiências havia também programação de artes cênicas e grupos de dança compostos por artistas com deficiências; atividades de eqüoterapia; galeria de arte; parque infantil adaptado; quadras para a prática de esportes; test-drive de carros adaptados, de cadeiras de rodas motorizadas e scooters; pista de kart também adaptado; mini-fazendinha com animais para terapia; além de palestras, congressos médicos, seminário de educação inclusiva e atividades abertas ao público e outras atrações...vale a pena visitar esta feira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-8952070430769163117?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.fundacaodorina.org.br' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/8952070430769163117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/algumas-coisas-que-encontrei-na-reatech.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8952070430769163117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/8952070430769163117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/algumas-coisas-que-encontrei-na-reatech.html' title='Algumas coisas que encontrei na Reatech 2009'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SeEDYGi8orI/AAAAAAAAATY/3gO6ntsY-i0/s72-c/plustek+bookreader.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-3660762793990732346</id><published>2009-04-08T13:17:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T18:09:04.375-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Z.Frases para reflexão/diversidade'/><title type='text'>Z.Frases para Reflexão sobre diversidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;"A grande ciência da vida é aprender a recomeçar. Recomeçar com confiança e entusiasmo." (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Lições de Dorina Gouveia Nowill - Para quem quer ver além)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;..."Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem"......"O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido"... &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Rubem Alves)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"O conhecimento partilhado em igualdade de condições, com todos, deve ser a motivação de nossa existência" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993399;"&gt;"Nós não devemos deixar que as incapacidades das pessoas nos impossibilitem de reconhecer as suas habilidades." ( &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hallahan e Kauffman, 1994)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;"Inclusão é sair das escolas dos diferentes e promover a escola das diferenças"&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Mantoan)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Um dia quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste" (Sigmund Freud)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais". &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Peça de teatro: Vozes da Consciência,BH)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"Quando perdemos o direito de ser diferentes perdemos o privilégio de sermos livres". &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"É apenas com o coração que se pode ver direito; o essencial é invisível aos olhos."&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Antoine de Saint Exupéry)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"Se queres ser cego, sê-lo as...se podes olhar, vê; se podes ver, repara." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(José Saramago/Ensaio sobre a cegueira)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;"A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Ghandi)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"capacidade de luta que há em você, precisa de adversidades para revelar-se."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Pierre Schurmann)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;“Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado” (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Albert Einstein)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;"Começar já, é metade da ação" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(provérbio Grego)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;"Se as coisas são inatingíveis, não é motivo para não querê-las. Que tristes os caminhso se não fora a presença distante das estrelas".&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Mário Quintana)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;"Em qualquer circunstância existe "possibilidade infinita" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;"Não devemos ter medo dos confrontos... até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Charles Chaplin)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;"A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos."&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Montesquieu)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc9933;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff6600;"&gt;"Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário"&lt;/span&gt; (Albert Einstein)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Paulo Freire)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;"&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós, deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc6600;"&gt;(Saint Exupéry)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Desconhecendo-nos a nós mesmos, frequentemente suplicamos por males que poderes superiores nos negam para o nosso próprio bem&lt;span style="font-size:78%;"&gt;." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#993300;"&gt;(William Shakespeare)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;"Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre. Muitas vezes ficamos tanto tempo olhando para a porta fechada que não vemos a que se abriu."&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#009900;"&gt;(Helen Keller)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Paulo Freire)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço!" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Dave Weinbaun)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;"Por que nos contentamos em viver rastejando, quando sentimos o desejo de voar?" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;(Hellen Keller)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;"A força não provém da capacidade física, mas da vontade férrea"&lt;span style="font-size:78%;"&gt; ( Mahatma Gandhi)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Sócrates)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;"&lt;strong&gt;Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Mantoan) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Suba o primeiro degrau com fé. Mesmo que você não veja toda a escada, apenas dê o primeiro passo."&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#990000;"&gt;( Martin Luther King)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;" O que importa não é aquilo que fizeram de ti mas, o que vai fazer com o que fizeram de ti"&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Sartre )&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;..."Sem a Educação das Sensibilidades, todas as Habilidades são tolas e sem sentido"...&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Rubem Alves)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;"Eu acredito na sorte. Toda vez que ela me procura eu estou no meu ateliê trabalhando" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Picasso)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar!" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Francis Bacon) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;"A persistência é o caminho do êxito" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Charles Chaplin)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;''Tratar igualmente o igual e desigualmente o desigual''&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#993399;"&gt;(Aristóteles )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;‏“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos...(Art. 1º)”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;Declaração Universal do Direitos Humanos (1948)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;"Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos."&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(M. Luther King&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Carlos Drumond de Andrade)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="color:#006600;"&gt; O universalismo que queremos hoje é aquele que tenha como ponto em comum a dignidade humana. A partir daí, surgem muitas diferenças que devem ser respeitadas. Temos direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza." (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Boaventura de Souza Santos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Existem muitos motivos para não se amar uma pessoa, apenas um para amá-la"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;(Carlos Drummond de Andrade)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que voce é, a sua reputação é o que os outros pensam de voce. E o que os outros pensam de voce é problema deles"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(autor desconhecido)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;"O medo cega, (...) já éramos cegos no momento em que cegamos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(José Saramago / Ensaio sobre a cegueira)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;"Não há barreiras que a mente humana não possa transpor"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc6600;"&gt;(Hellen Keller)&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;"Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre idéias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Louis Braille)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita."( &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mahatma Gandhi)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"O que me preocupa não é o grito dos maus,é o silêncio dos bons"&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#009900;"&gt;(Martin Luther King)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se tem." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Josh Billings)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;"Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma nova história.&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Gandhi)"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;"Valorize os seus limites, e por certo não se livrará mais deles !" (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Richard Bach em Ilusões)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;"Um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Gabriel Garcia Marquez)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Seja a mudança que você quer ver no mundo" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Dalai Lama)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Chico Xavier)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;"Ainda que eu fale todas as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor sou como o bronze que soa ou o sino que retine...mesmo que tivesse toda a fé a ponto de ,transportar montanhas, se não tiver amor, eu nada serei. &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Paulo, carta aos Coríntios, Cap. 13)"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Nada é tão nocivo para os povos do que darem-se por satisfeitos com meras palavras e aparências." (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;François Guizot)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;"O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nela repousa a esperança." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Frank Lloyd Wright)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Se você aproveitar o tempo a fim de melhorar-se, o tempo aproveitará você para realizar maravilhas"&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (André Luiz)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;"Se tentou e fracassou, se planejou e viu seus planos ruírem, lembre-se de que os maiores homens da história foram produtos da coragem, e a coragem bem sabemos, nasce no berço da adversidade." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"O sucesso é alcançado e conservado por aqueles que não deixam de tentar." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;"Aquilo que repartir, multiplicar-se-á .Aquilo que não compartilhar, dividir-se-á e desaparecerá." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;"Quando você tem uma meta, o que era obstáculo passa a ser etapa." &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;"&lt;span style="color:#660000;"&gt; Época triste a nossa... mais fácil quebrar um átomo que um preconceito". &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Einstein)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"As vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Fernando Pessoa)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;"Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Clarice Lispector)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM RELAÇÃO AOS SURDOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sem linguagem não somos seres humanos completos e, por isso, é preciso aceitar a natureza e não ir contra ela. Obrigados a falar, algo que não lhes é natural, os surdos não são expostos suficientemente à linguagem e estão condenados ao isolamento e à incapacidade de formar sua identidade cultural."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vendo Vozes: Uma Viagem pelo Mundo dos SurdosOliver Sacks&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"Quando eu aceito a língua de outra pessoa, eu aceito a pessoa.Quando eu rejeito a língua, eu rejeitei a pessoa porque a língua é parte de nós mesmos.Quando eu aceito a língua de sinais, eu aceito o surdo, e é importante ter sempre em mente que o surdo tem o direito de ser surdo. Nós não devemos mudá-los, devemos ensiná-los, ajudá-los, mas temos que permitir-lhes ser surdo&lt;span style="font-size:85%;"&gt;." Terje Basilier&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os surdos podem comunicar-se mais facilmente e com maior precisão pela Língua de Sinais, porque o cérebro deles se adapta para esse meio e, se forçados a falar, nunca conseguirão uma linguagem eficiente e serão duplamente deficientes."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vendo Vozes: Uma Viagem pelo Mundo dos SurdosOliver Sacks&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"Recuso-me a ser considerada excepcional, deficiente. Não sou. Sou surda. Para mim, a língua de sinais corresponde à minha voz, meus olhos são meus ouvidos. Sinceramente nada me falta. É a sociedade que me torna excepcional..."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vôo da gaivota, Emmanuelle Laborrit&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como se sabe, a língua além de ser o principal veículo de comunicação, é também o mais importante meio de identificação do indivíduo com sua cultura e o suporte do conhecimento da realidade que nos circunda. O problema das minorias lingüisticas é, pois, muitas vezes, não apenas a privação da língua materna, mas sobretudo a privação de sua identidade cultural." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lucinda Brito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A gaivota cresceu e voa com suas próprias asas. Olho do mesmo modo como que poderia escutar. Meus olhos são meus ouvidos. Escrevo do mesmo modo que me exprimo por sinais. Minhas mãos são bilíngües. Ofereço-lhes minha diferença. Meu coração não é surdo a nada neste duplo mundo..."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O vôo da gaivota, Emmanuelle Laborrit&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A língua é a chave para o coração de um povo. Se perdemos a chave, perdemos o povo. Se guardamos a chave em lugar seguro, como um tesouro, abriremos as portas para riquezas incalculáveis, riquezas que jamais poderiam ser imaginadas do outro lado da porta."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eva Engholm, 1965&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ludwig Wittgenstein&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Uma língua é um lugar donde se vê o Mundo e em que se traçam os limites de nosso pensar e sentir." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vergílio Ferreira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;" A Escola deve ser um elemento transformador. A isso, acrescentaríamos: deve sê-lo de modo especial para o surdo, mais do que para qualquer outra criança ouvinte, pois temos que admitir o seu universo, mas transformar a sua deficiência em eficiência. Talvez, mais do que educadores em geral, tenhamos o compromisso com a escola transformadora."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Alfredo Goldback* adaptação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" No mundo há muitas línguas diferentes, mas cada uma tem seu sentido. Porém, se eu não entendo a língua que alguém está falando, então quem fala é estrangeiro para mim e eu sou estrangeiro para ele."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Primeira carta de Paulo aos Coríntios* adaptação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" É impossível para aqueles que não conhecem a língua de sinais perceberem sua importância para os surdos: a influência sobre a felicidade moral e social dos que são privados da audição, a sua maravilhosa capacidade de levar o pensamento a intelectos que, de outra forma, ficariam em perpétua escuridão. Enquanto houver dois surdos no mundo e eles se encontrarem, haverá o uso dos sinais."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*J. Schuyler Long* adaptação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" O universalismo que queremos hoje é aquele que tenha como ponto em comum a dignidade humana. A partir daí, surgem muitas diferenças que devem ser respeitadas. Temos direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Boaventura de Souza Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;J. Schuyler Long&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3767275799732114490-3660762793990732346?l=deficienciavisualsp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/feeds/3660762793990732346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/blog-post.html#comment-form' title='62 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3660762793990732346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3767275799732114490/posts/default/3660762793990732346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deficienciavisualsp.blogspot.com/2009/04/blog-post.html' title='Z.Frases para Reflexão sobre diversidade'/><author><name>Célia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08079511350319892979</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/SYoB_x2nImI/AAAAAAAAAHs/t4tz3ZBnBaE/S220/Sala+Recursos+034.jpg'/></author><thr:total>62</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3767275799732114490.post-4136671288368257560</id><published>2009-04-01T14:31:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T04:03:40.455-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inclusão e Dislexia'/><title type='text'>Inclusão e Dislexia</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3ceRAdDdlI/AAAAAAAAA5k/4-bUZbxZcCo/s1600-h/Filme+ser+dislexico.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A educação é um direito de todos e PARA TODOS; para isso a escola deve se adequar às necessidades educacionais de seu alunado. Necessidades Educativas Especiais não é sinônimo de deficiência como muitos ainda pensam... leia um trecho da Resolução que trata deste assunto:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RESOLUÇÃO CNE/CEB No. 02/2001 Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o&lt;br /&gt;processo educacional, apresentarem:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que&lt;br /&gt;dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos:&lt;br /&gt;a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;&lt;br /&gt;II – dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a&lt;br /&gt;utilização de linguagens e códigos aplicáveis;&lt;br /&gt;III - altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar&lt;br /&gt;rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DISLEXIA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3cZrzmpOpI/AAAAAAAAA5c/IW2e9hZi35w/s1600-h/dislexia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437843315450526354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 125px; CURSOR: hand; HEIGHT: 95px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3cZrzmpOpI/AAAAAAAAA5c/IW2e9hZi35w/s320/dislexia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sinais de alerta:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada, mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma "criança de risco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Haverá sempre:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- dificuldades com a linguagem e escrita ;&lt;br /&gt;-dificuldades em escrever;dificuldades com a ortografia;&lt;br /&gt;-lentidão na aprendizagem da leitura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Haverá muitas vezes:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;-disgrafia (letra feia);&lt;br /&gt;-discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;&lt;br /&gt;-dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;&lt;br /&gt;-dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;&lt;br /&gt;-dificuldades para compreender textos escritos;&lt;br /&gt;-dificuldades em aprender uma segunda língua. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Haverá às vezes:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;-dificuldades com a linguagem falada;&lt;br /&gt;-dificuldade com a percepção espacial;&lt;br /&gt;-confusão entre direita e esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pré escola &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:&lt;br /&gt;-Dispersão;&lt;br /&gt;-Fraco desenvolvimento da atenção;&lt;br /&gt;-Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;&lt;br /&gt;-Dificuldade em aprender rimas e canções;&lt;br /&gt;-Fraco desenvolvimento da coordenação motora;&lt;br /&gt;-Dificuldade com quebra cabeça;&lt;br /&gt;-Falta de interesse por livros impressos;&lt;br /&gt;-O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Idade Escolar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:&lt;br /&gt;- Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;&lt;br /&gt;-Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);&lt;br /&gt;-Desatenção e dispersão;&lt;br /&gt;-Dificuldade em copiar de livros e da lousa;&lt;br /&gt;-Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);&lt;br /&gt;-Desorganização geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;&lt;br /&gt;-Confusão entre esquerda e direita;&lt;br /&gt;-Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc.;&lt;br /&gt;-Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;&lt;br /&gt;-Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc.;&lt;br /&gt;-Dificuldades em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc.;&lt;br /&gt;-Dificuldade na matemática e desenho geométrico;&lt;br /&gt;-Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias);&lt;br /&gt;- Troca de letras na escrita;&lt;br /&gt;-Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Problemas de conduta como: &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Depressão, timidez excessiva ou o ‘’palhaço’’ da turma;&lt;br /&gt;- Bom desempenho em provas orais.Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e conseqüentemente sociais e profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Adultos&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades:&lt;br /&gt;- Continuada dificuldade na leitura e escrita;&lt;br /&gt;- Memória imediata prejudicada;&lt;br /&gt;- Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;&lt;br /&gt;- Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);&lt;br /&gt;- Dificuldade com direita e esquerda;&lt;br /&gt;- Dificuldade em organização;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DIAGNÓSTICO&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.Então, como diagnosticar a dislexia?Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. Outros fatores deverão ser descartados, como déficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais (congênitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o disléxico irá apresentar prejuízos emocionais, mas estes são conseqüências, não causa da dislexia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Há algum método ou linha eficaz?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não há nenhuma linha de tratamento que seja considerada ‘’a melhor’’ ou ‘’a única’’. O importante é a aceitação e adaptação do próprio disléxico à linha adotada pelo profissional. O que podemos dizer é que como a principal característica dos disléxicos é a dificuldade da relação entre a letra e o som (Fonema -Grafema), na terapia deverá ser enfatizado o método Fônico. Deve-se também treinar a memória imediata a percepção visual e auditiva. É sugerido que se adote o método multissensorial, cumulativo e sistemático. Ou seja, deve-se utilizar ao máximo todos os sentidos. Um exemplo básico é poder ler e ouvir enquanto se escreve. O disléxico assimila muito bem tudo que é vivenciado concretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:ABD - Associação Brasileira de Dislexia &lt;a href="http://www.abd.org.br/"&gt;http://www.abd.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cartilha "Fa&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3cYpy8WLbI/AAAAAAAAA5U/idRsPu68X58/s1600-h/Cartilha+dislexia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437842181401750962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3cYpy8WLbI/AAAAAAAAA5U/idRsPu68X58/s320/Cartilha+dislexia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;cilitando a Alfabetização – Multissensorial, Fônica e Articulatória", foi aprovada e &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;reconhecida pelo Ministério da Educação. Foi testada em campo nas cidades de Brasília e Goiás. As autoras da obra: Maria Angela Nogueira Nico e Áurea Maria Stavale Gonçalves cederam os direitos autorais. A cartilha foi produzida com a mobilização de profissionais e voluntários da ABD, com recursos próprios vindos de sua forma de administração auto-sustentável.&lt;br /&gt;Kit Completo - 2ª EdiçãoA cartilha atende aos profissionais da área de educação para suprir as principais dificuldades dos disléxicos, e vem acompanhada de um caderno multissensorial , que tem a função de estimular o visual, o auditivo, e o tátil sinestésico. Inclui um vídeo explicativo sobre o método, exercícios e aplicabilidade. O material pode ser usado na alfabetização e re-alfabetização de qualquer individuo, seja ele portador de dislexia ou não. O kit completo da Cartilha (2ª Edição) com o Caderno Multissensorial e o DVD poderá ser adquirido diretamente da ABD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: ABD Associação Brasileira de Dislexia &lt;a href="http://www.abd.org.br/"&gt;http://www.abd.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;==============================================&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;LIVRO PARA CRIANÇAS SOBRE DISLEXIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3qnEfKTkgI/AAAAAAAAA6E/3x5jGNX-jis/s1600-h/Dislexia+livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5438843195529335298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3qnEfKTkgI/AAAAAAAAA6E/3x5jGNX-jis/s320/Dislexia+livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;JOÃO, PRESTE ATENÇÃO!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autora: Patrícia Secco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como João, inúmeras crianças, com bom nível intelectual, são incapazes de utilizar adequadamente a leitura, a escrita, a interpretação de textos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Clique no endereço abaixo e conheça o conteúdo do livro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.dislexia.org.br/material/materiais/JoaoPresteAtencao.pdf"&gt;http://www.dislexia.org.br/material/materiais/JoaoPresteAtencao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;======================================&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Zameen Par&lt;/strong&gt; Tradução para o Português: &lt;strong&gt;"Como Estrelas &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;na Terra - Toda Criança é Especial"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3chmoauN7I/AAAAAAAAA5s/BypZtB-XbG0/s1600-h/Filme+sobre+dislexia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437852022641407922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oZbRMlQ9aXM/S3chmoauN7I/AAAAAAAAA5s/BypZtB-XbG0/s320/Filme+sobre+dislexia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um filme indiano, de Bollywood que conta a história um menino de 8/9 anos que tem dislexia; por não conseguir ler e escrever seus pais, sob pressão da escola, o colocam em um colégio interno de rígida disciplina. Um professor substituto de artes, percebe seu sofrimento e procura auxiliá-lo. Vale a pena conferir...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Clique abaixo e veja uma cena do filme:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=D3C4sFs9wcQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=D3C4sFs9wcQ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;==============================================&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E AINDA,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Atualmente, os investigadores na área de Psicolingüística aplicada à educação escolar apresentam a hipótese de déficit fonológico como a que justificaria, por exemplo, o aparecimento de disléxicos com confusão espacial e articulatória.&lt;br /&gt;Desse modo, são considerados sintomas da dislexia relativos à leitura e escrita os seguintes erros:&lt;br /&gt;erros por confusões na proximidade especial:&lt;br /&gt;a) confusão de letras simétricas;&lt;br /&gt;b) confusão por rotação e&lt;br /&gt;c) inversão de sílabas&lt;br /&gt;confusões por proximidade articulatória e seqüelas de distúrbios de fala:&lt;br /&gt;a) confusões por proximidade articulatória;&lt;br /&gt;b) omissões de grafemas, e&lt;br /&gt;c) omissões de sílabas.&lt;br /&gt;As características lingüísticas, envolvendo as habilidades de leitura e escrita, mais marcantes das crianças disléxicas, são:&lt;br /&gt;a acumulação e persistência de seus erros de soletração ao ler e de ortografia ao escrever;&lt;br /&gt;confusão entre letras, sílabas ou palavras com diferenças sutis de grafia: a-o; c-o; e-c; f-t; h-n; i-j; m-n; v-u; etc;&lt;br /&gt;confusão entre letras, sílabas ou palavras com grafia similar, mas com diferente orientação 
