"O QUE IMPORTA NÃO É AQUILO QUE FIZERAM DE TI, MAS O QUE VAI FAZER COM O QUE FIZERAM DE TI" (Sartre)
sábado, 11 de janeiro de 2014
Treinando criança com deficiência para usar o banheiro
Os sinais de prontidão para todas as crianças são:
Ela percebe a diferença de estar molhada ou seca?
Ela pode sentir quando precisa ir ao banheiro urinar ou evacuar?
Ela é capaz de atingir penico ou o banheiro a tempo (com a sua ajuda)?
Ela pode se despir e vestir ou está pronta para aprender?
Ela é motivada para dar esse próximo passo?
(...)
Clique no link para saber mais www.reab.me
TREINANDO CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA PARA USAR O BANHEIRO
Crianças com Paralisia Cerebral não só tendem a demorar a ter controle da bexiga, mas podem não ter consciência o suficiente da bexiga com dois ou três anos de idade para começar o treinamento do toalete. Se a criança tem Paralisia Cerebral, ela terá que ser ajudada a desenvolver a consciência e perceber que ela precisa ir ao banheiro, e você terá que perceber os sinais da vontade, que pode ser segurar os órgãos genitais ou se remexer ansiosamente. Ela vai ter que ser capaz de adiar a micção até que ela esteja em posição no penico/vaso. Bem como, a depender do caso, ela terá que remover suas roupas e, em seguida, manter-se no penico/vaso (com suportes) por tempo suficiente para alcançar o sucesso. (...)
Clique no link para saber mais www.reab.me
quarta-feira, 24 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Blind Autistic Boy Sings Open the Eyes of my Heart

This will make your heart sing! Born premature, blind, and autistic, Christopher Duffley was adopted by his parents before they realized God has gifted him with the gift of music. His heartfelt and powerful performance will lift your spirit today!
http://www.godtube.com/watch/?v=KGYWKLNX
-----------------------------------------------------
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
PRIMEIRAS OLIMPÍADAS DO BRAILLE

segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Homenagem a Dorina Nowill

Mauricio de Sousa homenageia Dorina Nowill
Criadora de famosa fundação para cegos inspirou a personagem Dorinha da Turma da Mônica.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Chegou a hora de acabar com o Braile?

Muita tecnologia surgiu para ajudar os cegos. E para questionar o uso de um sistema que até hoje reinava sozinho
Comentário SACI: Reportagem da edição número 281, de agosto de 2010 da Revista Super Interessante.
Frederic K. Schroeder
A tecnologia dedicada a ajudar deficientes visuais tem evoluído muito. Novas ferramentas vêm ampliando o acesso de cegos à informação escrita: audiolivros, softwares que leem em voz alta o e-mail que acabou de chegar, serviços telefônicos que leem o jornal pela manhã. Sem dúvida, uma mão na roda, que dá mais opções aos cegos.
Essas novidades conquistaram o espaço. E, confiando nelas, os cegos estão deixando de ler. Estão apenas ouvindo. Há deficientes visuais que já aderiram completamente à tecnologia. Alguns professores de escolas para cegos também não veem mais espaço para o braile. Tanto que quase 90% das crianças cegas americanas estão crescendo sem aprender a ler e escrever. Isso é um sinal de progresso? Devemos celebrar o declínio do braile?
É verdade, a tecnologia permite a absorção rápida de muita informação. O problema é que essas novas ferramentas oferecem um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braile, que permite uma leitura ativa. Com ele, o cérebro recebe as informações de forma diferente: além do conteúdo, absorve também as letras, a pontuação, a estrutura do texto.
A falta desse conhecimento pode prejudicar a formação de alguém. Aconteceu comigo. Perdi parte da visão aos 7 anos de idade. Aos 16, fiquei completamente cego. Não fui alfabetizado em braile quando criança, e tive de aprender a ler e escrever sozinho depois de cego. O aprendizado tardio prejudicou minha educação e minha confiança. Quando entrei na universidade, não podia soletrar. Sabia pouco sobre pontuação e regras gramaticais. Fiz um doutorado em administração da educação, mas a alfabetização limitada foi sempre uma barreira.
Hoje uso muita tecnologia de áudio. Com ela, posso ler o texto no computador em um ritmo de 250 palavras por minuto. Com o braile, leio 50 palavras por minuto. Mas a tecnologia é complicada para reuniões e palestras. Se preciso ler um discurso que escrevi, buscar notas no meio de uma apresentação, consultar tabelas, só o braile evita que eu desvie a atenção do conteúdo principal.
É como para as pessoas que têm visão: rádio e TV são métodos úteis de conseguir informação, mas não substituem a leitura. Não quero dizer que a tecnologia de áudio não é importante na vida dos cegos. Ela é. Mas deficientes visuais necessitam de uma maneira eficiente de ler e escrever, como todo mundo. Isso significa que precisamos garantir o acesso a todo tipo de tecnologia que apareça e seja capaz de auxiliar. Sem esquecer também de trabalhar para manter o braile vivo.
Fonte: Rede Saci
terça-feira, 20 de abril de 2010
FOTÓGRAFO PROFISSIONAL CEGO
Um deficiente pode fazer qualquer coisa. Prova disso é que as fotos da nova campanha da Associação Desportiva para Deficientes (ADD) foram tiradas por um cego. Assista esse filme!http://www.add.org.br/novaCampanhaAdd/
Assista o filme do YouTube que mostra sua experiência como fotógrafo
http://www.youtube.com/user/ADDBrasil#p/u/5/TKy_C82gKFs
“O fato de a fotografia estar enquadrada ou não, isso é o que menos importa, pois é através da foto que o cego passa sua visão de mundo para as outras pessoas”.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
13 de Dezembro dia nacional do cego
Porém, a visão não é perfeita para algumas pessoas. Existem problemas como miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia dentre outros, que tornam o ato de enxergar imperfeito.
Além desses problemas existem as pessoas que sofrem com a perda da visão, outras apresentam o problema desde o nascimento.
Doenças como a rubéola podem causar problemas de visão nos bebês, caso a mãe seja contaminada no período de gestação.
Existem também aqueles que são totalmente desprovidos de visão, os deficientes visuais ou cegos.
Em razão desses problemas, foi criado um dia para essas pessoas, o dia 13 de dezembro, pelo presidente Jânio Quadros, que queria homenagear José Álvares de Azevedo, após este ter introduzido a leitura braile no Brasil.
O jovem aprendeu esse método de leitura na França, onde havia estudado.
No Brasil já existia o Imperial Instituto dos Jovens Cegos, que se localizava no Rio de Janeiro, criado por D. Pedro II. Hoje essa escola é mais conhecida como Instituto Benjamim Constant.
Mas a data também é conhecida como o dia de santa Luzia, protetora da visão.
A história da santa relata que a mesma fugiu de casa para não se casar com um homem que não gostava, pois na época os casamentos eram arranjados pelas famílias.
O noivo de Luzia, revoltado, perseguiu a moça, entregando-a para as autoridades que a torturou, tendo os olhos arrancados. Porém, um milagre fez com que a moça recuperasse a visão, antes de sua morte, quando foi decapitada.
Por esse motivo, tornou-se a santa protetora das pessoas com problemas de visão.
Muitos anos se passaram e poucas coisas se modificaram para os deficientes visuais. O mundo não é adaptado para os mesmos, que são privados de várias coisas.
Para termos noção do quanto a vida dos cegos é difícil, basta pensarmos sobre as coisas que fazemos em nosso dia a dia. Ao entrar em um elevador, muitos deles não possuem a linguagem em braile, feita com pontinhos que simbolizam as letras e os números. Como um cego pode andar em um elevador sem pedir auxílio? Os produtos vendidos nos supermercados também não trazem essa leitura, impedindo que o deficiente visual identifique-os. Dessa forma, é muito difícil que uma pessoa cega faça compras sozinha, sem depender de alguém para lhe ajudar.
Mesmo com os recursos tecnológicos, ainda são grandes as dificuldades que eles sofrem. Ouvimos falar muito sobre a inclusão social, mas os deficientes visuais têm suas vidas privadas de muitas coisas que outras pessoas não sofrem. Precisamos repensar nossas atitudes e nossos valores quanto às diferenças físicas, pois todos merecem viver com dignidade, sendo tratados da mesma forma, tendo as mesmas oportunidades. Pense Nisso!
(Por Jussara de Barros/Graduada em Pedagogia/Equipe Brasil Escola)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
HOMENAGEM...
A mensagem abaixo é referente à comemoração do Bi Centenário de Nascimento de Louis Braille. Aproveito a oportunidade e estendo minha homenagem àqueles que ensinam ou divulgam uma forma de comunicação diversa da convencional para que todas as pessoas possam ter oportunidade de exercer sua cidadania. Beijos no coração...
Homenagem aos emissários do Anjo Louis
Na noite fria de 06 de janeiro de 1852, dois dias depois de completar 43anos de vida, o coração amoroso e solidário de Louis Braille deixou debater. Lentamente, a essência (que alguns chamam de alma, outros chamam de espírito e outros chamam de energia vital), foi se afastando do corpo físico e, guiada por sua propria luz, dirigiu-se ao Céu.
Ao chegar diante do Criador, ajoelhou-se reverentemente e com voz suave falou:
- Senhor, acabo de cumprir a missão que Vós me confiastes. Deixei na Terra o sistema de leitura e escrita que a Vossa Infinita Sabedoria me inspirou a criar.
Num gesto de profunda gratidão, o Senhor estendeu as mãos e tocou carinhosamente a cabeça de Louis, dizendo:
- Meu filho, muito te agradeço por teres aceito essa nobre missão.Viveste sem a luz dos olhos durante quase quarenta anos unicamente para tornar digna a vida daqueles que escolheram a cegueira física como caminho para a evolução. Mas, mesmo tendo cumprido tão sublime desígnio, sinto que uma preocupação muito grande ocupa o teu coração.
Louis olhou para o Criador com surpresa por ter tido sua preocupação revelada, mas logo se lembrou de que estava diante d'Aquele que tudo sabia, e então falou:
- Senhor, sei que meu tempo de permanência na Terra se esgotou, mas como não tive a oportunidade de ver meu sistema de leitura e escrita oficialmente reconhecido, para cá voltei com o temor de que ele venha a ser rejeitado e esquecido, o que, certamente, será uma grande tragédia para as pessoas cegas de todo o mundo terreno.
Um sorriso maravilhoso iluminou ainda mais a face do Senhor e com uma voz melodiosa e cálida Ele assim se pronunciou:
- Fica tranquilo, meu mui amado filho! A Tua missão não acabou. De agora em diante, serás o responsável pela preparação daqueles que serão nossos emissários na Terra. Tu os orientarás para que lá chegando, eles se ocupem de garantir que o teu sistema se espalhe por todos os cantos onde haja crianças, jovens e adultos cegos. Eles cuidarão de que ele seja adaptado às necessidades de todos os idiomas e o manterão sempre atualizado e acessível a todos.
Duas lágrimas de felicidade rolaram pelo pálido rosto de Louis e, depois de mais uma vez agradecer ao Senhor, ele se levantou e foi à procura dos seus primeiros discípulos. E desde então, milhares desses discípulos têm vindo à Terra, ora como professores, ora como transcritores, ora como revisores, ora como copistas voluntários, ora como dirigentes, ora como patrocinadores de livros, e graças a eles, há quase duzentos anos o Sistema Braille permanece como o sistema natural de escrita e leitura usado pelas pessoas cegas, permitindo a elas construir uma história de independência e cidadania. Muitos desses emissários têm escolhido o Brasil para desempenhar a sua missão. A todos esses enviados especiais do Anjo Louis, os sinceros agradecimentos das pessoas cegas de todo o Brasil!
.
Texto escrito por Regina Fátima Caldeira de Oliveira (Deficiente Visual) por ocasião do Concerto Comemorativo do Bicentenário de Louis Braille, realizado no dia 23 de agosto de 2009, no Teatro Paulo Autran, em São Paulo.
.
------------------------------------------------------------------------
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Visita à Pinacoteca do Estado - Galeria Tátil

A Pinacoteca do Estado apresenta exposição com 12 esculturas táteis, em bronze, que fazem parte do acervo do museu. A seleção das obras foi realizada considerando a indicação do público com deficiências visuais que participou de visitas orientadas ao acervo do museu nos últimos cinco anos. Além disso, fatores como a dimensão, forma, textura e diversidade estética, que facilitam a compreensão e apreciação artística dessas obras ao serem tocadas, também foram adotados como critério para a escolha das esculturas. Com esta iniciativa, o público com deficiências visuais poderá explorar e reconhecer, por meio do toque, todas as obras da Galeria Tátil, apresentadas segundo um criterioso padrão de acessibilidade e complementadas por outros recursos de apoio, como folder e catálogo em dupla leitura (tinta e Braille) que podem ser consultados na recepção do museu incluindo audioguia elaborado especialmente para o público alvo participante desta exposição. Entre os artistas selecionados para a mostra estão Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Bruno Giorgio, Amilcar de Castro. O percurso de visitação também é orientado por um piso tátil, que permite e indica um caminho para a exploração das obras que se encontram nesta galeria. Esta é mais uma ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE), voltado para garantir a possibilidade de fruição da arte para pessoas com necessidades especiais - sensoriais, físicas ou mentais. Esta ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE) está inserida dentro do Museu para Todos, um projeto pioneiro realizado pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado em parceria com o Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, com o objetivo de formar uma sociedade mais inclusiva e garantir o direito ao acesso às artes e ao patrimônio do Estado. O PEPE oferece ainda visitas educativas, previamente agendadas, ao acervo da Pinacoteca complementadas por recursos de apoio multissensoriais e publicações adaptadas. Programa Educativo para Públicos EspeciaisAgendamento de visitas orientadasde segunda a sexta das 10h00 às 17h00Fones: (011) 3324-0945Fax: (011) 3324-0946educaespecial@pinacoteca.org.brPinacoteca do Estado Praça da Luz, 2 - 11 3324 1000Aberta de terça a domingo, das 10 às 18h R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia). Grátis aos sábadosImprensa: coliveira@pinacoteca.org.br (Carla Regina)
Em Abril deste ano fui com meus alunos visitar a Galeria Tátil da Pinacoteca do Estado. É um local acessível aos deficientes visuais por possuir pistas táteis no chão onde leva a cada uma das obras; nestas obras há a descrição em Braille.

Primeiramente conhecemos a maquete do prédio da Pinacoteca...
as esculturas....

e algumas pinturas apresentadas em contraste, relevo e no concreto...
domingo, 29 de março de 2009
Visite meu outro blog: DEFICIÊNCIA VISUAL E EDUCAÇÃO

Meu outro blog é voltado específicamente à educação de crianças com deficiência visual: Deficiência Visual e Educação
quinta-feira, 12 de março de 2009
2009 Bicentenário de nascimento de Louis Braille
O Sistema Braille no BrasilNo Brasil, o Sistema Braille foi introduzido, em 1850, por JoséÁlvares de Azevedo (1834-1854), um jovem cego que havia estudado em Paris. No começo dos anos 1950, por iniciativa da UNESCO, tiveram início estudos visando a adaptação e a unificação do Sistema Braille pelos diferentes grupos lingüísticos. Considerado o meio natural de leitura eescrita das pessoas cegas, o Sistema Braille está baseado em 6 pontos em relevo, distribuídos em duas colunas verticais de 3 pontos. Combinados de diferentes maneiras, esses pontos permitem a representação de alfabetos, números, pontuações e símbolos científicos, fonéticos,musicográficos e informáticos. Por todas essas razões, é com grande júbilo que as pessoas cegas de todo o mundo se preparam para comemorar, no dia 04 de janeiro de 2009, o bicentenário de nascimento de Louis Braille. Os Correios, juntamente com a Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille (CBBLB), também se preparam para as homenagens a esse genial inventor, valendo-se da oportunidade para enfatizar a importância do Sistema Braille. Essa homenagem pretende envolver todos os segmentos da sociedade e propiciar uma ampla reflexãosobre o uso do Sistema Braille como um instrumento educacional indispensável e um recurso para o exercício da cidadania com maior independência e autonomia.Volmir raimondi Presidente da União Brasileira de Cegos (Veja também nos arquivos anteriores deste blog: Alfabeto Braille, e a História do Alfabeto Braille)
domingo, 22 de fevereiro de 2009
O aluno Deficiente Visual
----------------------------------------------------------------------
COMO DETECTAR UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL EM SALA DE AULA
Possíveis sinais de deficiência visual:
• Irritação constante nos olhos;
• Aproximar muito o rosto do papel, quando escreve e lê;
• Dificuldade para copiar material da lousa à distância;
• Olhos franzidos para ler o que está escrito na lousa;
• Cabeça inclinada para ler ou escrever, como se procurasse um ângulo melhor para enxergar;
• Tropeços freqüentes por não enxergar pequenos obstáculos no chão;
• Nistagmo (olho trêmulo);
• Estrabismo (vesgo);
• Dificuldade para enxergar em ambientes muito claros ou escuros.
O que você pode fazer?
• Orientar os pais para que procurem um médico especialista em visão (oftalmologista)
• Nunca usar colírio ou outros medicamentos sem recomendação médica
Sugestões para a convivência com pessoas cegas ou com deficiência visual
• Se a pessoa cega não estiver prestando atenção em você, toque em seu braço para indicar que você está falando com ela. Avise quando for embora, para que ela não fique falando sozinha;
• Se sua ajuda for aceita, nunca puxe a pessoa cega pelo braço. Ofereça seu cotovelo ou o ombro (caso você seja muito mais baixo do que ela). Geralmente, apenas com um leve toque a pessoa cega poderá seguir você com segurança e conforto;
• Num local estreito, como uma porta ou corredor por onde só passe uma pessoa por vez, coloque o seu braço para trás ou ofereça o ombro, para que a pessoa cega continue a seguir você;
• Algumas pessoas, sem perceber, aumentam o tom de voz para falar com pessoas cegas. Use tom normal de voz; Não modifique a posição dos móveis sem avisar a pessoa cega e cuide para objetos não fiquem no seu caminho. Avise se houver objetos cortantes ou cinzeiros perto dela;
• Conserve as portas fechadas ou encostadas à parede;
• Para indicar uma cadeira, coloque a mão da pessoa cega sobre o encosto e informe se a cadeira tem braço ou não. Deixe que a pessoa se sente sozinha;
• Seja preciso ao indicar direções. Informe as distâncias em metros ou passos.
Se houver alunos com deficiência visual na sua sala, esperamos que estas sugestões contribuam para o aproveitamento do aluno; pode ser proveitoso incorporá-las em sua rotina. Com o tempo, você descobrirá outras maneiras de receber estes alunos na sala.
E ainda:
• Leia ou peça para alguém ler o que está escrito na lousa;
• Sempre que possível, passe a mesma lição que foi dada para a classe;
• Procure o apoio do professor especializado, que ensinará à criança o sistema braile e acompanhará o processo de aprendizagem;
• Busca de recursos pedagógicos para o aluno com deficiência é um direito dele;
• Disponibilize com antecedência os textos e livros para o curso;
• Se possível, o material de estudo deve ser fornecido sob a forma de textos ampliados, textos em braile, textos e aulas gravadas em áudio ou em disquete, de acordo com as necessidades do aluno e a possibilidade da escola. O aluno poderá, ainda, precisar utilizar auxílios ópticos e computadores com programas adaptados, assim como apoio para trabalho de laboratório e do pessoal da biblioteca;
• Durante as aulas, é útil identificar os conteúdos de uma figura e descrever a imagem e a sua posição;
• Substitua os gráficos e tabelas por outras questões ou utilize gráficos simples em relevo;
• Transcreva para braile as provas e outros materiais;
• Possibilite usar formas alternativas nas provas: o aluno pode ler o que escreveu em braile; fazer gravação em fita K-7 ou escrever com tipos ampliados;
• Amplie o tempo disponível para a realização das provas;
• Evite dar um exame diferente, pois isso pode ser considerado discriminatório e dificulta a avaliação comparativa com os outros estudantes;
• Ajude só na medida do necessário;
• Tenha um comportamento o mais natural possível, sem super proteção, ou pelo contrário, ignorá-lo.
Como o aluno com deficiência visual pode aprender matemática?
Ele tem as mesmas condições para aprender matemática que uma criança não deficiente. Porém, é preciso que você adapte as representações gráficas e os recursos didáticos que vai utilizar.
Para ensinar matemática, o instrumento mais utilizado é o ábaco (ou soroban) que é de origem japonesa. Seu manuseio é fácil e pode ajudar também os alunos que enxergam, pois ele concretiza as operações matemáticas.
Outra técnica complementar que pode ser utilizada com bons resultados é o cálculo mental, que deve ser estimulado desde o início da aprendizagem e que será útil, posteriormente, quando o aluno estudar álgebra.
É importante ressaltar que, ao adaptar recursos didáticos para facilitar o aprendizado de alunos com deficiência, o professor acaba beneficiando todos os alunos, pois recorre a materiais concretos, que facilitam a compreensão dos conceitos.
---------------------------------------------------------------------------------
O ALUNO DEFICIENTE VISUAL
Talvez uma
das maiores dificuldades enfrentadas pelo portador de deficiência visual resida na falta de uma compreensão social mais profunda a respeito das reais implicações da cegueira, ou da visão subnormal.
É freqüente encontrarmos níveis bastante baixos de expectativa com relação ao rendimento acadêmico do deficiente visual.
O fato, motivado pelo desconhecimento das possibilidades da pessoa que tem essa deficiência gera, muitas vezes, a falsa convicção de que à deficiência visual se vinculam sempre dificuldades de aprendizagem e até mesmo de déficit intelectual.
Como conseqüência, ocorre, não raro, encontrarmos crianças portadoras de visão subnormal sendo tratadas como se fossem cegas ou, quando não, identificadas como deficientes mentais, sem qualquer estimulo para melhor utilização de sua visão remanescente ou de oportunidade para o desenvolvimento de suas potencialidades.
Estudos têm demonstrado, porém, que, do ponto de vista intelectual, não há diferença entre o deficiente "visual" e as pessoas dotadas de visão. A potencialidade mental do indivíduo não é alterada pela deficiência visual. O seu nível "funcional", entretanto, pode estar reduzido, pela restrição de experiências que, adequadas às suas necessidades de maturação, sejam capazes de minimizar os prejuízos decorrentes do distúrbio visual.
Essa ausência de estimulação ou "restrição de experiências" pode ameaçar o desenvolvimento normal do processo educativo da criança privada de visão, principalmente naqueles aspectos relacionados às habilidades que envolvem a utilização dos canais visuais, tais como os aspectos ligados às áreas de aquisição de conceitos, orientação, mobilidade e controle do ambiente.
A percepção do mundo, pela criança visualmente prejudicada, é obtida através dos seus sentidos remanescentes e as pistas por eles fornecidas podem levar a informações incompletas, originando, multas vezes, conceitos diferentes daqueles obtidos e utilizados pelos que possuem uma visão normal. Exemplo disso é a redação elaborada por uma criança cega congênita, aluna de classe comum, 2ª série de uma escola da rede estadual de ensino.
"Minha mãe é azul, olhos verdes, boca vermelha.
Às vezes minha mãe é brava.
Ela faz carinho, amorosa, muito linda, linda, linda, linda!”
Qual a fonte perceptiva que a levou a conceituar a mãe como "azul"?
Na realidade, a palavra "azul" era freqüentemente empregada pela professora ao comentar com os alunos sobre a beleza do dia: "o céu está muito azul, muito lindo".
Se para a criança de visão normal, a compreensão deve ter sido concomitante pela visão do céu azul ou pela memória visual que dele possui, para a portadora de cegueira congênita, a inexistência de imagem mental, que representasse o céu ou a cor, deve tê-la levado a um processo mental que acreditamos ser:
céu azul/ céu lindo
céu não azul/ céu não lindo
céu muito azul/ céu muito lindo
muito azul/ muito lindo.
Para ela, a palavra "azul" passou a significar "lindo", tudo que é lindo, muito lindo, é azul; mamãe é muito linda, então mamãe é azul.
É quando concluímos mais uma vez que, numa cultura como a nossa, onde a grande maioria das atividades gira em torno de estímulos visuais, onde a programação educacional se orienta quase que exclusivamente para uma aprendizagem visual, o indivíduo, portador de cegueira ou de visão subnormal, há de se encontrar sempre em situação de desvantagem em relação aqueles considerados "normais".
Outro sério problema do deficiente visual é a sua geralmente restrita possibilidade de se mover livremente, em ambientes não familiares.
Dada a importância dessa locomoção independente - fator essencial para o ajustamento pessoal e adequação social do deficiente - é enfatizada a necessidade de desenvolver, na criança portadora dessa limitação, habilidades de orientação e mobilidade, ou seja, capacidade para que possa, utilizando-se de todas as informações sensoriais fornecidas pelo ambiente, reconhecê-lo e situar-se nele, numa interação que lhe permita influir e ser influenciada por ele.
Embora possamos considerar a restrição à mobilidade independente e à percepção global e direta do meio como limitações básicas, impostas por uma deficiência visual grave, não podemos nos esquecer de que delas podem decorrer muitas outras limitações, variando em grau e ocorrência para cada indivíduo, de acordo com sua capacidade de utilização de técnicas e procedimentos compensatórios, de sua reação às práticas e expectativas sociais que, de acordo com Telford, podem lhe impedir o desenvolvimento e o exercício de aptidões e competências que o habilitariam a se tornar uma pessoa independente.
--------------------------------------------------------------
RAY CHARLES
nasce em Albany, em 1932, uma pequena e pobre cidade do estado da Georgia. Ray fica cego aos 7 anos, logo após testemunhar a morte acidental de seu irmão mais novo. Inspirado por uma dedicada mãe independente, que insiste que ele deve fazer seu próprio caminho no mundo, Ray encontrou seu dom em um teclado de piano.
Clique no endereço abaixo para ver um trecho do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=TGsnVAE77lY
-----------------------------------------------------------------
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA / JOSÉ SARAMAGO
O romance aborda a emergência de uma inédita praga de uma repentina cegueira abatendo uma cidade não identificada, inexplicável e incurável. Tal "cegueira branca" — assim nomeada pois as pessoas infectadas percebem em seus olhos nada mais que uma superfície leitosa.
Veja abaixo o vídeo com algumas Citações do livro:http://www.youtube.com/watch?v=gZYI5v4ScHI
-------------------------------------------------------------------------------
LIVROS EM BRAILLE DISPONÍVEIS PARA DOAÇÃO
SPLEB © Sociedade Pró-Livro Espírita em Braille. Telefone: (0xx21) 2288-9844. Fax: (0xx21) 2572-0049.Rua Thomaz Coelho, 51. Vila Isabel. Rio de Janeiro. RJ. CEP 20540-110. Brasil. E-Mail: spleb@ig.com.brSite criado por: Carlos Alberto Gomes da Silva. Atualização: Ricardo Baptista.
PS. Se você quiser saber mais sobre a inclusão de alunos deficientes visuais visite meu outro blog que é específico nesta área: Deficência Visual e Educação.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
"Rodrigo enxerga tudo"
.......................................

"Rodrigo enxerga tudo":
André tem um novo amigo na escola: é o Rodrigo, que foi transferido para lá de uma escola especial, que ele chama de "associação". Ele é deficiente visual, mas seus novos amigos percebem que ele tem outras formas de enxergar, jeitos diferentes de "ver" as coisas. E como todo mundo, tem talentos e pontos fracos com os quais tem que lidar.

"Rodrigo bom de bola":
O autor mostra neste livro como os deficientes visuais podem praticar diversas modalidades de esportes e brincadeiras. Algumas delas poderão ser observadas nos jogos Pan-americanos. A inclusão escolar e social do deficiente através do esporte e da integração com crianças não portadoras de deficiências.Site da editora:www.novaalexandria.com.br (clique o endereço na relação de links)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Conheça a Fundação Dorina Nowill


Há mais de seis décadas a Fundação Dorina Nowill para Cegos tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da educação e cultura, atuando na produção de livros em braille, livros e revistas falados e obras acadêmicas no formato Digital Acessível, distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para centenas de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.
A Fundação Dorina Nowill também oferece, gratuitamente, programas de atendimento especializado ao deficiente visual e sua família, nas áreas de avaliação e diagnóstico, educação especial, reabilitação e colocação profissional.
Acreditamos que a educação seja o melhor caminho para a inclusão social, e ampliar essa oportunidade a milhares de deficientes visuais de todo o Brasil também depende de você.Conheça mais, visite o site: www.fundacaodorina.org.br
Conheça o Laramara

LARAMARA Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual,é uma organização da sociedade civil que visa apoiar a inclusão educacional e social da pessoa com deficiência visual: cegos, baixa-visão ou múltipla deficiência.
É um espaço de referência no trabalho em parceria com a família, escola e comunidade para a promoção do processo de aprendizagem e desenvolvimento da pessoa com deficiência visual.
As ações da instituição incluem avaliação oftalmológica especializada, avaliação das necessidades educacionais especiais referentes à deficiência visual e atendimento específico de crianças e jovens vindos de todo o Brasil. Conheça mais, entre no site: www.laramara.org.br (clique o endereço na relação de links)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Projeto cão guia
O cão-guia é uma alternativa ao uso da bengala e apresenta uma série de vantagens em relação a esse instrumento:
• Proporciona maior segurança, independência e liberdade;
• Garante maior velocidade e desenvoltura na locomoção, já que é capaz de se antecipar a obstáculos, escolhendo para seu usuário o melhor caminho;
• Desvia de obstáculos aéreos, tais como galhos de árvores e telefones públicos, que não podem ser detectados pela bengala;
• Auxilia na travessia de ruas;
• Encontra importantes pontos de referência, como escada, porta, elevador, cadeira, etc;
• Facilita a inclusão social de seu usuário, pois tem o poder de aproximar as pessoas.
Treinamento

A formação de um cão-guia é bastante complexa e leva aproximadamente dois anos para ser concluída.
O processo se divide em três fases:
1. Socialização: aos dois meses filhotes selecionados são adotados por famílias voluntárias que vão ensiná-los, com a supervisão do instrutor, a conviverem com os seres humanos e nos mais diversos ambientes.
2. Treinamento: entre doze e dezoito meses, os cães retornam para a escola onde passam de três a cinco meses sob a responsabilidade de um treinador especializado que os transformará em cães-guia. É nesta fase que os cães aprendem o trabalho específico de guia.
3. Instrução: de três a cinco semanas, o usuário aprende sobre temperamento e cuidados com a saúde de seu cão, os comandos necessários para sua utilização e a perceber as informações enquanto caminham diariamente. Também é muito importante o desenvolvimento do vínculo afetivo.
Usuários
Cães e usuários são rigorosamente selecionados. É fundamental que se encontre o cão adequado para determinada pessoa, considerando-se temperamento, rotina e lugar onde vão trabalhar.
Para ser um usuário de cão-guia a pessoa deve, em princípio ter entre 18 e 60 anos, gozar de boa saúde e não portar deficiências impeditivas.
Fonte:www.iris.org.br
---------------------------------------------------------------
Cães-guia quando estão trabalhando funcionam como: os olhos de quem não pode ver.
Existem alguns requisitos importantes que devemos seguir quando avistamos um desses cães trabalhando.
São essas regras que vão permitir a segurança do cão e de seu usuário .
- Não toque, não fale, não alimente ou distraia de outra maneira o cão guia quando avistá-lo trabalhando com seu usuário em via pública ,logradouro, estabelecimentos públicos ou particulares .
-Permita que o cão-guia se concentre em seu trabalho e o execute sem ser perturbado para a segurança de seu usuário.
-Não trate o cão-guia como um animal de estimação. Dê-lhe o respeito de quem está desempenhando um trabalho de suma importância.
Não dê ao cão-guia comandos. Permita que o usuário o dê .
Não tente fazer exame do controle nas situações estranhas ao cão ou ao usuário. Somente se o deficiente visual solicitar tente ajudar ao usuário em cima do seu pedido.
-Evite andar no lado esquerdo do cão guia em serviço , você pode se tornar uma distração e ele poderá se confundir . Ande de preferência no lado direito e com certa distância , do deficiente visual e seu cão, o adequado são alguns passos atrás deles
•Não tente agarrar ou dirigir a pessoa quando o cão o guiar ou a tentar prender o arreio do cão. Pergunte ao usuário do cão-guia se ele necessita do seu auxílio e, se ele precisar, ofereça o seu braço esquerdo.
As Famílias e Amigos:
Não seja super protetor quando o primeiro graduado chegar em casa com o cão novo. Seja pensativo, paciente nos erros e acertos para inspirar a confiança ao usuário . Com o tempo, você admirará a perícia do binômio homem/cão .
Não espere demais no começo. Lembre-se que o cão é novo e que a harmonia e a confiança completas vem com o tempo , use sempre a paciência, a perseverança. É com a convivência que vem os grandes resultados.
Não dê ao cão restos de comida ou petiscos inadequados. Respeite a necessidade do usuário do cão-guia de dar ao cão uma dieta equilibrada e manter seus hábitos saudáveis.
Não permita que as crianças arreliem ou abusem de brincadeiras com o cão-guia . Permita que esse herói descanse sem ser perturbado.
Não permita que seus animais de estimação ataquem ou intimidem um cão -guia, especialmente quando em trabalho. Permita que os cães se encontrem em território neutro quando todos os animais podem ser supervisionados com cuidado.
Não permita que o cão-guia se distraia quando em trabalho ou tome atitudes inadequadas como mendigar comida ou pular em pessoas . Peça ao usuário para corrigir todo o comportamento errôneo .
Não deixe o cão-guia ignorado fora da casa, abandonado no quintal . Compreenda seu valor ao usuário.
Não afague o cão-guia na cabeça quando ele estiver guiando. Sempre que for afaga-lo lembre-se de fazê-lo na área do ombro e somente com a aprovação de seu usuário.Obedecendo e divulgando essas regras você nos ajuda a trabalhar!
O Cão-Guia
O cão-guia é um animal muito especial, possuindo temperamento dócil e sendo dotado de extrema paciência e determinação. Ama profundamente o detentor e por essa razão sente prazer no seu trabalho e funciona como olhos do deficiente visual.Ele não cansa jamais, sendo treinado para acompanhar o deficiente visual 24hs por dia. Por esse motivo, os treinadores fazem cursos específicos, com aulas práticas e teóricas, adaptando experiência de países como Estados Unidos, Inglaterra e Argentina às condições de vida dos deficientes visuais do Brasil.Nem todas as pessoas com problemas de visão se adaptam a um cão-guia, por isso, as necessidades dos candidatos são cuidadosamente analisadas e um cão conveniente é selecionado, pois a adaptação entre o deficiente visual e o cão é fundamental.Ao deficiente visual que não se adapta ao uso de bengalas, o cão-guia apresenta muitas vantagens: obstáculos acima da cintura são fáceis de serem percebidos pelo cão; atravessar ruas movimentadas é mais fácil e seguro pois o cão percebe o movimento do tráfego.Além disso, existe o aspecto psicológico positivo que resulta da união deficiente visual / cão-guia, pois o cachorro é estímulo, amor, carinho, inspira confiança e vontade de viver ao portador de deficiência, integrando-o à sociedade.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Soroban

O nome Soroban (com "N") foi trazido ao Brasil por imigrantes japoneses no começo do século XX. Originalmente Kambei Moori leva para o Japão o Suan Pan (ábaco chinês) e um pequeno manual, iniciando os seus estudos sozinho com este instrumento. Em 1622 publica o seu primeiro livro "Embrião do Soroban".
No Brasil, em 1949, Joaquim Lima de Moraes, adapta o Soroban para uso de cegos, após aprender a técnica ensinada por imigrantes japoneses, abrasileirando o termo para Sorobã.
Então temos dois modelos no Brasil:
o - Soroban: para videntes (como chamamos os dotados de visão);
o - Sorobã: o mesmo, mas adaptado para deficientes visuais.
Ambos podem ser utilizados, e os cálculos são praticamente realizados de forma igual nos dois modelos. A manipulação no Soroban (com "N") é mais rápida pois as contas correm livremente, diferentemente do Sorobã, onde as mesmas são presas, mas ambos geram uma aptdão em comum: o cálculo mental.
Fonte: http://www.sorobanbrasil.com.br (clique na relação de links)
A PORTARIA Nº 1.010 DE 10 DE MAIO DE 2006
INSTITUI O SOROBAN COMO UM RECURSO EDUCATIVO ESPECÍFICO IMPRESCINDÍVEL PARA A EXECUÇÃO DE CÁLCULOS MATEMÁTICOS POR ALUNOS COM DEFICIÊNCIA
(P.S.Anteriormente a esta portaria não era permitido, aos deficientes, o uso do soroban em concursos públicos e/ou vestibulares)





